SALVAÇÃO COMPLETA: OBRA DA TRINDADE!

 


Encontramos registrado na Bíblia a seguinte oração: “Venha o Teu Reino, seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu.” Diante disso, surge uma pergunta essencial: qual é a principal vontade de Deus?

 

A própria Escritura responde em Primeira Carta a Timóteo 2:4: “(Deus) quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade.” Se essa é a vontade do Pai, por que nem todos serão salvos?

 

É importante compreender que a vontade de Deus se manifesta plenamente na vida daquele que a reconhece e a aceita. Deus deseja salvar a todos, mas não impõe essa salvação, ela precisa ser recebida.

 

Nesse contexto, podemos refletir sobre a Trindade, que representa a perfeita unidade divina. Podemos compará-la a um tripé: sua estabilidade depende de três pontos firmes. Se um deles for retirado, toda a estrutura perde o equilíbrio. Da mesma forma, não se pode ignorar qualquer aspecto da revelação de Deus e ainda esperar permanecer firme espiritualmente.

 

Para ilustrar, imagine entrar em uma lanchonete e pedir um combo composto por três itens. Ao receber o pedido, você decide consumir apenas uma parte. Ainda assim, ao final, não poderá reclamar do valor total, pois o combo foi oferecido por completo, o fato de não usufruir de tudo foi uma escolha pessoal.

 

Assim também ocorre na vida espiritual. Deus oferece plenamente aquilo que é necessário para a salvação. No entanto, cabe a cada pessoa aceitar essa oferta de forma completa. No momento final, ninguém poderá alegar desconhecimento ou pedir “desconto” por aquilo que decidiu não receber.

 

A salvação é uma obra divina completa, que deve ser compreendida e recebida com seriedade e inteireza. Ela tem sua origem na Trindade, Deus Pai, Jesus Cristo, o Filho, e o Espírito Santo, que atuam em perfeita unidade para a redenção do ser humano.

 

Diante disso, fica a reflexão: você já experimentou esse “combo” maravilhoso da graça de Deus?

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 INFERNO NÃO FOI FEITO PARA VOCÊ!

 


E, se alguém não foi achado inscrito no livro da vida, esse foi lançado no lago de fogo” (Apocalipse 20:15).

 

Quando falamos sobre o inferno, inevitavelmente estamos lidando com duas notícias: uma ruim e outra boa. Pode parecer estranho falar em algo “bom” nesse contexto, e de fato não há nada de bom no inferno em si, mas há uma verdade importante que precisa ser compreendida.

 

A má notícia, à luz da Bíblia Sagrada, é que o inferno é apresentado como castigo eterno: um lugar de sofrimento contínuo, descrito com imagens fortes como fogo que não se apaga e corrupção permanente. Muitos pensam, de forma equivocada, que ele foi criado pelo diabo, mas a Palavra mostra que é uma realidade estabelecida por Deus como juízo.

 

Por outro lado, a “boa notícia” está no propósito: o inferno não foi criado para o ser humano, mas como destino do rebelde Lúcifer e de seus anjos caídos. Antes disso, porém, a Escritura revela que haverá um tempo em que ele será preso: “Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o diabo e Satanás, e o amarrou por mil anos” (Apocalipse 20:2). E, ao final, seu destino será definitivo: “E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre […] e serão atormentados para todo o sempre” (Apocalipse 20:10).

 

E quanto a nós, seres humanos criados por Deus? Também nos deparamos com duas possibilidades: viver eternamente na presença de Deus, desfrutando da plenitude do céu por meio da salvação em Jesus Cristo, ou, por rejeição, seguir para o mesmo destino preparado para Satanás.

 

A decisão é pessoal e intransferível. Não há como delegar essa escolha nem responsabilizar outros pelo nosso destino eterno. E você, já decidiu onde será a sua morada eterna? 

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

DEUS NÃO DIVIDE SUA GLÓRIA!   “Vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; depois vem e segue-me” (Mateus 19:21...