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 A VIDA: O BEM QUE SEMPRE QUEREMOS MAIS!   E xiste um ditado bastante popular que diz: “O que é bom dura pouco” . Curiosamente, o relógio não muda sua velocidade diante do que é bom ou do que é ruim; os segundos seguem iguais, indiferentes às nossas emoções. Quem faz essa distinção é a nossa mente. É ela que separa o prazer do desconforto e nos dá a sensação de que as coisas boas passam mais rápido, como se o tempo tivesse duas faces.   Talvez seja por isso que a Bíblia nos ensine que “Deus fez tudo formoso no seu tempo e colocou a eternidade no coração do homem”. Existe dentro de nós um desejo silencioso de permanência, de continuidade, de que aquilo que é bom não termine tão depressa. O relógio obedece às leis do tempo, mas o coração obedece à eternidade que Deus nele colocou.   As sensações de bem-estar enviam ao cérebro mensagens claras, diretas e autênticas. Não há falsidade nelas; chegam como são, verdadeiras, quase como mensagens instantâneas que a...
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                          QUANDO O PECADO NÃO É DOMINADO!   “E disse o Senhor a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu o guarda do meu irmão? Gênesis 4:9).   Enganam-se aqueles que pensam que um pecado pequeno, diante da grandeza do amor de Deus, passará despercebido. Assim como o artilheiro, diante do gol adversário, usa a mão para empurrar a bola e tenta justificar seu ato, buscando enganar os jogadores e até mesmo o árbitro da partida. Em alguns casos, o infrator até consegue iludir a todos e sair aparentemente vitorioso, recebendo créditos que não lhe pertencem. Porém, diante de Deus, nada fica oculto. Ele não se deixa enganar por aparências, pois vê o coração, pesa as intenções e julga com justiça perfeita.   A Bíblia narra a história de dois irmãos. Abel, homem leal, de coração sincero e temente a Deus, vivia de modo digno, e o olhar do Senhor estava sobre ele, aprova...
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O ENCONTRO NOTURNO E A VERDADE ETERNA!   “Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.” (João 3:5).   Ainda existem dúvidas sobre o versículo em que Jesus responde a Nicodemos naquela noite em que ele O procurou buscando respostas sobre a salvação e sobre como entrar no Reino de Deus. Entre as palavras de Jesus, destaco o versículo cinco do capítulo três de João: “Na verdade, na verdade te digo: aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus.”   Esse versículo é comumente interpretado da seguinte forma: “água” simboliza o batismo, e “Espírito” representa a graça transformadora operada pelo Espírito Santo. Por que “água” é entendida como batismo? Porque, ao descer às águas, o batizando demonstra publicamente que está morrendo para o mundo, renunciando a sua antiga identidade. E, ao emergir, simboliza que está nascendo de novo, comprometido a viver...
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  NÃO IGNORE A BATIDA QUE PODE MUDAR SUA VIDA!   “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei até ele, e com ele cearei, e ele comigo” (Apocalipse 3:20).   Certa noite, um homem estava em casa sozinho, frustrado com a vida. Ele havia passado o dia reclamando: “Deus não me ajuda, Deus não se importa comigo, Deus está longe demais.” Enquanto pensava nisso, ouviu alguém bater à porta. Toque! Toque! Toque! Ele ficou irritado: “Quem é que vem incomodar a essa hora? Não vou abrir!” A batida continuou, suave, insistente, mas nunca agressiva. Ele decidiu ignorar. Ligou a TV, aumentou o volume, fez de tudo para não ouvir. Depois de algum tempo, o silêncio.   Mais tarde, quando foi dormir, sentiu uma tristeza profunda no coração. E então ouviu uma voz suave dentro da alma, como um sussurro: “Eu estive batendo à sua porta… mas você não me deixou entrar.” O homem entendeu: Ele estava pedindo a Deus respostas, ajuda, dire...
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  ENTRE O VENTO E O PEIXE: O PREÇO DA DESOBEDIÊNCIA!   “Mas o Senhor mandou ao mar um grande vento, e fez-se no mar uma forte tempestade, e o navio estava a ponto de quebrar-se” (Jonas 1:4).   Normalmente, quando algo ruim acontece, a primeira reação humana é procurar uma causa, um responsável, alguém que explique o motivo do desastre. Não descansamos enquanto não encontramos um culpado. Para isso, no mundo físico, contamos com a perícia policial, equipada com instrumentos modernos capazes de identificar, com precisão, quem provocou o acidente ou a incidência. Da mesma forma, no livro de Jonas, vemos um episódio em que uma grande tempestade coloca vidas em risco. E, assim como em uma investigação, todos procuram entender quem é o responsável por aquele caos. E a surpresa é que o culpado está a bordo, e ele mesmo (Jonas) sabe disso.   Os homens daquela embarcação estavam aterrorizados. O vento rugia, as ondas se levantavam como muralhas, e o barco rangia c...