O FUTURO PROMETIDO E O PRESENTE VIVIDO!

 

“Porque somos salvos pela esperança. Ora, a esperança que se vê não é esperança; pois o que alguém vê, como o esperará?” (Romanos 8:24).

 

Por que não desfrutar hoje o presente que Deus nos dará no futuro?

 

Ao lermos essa frase, ela pode nos despertar para algo que parece meio louco ou até impossível. Entretanto, na realidade, especialmente para o cristão, existe uma maneira verdadeira e bíblica de experimentar hoje os efeitos daquilo que Deus prometeu para o futuro.

 

A Bíblia diz que “somos salvos pela esperança”. A esperança está relacionada a algo que ainda não vemos e que ainda não experimentamos em sua plenitude. Contudo, embora aquilo que esperamos pertença ao futuro, a certeza da promessa de Deus produz efeitos surpreendentes em nossa vida no presente.

 

Não significa que já possuímos hoje, em sua totalidade, aquilo que Deus reservou para o futuro. Significa que podemos viver hoje à luz dessa promessa, permitindo que a esperança transforme nossa maneira de pensar, agir e enfrentar as circunstâncias.

 

A vida eterna ainda está diante de nós em sua plenitude, mas já podemos experimentar hoje a comunhão com Deus. A glória futura ainda será revelada, mas a esperança dessa glória já pode produzir alegria, perseverança e confiança em nosso coração.

 

De certa maneira, é como receber hoje os efeitos de um presente que Deus entregará plenamente no futuro. Não tomamos posse antecipadamente daquilo que ainda não recebemos; tomamos posse da esperança, pela fé, e permitimos que ela transforme o nosso presente.

 

O futuro pertence a Deus. O presente, porém, pode ser vivido por nós com os olhos voltados para aquilo que Ele prometeu. A esperança cristã não nos faz fugir do presente; ela nos ensina a viver o presente com a certeza de que Deus está preparando o futuro.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

O PROPÓSITO DE DEUS PARA SUA VIDA!

 


"Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais." (Jeremias 29:11).

 

Em muitas famílias, os pais recebem o nascimento de um filho com grande alegria e, desde cedo, alimentam sonhos e propósitos para ele. No entanto, isso não significa que, ao crescer, esse filho seguirá necessariamente o caminho que seus pais imaginaram. À medida que amadurece, ele desenvolve sua própria vontade e faz suas próprias escolhas, que podem ou não estar em harmonia com os planos traçados para sua vida.

 

Espiritualmente, algo semelhante acontece quando nascemos de novo em Cristo Jesus. Deus, nosso Pai celestial, tem um propósito para cada um de Seus filhos. Seus planos são perfeitos e estão em plena sintonia com a nova natureza que recebemos em Cristo. Contudo, nem sempre escolhemos andar de acordo com a Sua vontade.

 

Muitas vezes, o ser humano, confiando excessivamente em si mesmo, decide seguir seus próprios caminhos, ignorando a direção de Deus. Como consequência, acaba enfrentando os resultados de suas escolhas e aprendendo, por vezes de forma dolorosa, que os caminhos do Senhor são melhores.

 

Por isso, vale a pena buscar a Deus em oração e perguntar: “Senhor, qual é o propósito que tens para a minha vida?” Quando nos dispomos a ouvir Sua voz e a seguir Sua direção, encontramos sentido, paz e realização na caminhada.

 

Faça essa oração. Não custa nada perguntar, mas pode transformar toda a sua vida.

 

Plínio Cavalheiro – capelão. 

SEM AMOR, TUDO PERDE O SEU VALOR!

 

“Ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei.” (1 Coríntios 13:2).

 

Não importa o que eu faça ou diga, nem o tamanho da minha fé ou das minhas atitudes. Dependendo da motivação que move o meu coração, tudo pode perder o seu verdadeiro valor. A Palavra de Deus nos ensina que o amor deve estar presente em todos os nossos gestos, sejam eles simples ou complexos.

 

O amor precisa ser o combustível que faz nossa “máquina” funcionar de forma bem ajustada, impulsionando nossas ações e tornando-nos verdadeiramente produtivos para o Reino de Deus. Quando o amor é a motivação de tudo o que fazemos, nossas palavras, atitudes e serviço refletem o caráter de Cristo e produzem frutos que glorificam a Deus.

 

O objetivo da nossa vida não é simplesmente desfrutar dos prazeres que o mundo oferece. Muitos deles, senão todos, estão centrados no egoísmo, buscando satisfazer apenas os próprios desejos e interesses, enquanto o próximo é deixado à deriva.

 

Em contraste com essa realidade, o verdadeiro alvo do cristão deve ser aprender a amar genuinamente. Embora esse amor pareça difícil de alcançar e, muitas vezes, nosso coração o considere um ideal inatingível, é para ele que Deus nos chama. Quanto mais nos aproximamos de Cristo, mais somos transformados para refletir esse amor em nossas atitudes, palavras e relacionamentos.

 

Plínio Cavalheiro – capelão. 

 UMA NOVA IDENTIDADE EM CRISTO!

 

“E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura...” (2 Coríntios 5:17).

 

Assim como nosso nascimento físico é oficialmente registrado e recebemos uma identidade que comprova nossa existência e filiação, no reino espiritual também recebemos uma nova identidade quando, pela fé, recebemos Jesus Cristo como Senhor e Salvador.

 

Essa nova vida não é produzida pelas águas do batismo. O batismo é uma ordenança de Cristo e um testemunho público de que pertencemos a Ele. Em Cristo, tornamo-nos novas criaturas e recebemos o direito de sermos chamados filhos de Deus.

 

Nossa verdadeira identidade espiritual, portanto, não está registrada em um documento terreno, mas estabelecida por Deus. Como filhos, também nos tornamos herdeiros da promessa e aguardamos a herança incorruptível que Ele reservou para aqueles que estão em Cristo.

 

Um dia, nossa vida física terminará, mas para aqueles que pertencem a Cristo, a morte não é o fim: existe a esperança da vida eterna e da herança que Deus preparou para os seus filhos.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 DEUS QUER VOCÊ POR INTEIRO!

 

“Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos.” (2 Coríntios 13:5).

 

Se você decidisse comprar um carro novo, certamente não aceitaria recebê-lo pela metade. Antes de sair da concessionária, examinaria o veículo por todos os lados: por dentro, por fora, o porta-malas, o macaco, a chave de rodas e, naturalmente, abriria o capô para verificar se o motor está realmente no lugar e se tudo está funcionando como deveria.

 

Com Deus também é assim, embora a comparação tenha seus limites. Quando entregamos nossa vida a Cristo, não podemos oferecer a Ele apenas algumas partes de nós. Cristo nos redimiu por completo e nos chama para uma vida nova. Ele quer nosso coração, nossa mente, nossas vontades, nossos planos e nossas atitudes.

 

É como se hoje Deus nos convidasse a abrir o “capô” do coração e fazer uma vistoria completa. Não para descobrir se Ele está ali, pois Ele é quem deve ocupar o centro da nossa vida, mas para examinarmos se, de fato, estamos entregando a Ele o governo de tudo.

 

Uma vida pode aparentar estar funcionando perfeitamente por fora, mas ter o coração danificado por dentro. Podemos ter família, profissão, recursos, saúde, reconhecimento e até uma aparência religiosa, mas ainda assim manter áreas da vida que não submetemos ao senhorio de Cristo.

 

Por isso, faça hoje uma vistoria espiritual em você mesmo: Você ama a Deus? Você ouve a Sua Palavra? Você obedece aos Seus ensinamentos? Você entrega a Ele seus planos e vontades? Jesus é realmente o Senhor de toda a sua vida, ou existem áreas que você ainda insiste em governar sozinho?

 

A Bíblia nos orienta: “Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos.” (2 Coríntios 13:5). Não basta ter todas as “peças” funcionando por fora. Deus deseja uma vida verdadeiramente rendida a Ele por dentro e por fora. Abra o “capô” do seu coração hoje. Faça uma vistoria sincera. E permita que Cristo seja o Senhor de sua vida por completo.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

  O FUTURO PROMETIDO E O PRESENTE VIVIDO!   “ Porque somos salvos pela esperança. Ora, a esperança que se vê não é esperança; pois o que a...