QUANDO O BARULHO DO MUNDO CALA A VOZ DE DEUS!

 


“Ouve-me, povo meu, e eu te admoestarei; ó Israel, se me escutasses! Mas o meu povo não ouviu a minha voz, e Israel não me quis. Pelo que eu os entreguei à obstinação dos seus corações, para que andassem segundo os seus próprios conselhos” (Salmo 81:8,11,12).

 

Não sei se sou apenas eu quem percebe as mudanças da sociedade atual ou se todos nós estamos vivendo a mesma realidade. A tecnologia nos aproxima do conhecimento, mas, muitas vezes, nos afasta dos relacionamentos. Antigamente, e não faz tanto tempo assim, ter um televisor dentro de casa era raridade, quanto mais Internet ou celular. As pessoas recebiam visitas ou iam à casa de amigos e familiares. Sentavam-se juntas e passavam horas conversando sobre assuntos que brotavam espontaneamente do coração. Não havia celulares interrompendo os diálogos, nem distrações constantes da televisão.

 

Os tempos mudaram e, infelizmente, em muitos aspectos, para pior. O esfriamento entre as pessoas é visível. Deus, mesmo em uma época sem os recursos tecnológicos de hoje, já alertava Seu povo sobre a importância da atenção: “Ouve-me, povo meu...”. Porém, Israel estava distraído com outras coisas e não encontrava tempo para ouvir a voz de Deus.

 

O som mais precioso e sublime que podemos ouvir vem da boca de Deus. É Ele quem nos orienta, corrige e nos conduz para longe dos nossos próprios entendimentos. Portanto, desligue a televisão, silencie o celular, pare de correr sem direção e incline os seus ouvidos para ouvir Deus falar ao seu coração.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

De acordo com o Salmo citado no texto, por que Deus entregou Israel à obstinação do próprio coração?
A) Porque Israel desejava mais riquezas materiais.
B) Porque o povo não ouviu nem quis escutar a voz de Deus.
C) Porque faltavam líderes espirituais em Israel.

D) Porque os inimigos de Israel eram mais fortes

 UMA NOVA IDENTIDADE EM CRISTO!

 


“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Coríntios 5:17).

 

Quem de fato é você? Alguém pode responder de imediato: “Sou casada, dona de casa, tenho um marido excelente e cuido de três filhos”. Entretanto, essa condição, ainda que preciosa, representa uma fase da vida que pode ser interrompida a qualquer momento, seja por incompatibilidade de gênios, separação ou até pela morte. E mesmo que o casamento dure “para sempre”, os filhos crescerão, construirão suas próprias famílias e seguirão seus caminhos de forma independente.

 

Porém, existe em cada um de nós algo muito mais profundo: uma identidade imutável, que nasce conosco e permanece até o fim da vida. Ao longo da existência, adquirimos experiências, conhecimentos e habilidades. Aprendemos a desempenhar funções, exercer profissões e assumir responsabilidades. Ninguém nasce jornalista, como aconteceu com minha filha Elisa, nem dentista, médico ou farmacêutico. Tudo isso é fruto de esforço, estudo, dedicação e perseverança.

 

São conquistas valiosas que podem nos acompanhar por toda a vida, mesmo quando deixamos de exercê-las. Contudo, acima de qualquer título ou profissão, permanece aquilo que realmente somos em nossa essência, a identidade única que carregamos desde o nascimento e que nenhuma circunstância da vida pode apagar.

 

Da mesma forma, em um relacionamento, ninguém tem o direito ou a capacidade de arrancar de nós aquilo que verdadeiramente nos pertence. Podemos deixar de ser esposa ou marido, mas continuamos sendo aquilo que carregamos desde o berço: nosso jeito de ser, nossas emoções, nossos valores, nossa essência. Continuamos sendo alegres, brincalhões, apreciadores de boas músicas, amantes de viagens e da companhia de bons amigos.

 

Entretanto, no reino espiritual, as coisas seguem um princípio diferente. Todos nós nascemos, por herança do primeiro casal, carregando o DNA do pecado. Todavia, Deus, em Sua infinita graça, nos oferece a oportunidade de mudar o rumo da nossa história. Por meio de Jesus Cristo, recebemos uma nova vida, nascemos de novo e passamos a possuir uma nova identidade espiritual. E não apenas isso: recebemos também uma nova pátria, a pátria celestial.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

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[Peço que você se una a mim para compartilhar esta mensagem com outras pessoas. Se desejar, pode até retirar os créditos, pois toda honra e toda glória pertencem a Jesus Cristo].

 

Qual alternativa expressa com maior fidelidade a mensagem central de Bíblia Sagrada utilizada no texto?

A) Em Cristo, o ser humano melhora gradualmente sua personalidade natural.
B) A fé cristã preserva a velha natureza humana, apenas fortalecendo-a moralmente.
C) A transformação em Cristo envolve uma nova criação espiritual, marcada pela renovação da vida.
D) O novo nascimento espiritual acontece somente após muitos anos de caminhada cristã.

SINTONIZE A “CÉU TV”   “Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra” (Colossenses 3:2).   Imagine que existam centenas...