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1 de outubro de 2012

LINGUAGEM DOS ANJOS!



 Existem variedades de interpretações para este assunto. Notamos citações bíblicas onde anjos, sempre enviados por Deus estiveram desempenhando papeis valorosos visando orientar, proteger, entregar mensagens importantíssimas ao ser humano, em especial aos cristãos.

Necessitamos entender que Deus concedeu aos anjos a capacidade de se comunicar com o homem (sempre sob o comando de Deus), e poder entendê-lo em sua própria língua, seja ela qual for dentro do universo. Existe uma complexidade tão grande em relação a este dom concedido aos anjos que fogem à nossa capacidade de compreender com nitidez esta maravilhosa graça divina.

Temos que entender outra coisa: Deus é Deus e ponto. Não existem limites para seu poder e criação e sendo assim, Ele nos surpreende com suas maravilhas, muitas delas indecifráveis.

Paulo escreveu: “"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine" - (I Coríntios 13:1-2)

Paulo está usando uma linguagem, que a princípio nos parece exagero de expressão. “Ele diz, ainda que eu falasse a língua dos anjos”; “Ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado”.

Neste contexto, Paulo estava se dirigindo à Igreja de Corintos, no sentido de exortá-la pela falta de algo primordial dentro da prática do cristianismo anunciado pelos cristãos, principalmente por ele mesmo, ou seja, a ausência do amor. A ênfase não estava na capacitação de falar a língua dos anjos e sim na aplicação do amor. Fica explícito que Paulo não falava a língua dos anjos, caso contrário, ele não diria o que disse.

Diante disso, minha recomendação: “Priorize a prática do amor no seu dia-a-dia e deixe que as demais coisas sobrenaturais aconteçam a critério de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, inclusive falar a “Língua dos anjos” se isto servir para trazer edificação para o Reino de Deus, para sua preciosa vida, para a igreja de Jesus Cristo e para quem estiver próximo você”.


____________________Plínio Cavalheiro.

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