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2 de outubro de 2012

PARÁBOLA DOS TRABALHADORES DA VINHA


Mateus 20:1-16
1º de Maio – Dia Mundial do Trabalho. A história registra que o Dia Mundial do Trabalho surgiu em Paris através de um Congresso Socialista em 1889. A partir de então, por decreto, passou-se a comemorar este dia como sendo o “dia dos trabalhadores”. Contudo, se pergunta: Quem criou ou quando se deu início ao trabalho propriamente dito?

Trabalho é incontestavelmente criação de Deus desde o início da criação do mundo. Deus após criar o homem delegou a ele tarefas para mantê-lo ocupado. A Bíblia diz: “E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar” – (Gênesis 2:15) – antes do pecado. “No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás” – (Gênesis 3:19 – período pós-pecado.

A parábola dos trabalhadores da vinha representa um espetáculo dividido basicamente em duas cenas, passado e presente. As cenas se desencadeiam mostrando o reino dos céus, um proprietário (Senhor), trabalhadores (empregados) e uma vinha (local de colheita).

Assim começa a parábola: Porque o reino dos céus é semelhante a um dono de casa (Deus) que saiu de madrugada para assalariar (contratar) trabalhadores (cristãos) para a sua vinha (mundo) pagando um denário (dinheiro da época) por dia.

Os trabalhadores que foram contratados logo na primeira hora do dia representam os primeiros cristãos que no passado receberam a incumbência de anunciar o evangelho e fazer novos discípulos. Consequentemente os outros que assumiram o trabalho em horários subseqüentes são os discípulos dos discípulos, chegando até os últimos que são representados por nós.

Entendemos que, por conta dos acontecimentos e prenúncios registrados na Bíblia, vivenciamos a hora undécima descrita no texto. Estamos próximos do encerramento do expediente, final dos tempos, quando não mais será possível trabalhar na grande vinha colhendo frutos para o dono da casa.

Nesta parábola o Senhor está falando de vidas (frutos) que necessitam serem colhidas enquanto é dia. No reino dos céus todos os participantes, sem exceção, fizeram parte da vinha e foram colhidos por trabalhadores contratados por Deus. Deus é o maior interessado em não deixar nenhum fruto se perder. Todos são preciosos aos olhos do Senhor da vinha.

A vontade de Deus está direcionada no sentido de ver todos alcançados pela salvação através de Jesus Cristo. Jesus vai voltar em dia e hora que não sabemos. Entretanto, sabemos que existe uma multidão imensurável de homens e mulheres que necessitam serem alcançados pelo e colhidos, ainda que, na última hora.

Diante desta parábola faça uma avaliação de sua vida. Onde você se encaixa nela? Você se considera um “trabalhador” omisso, um TRABALHADOR obediente ou um fruto que ainda não foi colhido?

Caso sua resposta tenha sido a última alternativa, convido você a se deixar colher hoje. Não resista algo tão maravilhoso capaz de lhe conceder o privilégio de participar eternamente do reino dos céus.

Na prática isto significa abrir o coração para Jesus, confiar nele, aceitá-lo e confessá-lo como único meio de salvação e vida eterna. “A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo” – (Romanos 10:9).

A luta do trabalhador no dia de hoje continua sendo a busca pelos direitos constitucionais e galgar novos degraus em direção ao reconhecimento do seu trabalho. Entretanto, todas as conquistas não satisfazem a maior e mais importante necessidade que o homem tem. Qual? O Desejo de viver eternamente. Em Cristo o homem adquire este direito para sempre. Aceite-O JÁ!

_________________Plínio Cavalheiro.

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