O ALTAR DO FUTEBOL!
Nós somos atletas de Cristo.
Vivemos em um mundo onde muitas coisas boas podem acabar ocupando o lugar que
pertence somente a Deus. Uma delas é o futebol.
Assim como o dinheiro, que por
si só não é pecado, mas se torna um ídolo quando toma o lugar de Deus em nosso
coração, o futebol também pode se transformar em objeto de idolatria. Enquanto
milhões enfrentam necessidades básicas, vemos fortunas gigantescas sendo
movimentadas em torno desse esporte.
Para termos uma ideia, o valor
de mercado atual de Neymar é estimado em cerca de R$ 55 milhões. Isso significa
que uma pessoa que ganhasse R$ 3.000 por mês e conseguisse guardar
absolutamente todo o seu salário, sem gastar um centavo, precisaria trabalhar
aproximadamente 18.333 meses, ou cerca de 1.528 anos, para acumular essa
quantia.
E eu pergunto: quem enche
esses cofres? Os próprios fanáticos, que muitas vezes dedicam tempo, recursos e
paixão excessivos a algo passageiro. Não há problema em apreciar um esporte,
torcer por um time ou acompanhar uma competição. O problema surge quando isso
ocupa o primeiro lugar em nossa vida, roubando a atenção, o tempo e a devoção
que pertencem a Cristo.
Que nós, como cristãos
verdadeiros, saibamos dosar nossas preferências e manter nossas prioridades em
ordem, colocando Jesus sempre acima de qualquer ídolo moderno.
“Filhinhos, guardai-vos dos
ídolos.” (1 João 5:21).
Plínio.
