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  QUANDO ESCONDEMOS NOSSO CRACHÁ DE CRISTÃO   “E lembrou-se Pedro das palavras de Jesus, que lhe dissera: Antes que o galo cante, três vezes me negarás. E, saindo dali, chorou amargamente” (Mateus 26:75).   Podemos imaginar a cena como uma verdadeira peça ao ar livre. Era noite, fazia frio, havia um pátio, um átrio, algumas criadas, guardas e uma fogueira acesa para aquecer os que ali estavam. Tudo parecia transcorrer normalmente, até que Pedro, tomado pelo medo e pelo instinto de preservar a própria vida, negou conhecer Jesus. Não apenas uma vez, mas três vezes.   Essa atitude nos causa espanto, mas também nos leva a uma importante reflexão: omitir nossa identidade espiritual é, de certa forma, negar a Cristo. Quantas pessoas que se dizem discípulas de Jesus guardam o seu “crachá de cristão” no bolso quando estão fora da igreja? Trabalham anos em uma empresa, convivem diariamente com dezenas de pessoas e ninguém sequer sabe que são cristãs. Muitas vezes ...
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 DEMÔNIOS PRECISAM DE UM CORPO PARA AGIR?   “Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?” (Gênesis 3:1).   Entre os estudiosos da Bíblia existe uma corrente de pensamento que defende que Satanás e seus demônios só conseguem agir na Terra por meio de um ser vivente. Embora seja verdade que grande parte de suas investidas ocorra através de pessoas que se deixam influenciar por ele, as Escrituras apresentam evidências de que sua atuação não está necessariamente limitada a isso.   Um exemplo é a tentação de Jesus no deserto. O texto bíblico relata que Satanás se apresentou diretamente a Jesus e dialogou com Ele, procurando desviá-lo de sua missão (Mateus 4:1-11). Em nenhum momento a narrativa sugere que ele estivesse utilizando outra pessoa para realizar essa tentação.   Outro caso marcante é o de Jó. Satanás comparec...
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 O CAMINHO PARA A INTIMIDADE COM DEUS   “E aconteceu que, estando ele a orar num certo lugar, quando acabou, lhe disse um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos.” (Lucas 11:1).   O texto nos revela que Jesus estava orando em determinado lugar e, ao que tudo indica, seus discípulos permaneciam por perto, observando aquela profunda comunhão que Ele mantinha com o Pai. Certamente, a forma como Jesus se relacionava com Deus por meio da oração despertou neles o desejo de experimentar a mesma intimidade espiritual.   Por isso, ao término da oração, um dos discípulos se aproximou e fez um pedido que ecoa até hoje: “Senhor, ensina-nos a orar.” Eles não pediram para aprender a pregar, profetizar, realizar milagres ou exercer qualquer outra função importante no Reino de Deus. Pediram para aprender a orar.   Isso não significa que as demais atividades não tenham valor. Todas são importantes para a edific...
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  NÃO COBIÇARÁS   Décimo Mandamento: “Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo” (Êxodo 20:17).   Cobiçar é desejar para si aquilo que pertence a outra pessoa e que não lhe cabe por direito. Isso é muito diferente de admirar algo que é bom, belo ou digno de ser imitado. Quando vemos qualidades, conquistas ou virtudes em alguém, o correto não é desejar tomar aquilo para nós, mas buscar alcançar resultados semelhantes por meio do esforço, da dedicação e da vontade de agradar a Deus.   O apóstolo Paulo escreveu: “Sede meus imitadores, como também eu de Cristo” (1 Coríntios 11:1). Com isso, ele não estava incentivando ninguém a tomar para si seus dons ou méritos, mas a seguir seu exemplo de fé e obediência ao Senhor.   O décimo mandamento não se limita à cobiça em questões relacionadas à sexualidade. Ele abrange todas a...
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 NONO MANDAMENTO   Nono Mandamento: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo” (Êxodo 20:16).   O falso testemunho, à luz da Bíblia, vai muito além de mentir em um tribunal, onde uma declaração falsa pode induzir jurados e juízes a condenarem um inocente. Esse mandamento também abrange atitudes como espalhar boatos, fazer acusações sem provas, difamar pessoas e distorcer fatos para prejudicar alguém.   Falso testemunho é toda declaração mentirosa ou enganosa que atinge a reputação, a honra ou os direitos do próximo. Embora uma mentira possa enganar pessoas e até escapar do julgamento humano, nada fica oculto aos olhos de Deus. Ele conhece a verdade em sua plenitude e julgará com justiça aqueles que usam a falsidade para causar dano aos outros.   Por isso, devemos ser cuidadosos com nossas palavras, evitando repetir informações sem confirmação, promover intrigas ou emitir acusações injustas. O cristão é chamado a ser uma testemunha da verdade...