DEUS QUER VOCÊ POR INTEIRO!

 

“Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos.” (2 Coríntios 13:5).

 

Se você decidisse comprar um carro novo, certamente não aceitaria recebê-lo pela metade. Antes de sair da concessionária, examinaria o veículo por todos os lados: por dentro, por fora, o porta-malas, o macaco, a chave de rodas e, naturalmente, abriria o capô para verificar se o motor está realmente no lugar e se tudo está funcionando como deveria.

 

Com Deus também é assim, embora a comparação tenha seus limites. Quando entregamos nossa vida a Cristo, não podemos oferecer a Ele apenas algumas partes de nós. Cristo nos redimiu por completo e nos chama para uma vida nova. Ele quer nosso coração, nossa mente, nossas vontades, nossos planos e nossas atitudes.

 

É como se hoje Deus nos convidasse a abrir o “capô” do coração e fazer uma vistoria completa. Não para descobrir se Ele está ali, pois Ele é quem deve ocupar o centro da nossa vida, mas para examinarmos se, de fato, estamos entregando a Ele o governo de tudo.

 

Uma vida pode aparentar estar funcionando perfeitamente por fora, mas ter o coração danificado por dentro. Podemos ter família, profissão, recursos, saúde, reconhecimento e até uma aparência religiosa, mas ainda assim manter áreas da vida que não submetemos ao senhorio de Cristo.

 

Por isso, faça hoje uma vistoria espiritual em você mesmo: Você ama a Deus? Você ouve a Sua Palavra? Você obedece aos Seus ensinamentos? Você entrega a Ele seus planos e vontades? Jesus é realmente o Senhor de toda a sua vida, ou existem áreas que você ainda insiste em governar sozinho?

 

A Bíblia nos orienta: “Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos.” (2 Coríntios 13:5). Não basta ter todas as “peças” funcionando por fora. Deus deseja uma vida verdadeiramente rendida a Ele por dentro e por fora. Abra o “capô” do seu coração hoje. Faça uma vistoria sincera. E permita que Cristo seja o Senhor de sua vida por completo.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 CRISTO: NOSSO MODELO DE OBEDIÊNCIA!

 


“Então desceu com eles para Nazaré e era-lhes sujeito. Sua mãe, porém, guardava todas estas coisas em seu coração.” (Lucas 2:51).

 

A Bíblia menciona poucas atitudes de Jesus antes do início de seu ministério público, por volta dos trinta anos. Entretanto, o versículo registrado por Lucas revela uma atitude marcante da vida de Jesus, que certamente nos ajuda a compreender como foi sua vida desde a infância.

 

Jesus não demonstrou humildade, obediência e submissão somente depois dos trinta anos. Desde sua infância, vemos um comportamento exemplar diante de seus pais terrenos, Maria e José, e, acima de tudo, uma vida de perfeita obediência ao Pai celestial.

 

Absolutamente todos os ensinamentos de Jesus não foram meros discursos, mas estavam de acordo com sua própria vida. Ele ensinava aquilo que vivia. Sua humildade, obediência, amor e submissão ao Pai são exemplos que devemos seguir.

 

Jesus jamais ensinou uma coisa e praticou outra. Pelo contrário, sua vida confirmou suas palavras. Ele chamou seus discípulos para segui-Lo, aprender com Ele e viver de acordo com os seus ensinamentos.

 

O apóstolo Paulo expressou esse mesmo princípio ao dizer: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo.” (1 Coríntios 11:1). Essa palavra também nos confronta. Não basta conhecer os ensinamentos de Cristo; precisamos permitir que eles sejam vistos em nossa maneira de viver.

 

Jesus não apenas falou sobre humildade: Ele foi humilde. Não apenas ensinou sobre obediência: Ele obedeceu. Não apenas ensinou sobre submissão ao Pai: Ele viveu em perfeita submissão ao Pai. Se somos discípulos de Cristo, então devemos não apenas ouvir suas palavras, mas imitá-Lo em nossa maneira de viver.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 TORNANDO-SE AMIGO DE DEUS

 

“Já não vos chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.” (João 15:15).

 

Durante nossa existência, é impossível evitar que acontecimentos marquem nossa vida, mesmo sem que façamos esforço para que isso aconteça. Ao interagirmos com pessoas e vivermos diferentes situações, algumas delas acabam ocupando um lugar especial em nossas emoções. Por isso, há pessoas que apenas conhecemos, enquanto outras podemos chamar de verdadeiros amigos.

 

Quando nos referimos a esses amigos, sabemos que são poucos os que conquistam essa insígnia tão preciosa, ficando gravados em nosso coração. São aqueles em quem confiamos e com quem podemos contar, não apenas por sua amizade, mas também por seu afeto, respeito e lealdade.

 

No âmbito espiritual, não é diferente. Deus criou o homem para que tivesse comunhão com Ele e desenvolvesse um relacionamento profundo e verdadeiro com seu Criador. Contudo, infelizmente, muitas pessoas se contentam em apenas conhecer a respeito de Deus, sem buscar uma intimidade maior com Ele.

 

Essas pessoas dizem: “Conheço Deus, mas percebo que Ele é tão poderoso que não está ao meu alcance, sendo eu tão pequeno e insignificante.” No entanto, esse pensamento não corresponde ao que as Escrituras revelam. Deus deseja relacionar-se com seus filhos e convida cada um a aproximar-se d’Ele com confiança.

 

O Senhor tem grande interesse em caminhar conosco diariamente. Podemos contar com Sua presença em todos os momentos: no calor das alegrias e nos períodos frios das tristezas, lutas e adversidades. Ele permanece fiel, pronto para ouvir, consolar, orientar e fortalecer aqueles que O buscam.

 

Para concluir, deixo uma pergunta para sua reflexão: Você é apenas alguém que conhece a Deus, ou pode dizer que é amigo de Deus?

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 A OBEDIÊNCIA VALE MAIS QUE AS PALAVRAS!

 

“Mas que vos parece? Um homem tinha dois filhos, e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai hoje trabalhar na minha vinha. Ele respondeu: Não quero; mas depois, arrependendo-se, foi. Dirigindo-se ao segundo, disse-lhe a mesma coisa. E ele respondeu: Eu vou, senhor; mas não foi. Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram eles: O primeiro.” (Mateus 21:28-31).

 

O que essa parábola realmente me ensina? Ela estabelece uma distinção entre o discurso e o serviço, entre o que se fala e o que se faz. Um dos filhos respondeu: “Não quero”; o outro disse: “Eu vou, senhor”. Se considerássemos apenas as respostas iniciais, provavelmente elogiaríamos o segundo filho por sua aparente cortesia e respeito.

 

Entretanto, o desfecho da parábola revela uma realidade diferente. O primeiro filho respondeu de forma inadequada ao pai, mas depois se arrependeu e fez aquilo que lhe havia sido ordenado. Já o segundo, apesar de sua prontidão verbal, demonstrou desobediência por meio de suas atitudes.

 

Essa parábola nos ensina que Deus não se impressiona apenas com palavras bonitas ou promessas bem-intencionadas. Ele se agrada daqueles que, mesmo reconhecendo seus erros, se arrependem e obedecem. Afinal, uma palavra precipitada pode ser corrigida pelo arrependimento, mas uma promessa sem obediência revela um coração que ainda não se submeteu à vontade do Pai.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 CRISTÃOS SEM MÁSCARAS: VIVENDO A FÉ COM TRANSPARÊNCIA!

 

“Portanto, não te envergonhes do testemunho de nosso Senhor, nem de mim, que sou prisioneiro seu; antes participa das aflições do evangelho segundo o poder de Deus” (2 Timóteo 1:8).

 

Deus não nos resgatou para sermos “cristãos secretos”. Nossa liberdade em Cristo nos leva a glorificá-Lo tanto no secreto quanto em público, por meio de nossos pensamentos, palavras e, principalmente, de ações transparentes que reflitam o Seu caráter.

 

O apóstolo Paulo escreveu: “Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê...” (Romanos 1:16). Da mesma forma, ecoando o ensino do Senhor Jesus, a Escritura adverte: “Porquanto, qualquer que, nesta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do Homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos” (Marcos 8:38).

 

A transparência e a autenticidade devem marcar a vida do cristão. Quem foi alcançado pela graça de Deus é chamado a viver de modo coerente com a fé que professa, refletindo o caráter de Cristo em suas atitudes. Permanecer indiferente ao chamado de Deus e rejeitar Sua vontade conduz a uma vida distante dos Seus propósitos e ao risco de ouvir, naquele dia, as solenes palavras do Senhor: “Nunca vos conheci; apartai-vos de mim...” (Mateus 7:23).

 

Plinio Cavalheiro – capelão.

  DEUS QUER VOCÊ POR INTEIRO!   “Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos.” (2 Coríntios 13:5).   Se v...