COMEÇO, MEIO E FIM!



Aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao dia de Cristo Jesus.” (2. Filipenses 1:6).
Existe um princípio que diz: o mais importante em todas as coisas é o fim. Na verdade, todo projeto carrega, como pano de fundo, o conceito de uma estrutura tripartite: começo, meio e fim. Ninguém alcança uma conclusão verdadeira, nem experimenta sucesso, sem enfrentar os degraus da vida, degraus que, muitas vezes, não são curtos nem suaves, e raramente se assemelham à facilidade de uma escada rolante.
Por isso, começar é bom, perseverar no meio é ainda melhor, e finalizar com excelência é extraordinário. Mas isso só é possível quando cada etapa é vivida com responsabilidade, esforço e fidelidade ao propósito estabelecido desde o início.
Esse princípio é válido tanto para as realizações materiais quanto para os planejamentos espirituais. Ao estudarmos a Palavra de Deus, percebemos que para cada bênção, cada “projeto” divino, existe um ônus, um preço a ser pago para que ela se cumpra. Assim aconteceu com Moisés, Josué, Noé, Abraão, José do Egito e tantos outros. Todos eles viveram um final vitorioso, mas antes precisaram atravessar o período do meio, enfrentando desafios, provações e processos que moldaram seu caráter e fortaleceram sua fé.
Portanto, ter boas ideias é sinal de sabedoria; porém, nunca se esqueça de que todo propósito precisa ser tripartite: começo, meio e fim. E para que esse processo se complete, são necessários seus esforços, sua perseverança e, acima de tudo, a direção d’Aquele que é o verdadeiro Projetista dos seus caminhos.
Plínio Cavalheiro - capelão✍️🙏.

O CUIDADO COM APROXIMAÇÃO INTERESSADA!


 

Jesus respondeu-lhes, e disse: Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes” (João 6:26).


Você já enfrentou uma situação em que alguém se aproxima com simpatia, elogios e sorrisos, mas, no fundo, o interesse real não é por você, e sim pelo que você pode oferecer? Pessoas que não se aproximam por afeto genuíno, mas porque esperam algum benefício, alguma vantagem, algum retorno?


É assim que agem muitos homens em época de busca por votos: abraçam, sorriem, batem no seu ombro, fazem questão de estar por perto, não por consideração verdadeira, mas pelo interesse no que você pode proporcionar. Uma aproximação calculada, não sincera.


Em João 6:26, Jesus toca exatamente nessa ferida humana. Ele diz: “Vocês estão me procurando não porque viram os sinais, mas porque comeram dos pães e se saciaram.” Em outras palavras: muitos o buscavam não por quem Ele é, mas pelo que Ele podia dar. Essa reflexão nos chama a examinar não apenas as intenções dos outros, mas também as nossas. Aproximamo-nos de Deus pelo milagre, ou pelo Deus do milagre? Buscamos o pão que sustenta hoje, ou o Senhor que sustenta para sempre?


Plínio Cavalheiro – capelão ✍🙏✝.


  A OBEDIÊNCIA VALE MAIS QUE AS PALAVRAS!   “Mas que vos parece? Um homem tinha dois filhos, e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai ...