PROMESSA PARA QUEM?

 

“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.” (Isaías 41:10).

 

Sabe aquelas caixinhas de promessas em que você retira um cartão e encontra um versículo, como se aquela palavra tivesse sido escolhida especialmente para a sua vida naquele momento? Não há nada de errado em ler um versículo e alegrar-se com ele. O problema está em transformar automaticamente qualquer versículo em uma promessa pessoal de Deus, sem considerar o contexto em que foi escrito.

 

O correto é ir à Bíblia, examinar o texto, conhecer seu contexto e perguntar: Para quem Deus está falando? O que Ele está dizendo? Qual era a situação daquela época? E o que esse texto pode realmente ensinar à minha vida hoje? Veja o texto de Isaías 41:10. Antes de encontrarmos essa conhecida declaração, lemos: “Mas tu, ó Israel, servo meu, tu, Jacó, a quem escolhi, descendência de Abraão, meu amigo.”(Isaías 41:8).

 

Isso nos mostra claramente que, nesse contexto, Deus estava falando com Israel, seu povo escolhido. Ele estava assegurando aos israelitas que não deveriam viver dominados pelo medo, porque Ele continuava presente para fortalecê-los, ajudá-los e sustentá-los. Portanto, não podemos simplesmente retirar Isaías 41:10 de seu contexto e afirmar que Deus estava fazendo, naquele momento, uma promessa individual a cada pessoa que lesse o versículo.

 

Isso significa que o texto não pode trazer consolo para nós? De maneira alguma! A Palavra de Deus continua sendo fonte de ensinamento, esperança e fé. Porém, precisamos distinguir entre o que o texto significava originalmente e como seus princípios podem ser aplicados à nossa vida. Por isso, antes de colocar um versículo na caixinha das “promessas para mim”, é importante abrir a Bíblia e examiná-lo.

 

Algumas promessas foram dirigidas especificamente a Israel; outras estão relacionadas a situações particulares, pessoas específicas ou determinadas circunstâncias. Não podemos simplesmente transformar todas elas em promessas universais. A Bíblia não é uma caixinha mágica de promessas da qual retiramos aleatoriamente aquilo que desejamos ouvir. Ela é a Palavra de Deus, que precisa ser lida, compreendida, examinada e aplicada com responsabilidade.

 

Assim, quando encontrar uma passagem que lhe traga alegria, não fique apenas com a emoção do momento. Leia o que vem antes e o que vem depois. Descubra para quem Deus estava falando e o que Ele realmente quis comunicar. E então faça uma pergunta ainda mais importante: “O que este texto está ensinando sobre Deus e sobre a minha vida?”

 

Talvez você descubra uma promessa. Talvez encontre uma exortação. Talvez seja confrontado com uma verdade que não esperava encontrar. Em todos esses casos, haverá algo precioso: a oportunidade de conhecer melhor a vontade de Deus por meio de Sua Palavra. Não procure na Bíblia apenas uma promessa que combine com aquilo que você deseja ouvir. Procure a verdade que Deus deseja ensinar.

 

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Qual é a maneira correta de interpretar uma promessa bíblica?

🔘 A) Todo versículo da Bíblia é uma promessa pessoal e direta para qualquer pessoa.

🔘 B) Basta sentir paz ao ler um versículo para ter certeza de que ele foi escrito especialmente para mim.

🔘 C) É necessário analisar o contexto, identificar para quem Deus estava falando e então aplicar os princípios do texto à nossa vida.

🔘 D) As promessas dirigidas a pessoas ou povos específicos podem ser aplicadas automaticamente a qualquer situação atual.

 

Plínio Cavalheiro – capelão. 

PEDIR, BUSCAR E BATER

 

“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á” (Mateus 7:7-8).

 

Pedir o quê?
Buscar o quê?
Em qual porta devemos bater?

 

Quando Jesus disse “pedi, buscai e batei”, não estava ensinando que Deus é obrigado a conceder tudo o que desejamos. Ele estava ensinando a confiar no Pai, que conhece perfeitamente nossas necessidades.

 

Você que é pai, ou ainda é filho, entende isso muito bem. Amamos nossos filhos a ponto de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para protegê-los e vê-los felizes. Entretanto, nenhum pai responsável diria: “Peça o que quiser e eu lhe darei.”

 

O amor também sabe dizer “sim”, “não” e “ainda não”. Imagine uma criança de sete anos pedindo ao pai um carro zero-quilômetro para passear com os amigos. O pai certamente recusaria o pedido, não por falta de amor, mas justamente porque ama o filho e sabe que ele ainda não tem maturidade para receber aquilo.

 

O mesmo aconteceria se essa criança quisesse ir sozinha a uma festa e voltar às onze da noite. O pai provavelmente diria: “Filho, você ainda não tem idade nem maturidade para assumir determinadas responsabilidades.” Mas o que é maturidade? Podemos compará-la ao amadurecimento de uma fruta. Ela precisa de tempo para chegar ao ponto certo. Se for colhida ainda verde, poderá ter um sabor desagradável. Há coisas que também precisam do tempo certo para serem recebidas.

 

Assim acontece conosco. Há pedidos que não são necessariamente ruins, mas talvez ainda não sejam bons para nós naquele momento. Outros simplesmente podem não fazer parte da vontade de Deus. Por isso, orar não é tentar convencer Deus a fazer aquilo que queremos. É apresentar nossos pedidos ao Pai, confiar em Sua sabedoria e submeter nossos desejos à Sua vontade.

 

A Bíblia também nos alerta: “Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites”(Tiago 4:3). Então: Pedir o quê? Aquilo que apresentamos a Deus com fé e coração sincero. Buscar o quê? Acima de tudo, buscar a Deus, Sua vontade e Seu Reino. Em qual porta bater? Na porta que conduz à presença do Pai, confiando que Ele sabe quando abrir e quando dizer “não”.

 

A grande questão não é apenas saber pedir, mas aprender a pedir com maturidade, buscar com perseverança e bater na porta certa. Afinal, quando estamos diante de Deus, podemos confiar que a mão que segura a maçaneta pelo lado de dentro pertence ao nosso Pai. Se Ele abrir, receberemos; se mandar esperar, esperaremos; e, se fechar uma porta, continuaremos confiando, porque Sua sabedoria é maior que a nossa. Deus não deixa de ser Pai quando diz “não”. Às vezes, Seu “não” é justamente uma das maiores expressões do Seu amor.

 

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Qual é a atitude correta diante de uma resposta negativa de Deus?

A) Desistir de orar.
B) Ficar decepcionado com Deus.
C) Insistir até Deus mudar de ideia.
D) Confiar que Deus sabe o que é melhor, mesmo quando Sua resposta não é aquilo que desejávamos.

 

Plínio Cavalheiro – capelão. 

SE MELHORAR, ESTRAGA?

 

“Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas." (Efésios 2:10).

 

Eu sempre contestei o ditado popular que diz: “Se melhorar, estraga.” Minha argumentação se baseava em uma lógica aparentemente simples, porém diferente: “Se melhorar, melhora.” Pensava eu: é óbvio que toda situação, comportamento ou projeto que foi criado e está funcionando bem pode ser aperfeiçoado. Portanto, se encontrarmos algo que o torne ainda melhor, dificilmente ele se estragará.

 

Em parte, essa tese tem fundamento. Basta observar quantas mudanças aconteceram ao longo da história. Na agricultura, por exemplo, ferramentas rudimentares exigiam grande esforço físico do homem ou a utilização de animais para puxar o arado e preparar a terra. Hoje, máquinas modernas e diversificadas realizam o mesmo trabalho com muito mais eficiência e rapidez.

 

Olhando pelo retrovisor da história, vemos os primeiros automóveis, que encantavam os consumidores por representarem uma descoberta extraordinária. Entretanto, à medida que o tempo avança, surgem inovações que melhoram a qualidade de vida e transformam a maneira como vivemos. Isso pode ser aplicado praticamente a todas as invenções humanas. Mais cedo ou mais tarde, elas se tornam obsoletas, ultrapassadas e acabam sendo substituídas por algo mais moderno. Sob essa perspectiva, poderíamos concluir que “se melhorar, não estraga”.

 

Contudo, ao acionar o pedal de freio do meu carro equipado com o sistema ABS (Sistema Antitravamento de Freios), percebi uma nova perspectiva sobre esse ditado. Passei a enxergá-lo por uma ótica espiritual. Quando examino essa afirmação à luz da Palavra de Deus, chego a uma conclusão diferente: aquilo que Deus faz perfeito não precisa ser melhorado pelo homem.

 

Antes mesmo de você nascer, Deus já conhecia sua vida, seus dons e o propósito que tinha para você. Ele não cria nada por acaso. Tudo o que faz está inserido em um plano perfeito, desenvolvido dentro de um processo que inclui começo, meio e fim. Nesse sentido, a frase ganha um novo significado: quando tentamos melhorar o projeto de Deus segundo a nossa própria vontade, corremos o risco de estragá-lo.

 

Muitas vezes, os seres humanos tentam aperfeiçoar aquilo que Deus já estabeleceu. Quando isso acontece fora da Sua vontade, os resultados podem ser desastrosos. Não porque a obra de Deus tenha falhado, mas porque deixamos de seguir as orientações do Criador.

 

Por isso, não tente ser algo diferente daquilo que Deus planejou para você. Se algo não está funcionando como deveria, talvez não seja uma questão de melhoria, mas de restauração.

E onde encontrar essa restauração? No próprio Criador. Volte-se para Deus, consulte o “Manual de Instruções”, a Bíblia Sagrada, e permita que Ele reconduza sua vida ao propósito original.

 

Enquanto houver vida, há esperança. A assistência técnica espiritual continua aberta. Vá ao Criador, não para melhorar aquilo que Ele fez, mas para ser restaurado àquilo que Ele sonhou para você desde o princípio. Afinal, no que diz respeito às invenções humanas, muitas vezes melhorar é necessário. Mas, quando se trata dos propósitos de Deus, o melhor caminho não é corrigir o projeto do Criador, e sim obedecer às Suas instruções.

 

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Qual é a principal lição do texto?

🔘 Toda mudança é prejudicial.

🔘 Nada deve ser aperfeiçoado.

🔘 O progresso tecnológico deve ser evitado.

🔘 Os propósitos de Deus não precisam ser melhorados, mas obedecidos.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.✍️🙏 

SINTONIZE A “CÉU TV”

 

“Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra” (Colossenses 3:2).

 

Imagine que existam centenas de emissoras transmitindo simultaneamente. Cada uma utiliza uma frequência diferente. Quando você gira o botão do rádio ou faz uma busca automática na TV, está ajustando o aparelho para captar apenas a frequência desejada. De certa forma, o livre-arbítrio funciona de maneira semelhante. Movidos por nossas preferências, escolhemos aquilo que consideramos mais conveniente, instrutivo, útil e agradável ao coração, ainda que nem sempre seja o melhor para nós ou para aqueles que estão ao nosso redor.

 

Poderíamos dizer, em termos comparativos, que o mundo é uma gigantesca emissora de rádio e televisão ao mesmo tempo, onde milhões de pessoas estão sintonizadas em canais diferentes, tudo acontecendo simultaneamente.

 

Pois bem, gostaria de convidá-lo a viajar comigo. Compre sua passagem, de preferência na primeira classe, embarque e sente-se junto à janela, para que sua visão seja mais ampla daquilo que desejo lhe oferecer como cortesia desta companhia aérea. Ao olhar pela janela, você se surpreende com algo extraordinário: uma imensa tela de LED, tão vasta que parece ocupar toda a extensão do universo. Nela são transmitidos, ao mesmo tempo, milhares de canais, programas, mensagens, valores e estilos de vida. Cada pessoa possui um controle em mãos e pode escolher o que deseja assistir e ouvir. Afinal, Deus nos concedeu o livre-arbítrio.

 

Entre todos os canais disponíveis, existe uma frequência especial. Ela transmite diretamente do Céu e tem como apresentador e locutor Jesus Cristo. Qual seria a sua preferência? Talvez você responda: “Que pergunta absurda! Eu escolheria a Céu TV.” mas será que isso é verdade?

 

Na prática, a maioria das pessoas sintoniza programações que pouco ou nada acrescentam à vida. Disparates, piadas ofensivas, conteúdos centrados na imoralidade sexual, homens e mulheres com roupas que estimulam a sensualidade, músicas com letras que desagradam a Deus, notícias sangrentas que prendem a atenção do público e tantas outras banalidades acabam ocupando espaço em nossa mente e coração.

 

Enquanto isso, o canal que transmite a Palavra de Deus e a presença de Jesus permanece, muitas vezes, ignorado ou com o volume reduzido. Já é hora de despertarmos para essa realidade e mudarmos a sintonia. Precisamos voltar nossa atenção para aquilo que realmente edifica, transforma e conduz à vida eterna. Somente assim aprenderemos com Jesus aquilo que fará toda a diferença para esta vida e para a eternidade.

 

Sintonize hoje a “Céu TV”. Ela é gratuita, está disponível a todos e sua qualidade supera infinitamente a mais avançada fibra óptica deste mundo.

 

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O que frequentemente impede as pessoas de sintonizarem a “Céu TV”?

A) A falta de acesso ao sinal.

B) A ausência de conhecimento tecnológico.

C) A atenção voltada para conteúdo que não edificam.

D) A dificuldade de encontrar a frequência correta.

 

Plínio Cavalheiro – capelão 

FORA OS 7 ANOS!

 

“E disse-lhe: Todo homem põe primeiro o vinho bom e, quando já têm bebido bem, então o inferior; mas tu guardaste até agora o bom vinho.” (João 2:10).

 

Existe um conceito bastante difundido, mas que considero equivocado, chamado “crise dos sete anos”. Segundo essa ideia, ao chegar ao sétimo ano, o casamento estaria naturalmente sujeito a conflitos, desentendimentos e desgastes que poderiam levar o casal à separação, fazendo com que cada um procure a tão desejada “paz” em outro relacionamento.

 

É importante dizer que não existe uma regra segundo a qual todo casamento enfrentará uma crise exatamente no sétimo ano. O desgaste conjugal pode acontecer em diferentes fases da vida e, muitas vezes, está relacionado não ao tempo de casamento, mas à maneira como o relacionamento vem sendo conduzido.

 

Para mim, uma das palavras-chave é desgaste. Pensemos em qualquer objeto que adquirimos. Dependendo da maneira como é utilizado, da falta de cuidado, de ajustes e de manutenção, seu tempo útil de funcionamento poderá ser reduzido consideravelmente. Um equipamento bem cuidado pode durar muitos anos; outro, utilizado de maneira inadequada e sem manutenção, poderá apresentar problemas em pouco tempo.

 

Gosto muito de ferramentas. Quando saímos para passear, enquanto minha esposa observa as vitrines, encantando-se com vestidos, sapatos e bolsas, muitas vezes meus olhos procuram uma loja de ferramentas. E, quando encontro uma, confesso que também fico encantado diante de tantas variedades!

 

Tenho, entre tantas ferramentas guardadas em casa, um alicate que tem mais de 50 anos e continua em perfeitas condições. Talvez alguém me perguntasse: “Como isso é possível?” A resposta é simples: eu cuidei dele. Nunca usei o alicate para substituir um martelo. Ele sempre foi utilizado de acordo com a finalidade para a qual foi criado. Além disso, recebeu os cuidados necessários para continuar funcionando.

 

Com o casamento deveria acontecer algo semelhante. No início, tudo é novidade. A noiva chega vestida de branco, com o melhor vestido, maquiagem impecável, sapatos escolhidos com cuidado e acessórios combinando. O noivo também se veste elegantemente, procurando impressionar primeiro a noiva e depois os convidados.

 

Mas o tempo passa. As coisas produzidas pelas mãos humanas envelhecem. Muitas precisam ser substituídas ou descartadas. No casamento, porém, deveria acontecer justamente o contrário: quanto mais tempo passa, mais profundo, sólido, maduro e bonito o relacionamento pode se tornar.

 

O problema não é o casamento estar ficando velho. O problema é deixar de cuidar dele. Assim como não devemos usar um alicate para aquilo que não foi criado para fazer, também não podemos desvirtuar a finalidade do casamento. É preciso respeitar seus princípios, compreender as responsabilidades de cada um, cultivar o diálogo, preservar o carinho, exercitar o perdão e manter vivo o compromisso assumido.

 

Um casamento não se conserva apenas porque um dia houve uma cerimônia bonita. Ele precisa de manutenção diária. E aqui podemos voltar às bodas de Caná. Quando o mestre-sala provou a água transformada em vinho, ficou admirado porque o que havia sido servido depois era melhor do que aquilo que normalmente se oferecia primeiro. O texto diz: “Mas tu guardaste até agora o bom vinho.” Que bela figura para o casamento! Não precisamos acreditar que os melhores dias do casamento ficaram para trás. Com cuidado, compromisso e a presença de Deus, os anos podem não diminuir o valor da relação, mas aumentar sua qualidade.

 

O primeiro dia pode ter sido marcado pela beleza da juventude, pela emoção e pelas novidades. Depois vêm os anos compartilhados, as experiências, as lutas vencidas, os filhos, as conquistas, as lágrimas, os recomeços e tantas histórias vividas juntos. Tudo isso pode produzir algo que o tempo não destrói, mas aperfeiçoa: maturidade, cumplicidade e um amor mais profundo.

 

Portanto, não precisamos ficar presos à ideia de uma inevitável “crise dos sete anos”. Fora os sete anos! Que o casamento não tenha como melhor fase apenas o começo, mas que possa, com o passar do tempo, tornar-se cada vez melhor. Porque, quando há cuidado, manutenção, propósito, compromisso e Deus no centro, o melhor vinho ainda pode estar por vir!

 

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Qual é a principal lição da comparação com o alicate?

A) Toda ferramenta antiga funciona melhor que uma nova.
B) Aquilo que é bem cuidado pode durar e continuar cumprindo sua finalidade por muitos anos.
C) Ferramentas devem ser substituídas depois de sete anos.
D) O casamento deve funcionar como uma ferramenta.

 

Plínio Cavalheiro – capelão. 

PROMESSA PARA QUEM?   “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te suste...