O PÃO DA VIDA E OS DOCES DO
ENGANO!
“E Jesus, respondendo,
disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; porque muitos virão em meu
nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos” (Mateus 24:4-5).
Diz um conhecido provérbio:
“Mais vale uma verdade amarga do que uma mentira doce.” O mundo está impregnado
pelo “doce” da mentira. A fábrica desses “doces”, dirigida pelo pai da mentira,
possui grande habilidade para maquiar seus produtos, apresentando-os de forma
atraente e sedutora. Assim, muitos são levados a consumi-los, sem perceber que,
por trás da aparência agradável, escondem-se ingredientes nocivos à alma.
Da mesma forma que hoje
encontramos farmácias em quase todas as esquinas, a indústria do engano amplia
cada vez mais seu alcance, conquistando consumidores que se tornaram
dependentes de mensagens agradáveis aos ouvidos. Esses “doces” são recheados
com o veneno do erro, que intoxica e destrói aqueles que não possuem
discernimento para identificar e rejeitar tal mercadoria.
Entretanto, Jesus também
convida todos a conhecerem o seu estabelecimento. O produto que Ele oferece é
incomparável: o Pão da Vida. Diferentemente dos doces enganosos do inimigo,
esse alimento é verdadeiro, nutritivo e capaz de sustentar plenamente a vida
espiritual. Ele fortalece, restaura e conduz à vida eterna.
Na fachada de sua “padaria”,
por assim dizer, há uma mensagem clara e permanente:
“Eu sou o pão vivo que desceu
do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela
vida do mundo é a minha carne” (João 6:51).
Por isso, o próprio Jesus nos
adverte: “Acautelai-vos, que ninguém vos engane.” O mercado do engano é vasto,
e seus vendedores são desleais. Muitos levantam placas falsas, apresentam-se
como portadores da verdade e até reivindicam autoridade espiritual que não
possuem. Conforme alertou o Senhor, muitos virão em seu nome, dizendo: “Eu sou
o Cristo”, e enganarão a muitos.
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O que mais protege um
cristão contra o engano?
A. Conhecimento
da Bíblia.
B. Oração
e comunhão com Deus.
C. Participação
na igreja.
D. A
combinação de todos os itens.
Plínio Cavalheiro – capelão.
