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  NEUTRALIDADE É NEGAÇÃO!   “Ora, Pedro estava assentado fora, no pátio; e, aproximando-se dele uma criada, disse: Tu também estavas com Jesus, o galileu. Mas ele negou diante de todos, dizendo: Não sei o que dizes. E ele negou outra vez com juramento: Não conheço tal homem.” (Mateus 26:69,70,72).   Muitas vezes criticamos a atitude de Pedro. Parece inconcebível que um apóstolo que caminhou ao lado de Jesus Cristo, que compartilhou refeições com Ele, presenciou milagres, sinais e maravilhas, pudesse, por medo, negar justamente Aquele que o tirou das trevas e o conduziu à luz.   No entanto, esse episódio não é apenas um fato ocorrido há mais de dois mil anos; ele continua ecoando nos dias de hoje. Quantos que se dizem “convertidos” negam a Jesus de forma sutil? Fora do ambiente de fé, onde os testemunhos exaltam Seu nome, muitos se calam. Diante de pessoas que não vivem um compromisso com Cristo, preferem o silêncio, ou adotam a aparente neutralidade ao di...
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 SÁBADO DE LIBERTAÇÃO!   “E desceu Jesus a Cafarnaum, cidade da Galileia, e os ensinava nos sábados. E estava na sinagoga um homem que tinha o espírito de um demônio imundo, e exclamou em alta voz, Dizendo: Ah! Que temos nós contigo, Jesus Nazareno? Vieste a destruir-nos? Bem sei quem és: O Santo de Deus. E Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te, e sai dele. E o demônio, lançando-o por terra no meio do povo, saiu dele sem lhe fazer mal” (Lucas 4:31,33,34,35).     Hoje é sábado, como naquele dia em que Jesus se deparou com uma situação que, aos nossos olhos, parece complexa e assustadora. Diante d’Ele estava um homem possuído por um espírito imundo. O espírito, usando a voz daquele homem, gritou de forma petulante: “Ah! Que temos nós contigo, Jesus Nazareno?”   A fala no plural parecia uma tentativa de intimidação, talvez para confundir os presentes. Mas não havia engano possível diante do Filho de Deus. Os demônios reconheceram quem Ele era: o Santo de...
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  A LUZ QUE NÃO SE APAGA! “Mas, se andarmos na luz, como Ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado” (João 1:7).   Em certa ocasião, uma forte chuva caiu sobre nossa casa, acompanhada de ventos intensos, raios e trovões. Para nossa surpresa, ao cair da tarde, a energia elétrica foi interrompida, permanecendo assim até as 22 horas. Estávamos protegidos dentro de casa, abrigados da tempestade, mas algo essencial nos faltava: a luz.   Imediatamente buscamos alternativas para suprir aquela necessidade. As velas de parafina entraram em ação e, embora tenham ajudado, percebemos que nada substitui a energia elétrica que ilumina plenamente o ambiente e nos oferece segurança e conforto. A luz elétrica cumpre sua finalidade de forma completa, permitindo-nos viver normalmente, mesmo em meio à escuridão da noite.   Assim também é a nossa vida espiritual. O texto bíblico nos ensina sobre n...
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  O PODER DO AUTOCONTRE ESPIRITUAL! “Mas o fruto do Espírito é amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei” (Gálatas 5:22,23).   Se descascarmos uma laranja, certamente encontraremos vários gomos semelhantes, mesma aparência, mesmo sabor, mesma essência. É natural que seja assim. Nunca esperamos abrir uma laranja e encontrar dentro dela um gomo de abacaxi, outro de manga ou de morango. O fruto é um só, e seus gomos mantêm a natureza idêntica a dele.   Contudo, quando o apóstolo Paulo escreve aos gálatas, ele nos apresenta um fruto diferente, o fruto do Espírito. Embora seja um único fruto, ele se manifesta em virtudes distintas, cada uma com sua característica própria. São nove expressões que revelam o caráter de Cristo sendo formado em nós.   Entre todas, quero destacar o domínio próprio. Ao “descascarmos” esse fruto espiritual, percebemos que o domínio próprio exerce um papel fun...
  CUIDADO COM OS LAÇOS DA ALMA!   “ Não sejas companheiro do homem briguento, nem andes com o colérico, para que não aprendas as suas veredas e tomes um laço para a tua alma” (provérbios 22:24,25).   P or natureza, somos seletivos ao adquirir qualquer coisa. Examinamos cuidadosamente o que está diante de nós. Se for alimento, escolhemos o que está em melhores condições, sem sinais de deterioração. Se vamos comprar uma peça de roupa, observamos atentamente para verificar se há algum defeito de fabricação. Isso é saudável, pois trabalhamos com esforço para ganhar nosso dinheiro e desejamos levar para dentro de casa aquilo que é bom e de qualidade.   Entretanto, Deus nos apresenta um alerta que vai além das escolhas que satisfazem apenas o nosso corpo. Ele nos ensina a sermos criteriosos também, e principalmente, quanto às nossas companhias. A convivência tem poder de influência. Andar com pessoas dominadas pela ira, pela contenda e pelo descontrole pode, po...