FALSOS CRISTOS E FALSOS PROFETAS!

 

“Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo está aqui, ou ali, não lhe deis crédito; porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fosse, enganariam até os escolhidos” (Mateus 24:23,24).

 

O ser humano, desde o nascimento, enfrenta lutas e desafios. Está constantemente cercado por escolhas: ir para a direita ou para a esquerda, comprar ou não comprar, usar ou não usar, falar ou permanecer em silêncio. Essas decisões podem gerar tensão, expectativa e, muitas vezes, o temor de seguir por caminhos equivocados.

 

Para evitar erros e suas consequências, é necessário buscar discernimento, conhecimento e sabedoria. Devemos examinar cuidadosamente aquilo que é correto, saudável e justo. Ainda assim, enfrentaremos ataques e dificuldades ao longo da vida. Por isso, a Palavra de Deus nos orienta a usar “o capacete da salvação” (Efésios 6:17), que protege nossa mente contra as investidas do inimigo.

 

Jesus nos alerta sobre a necessidade de vigilância constante. Os perigos mencionados por Ele não são acontecimentos raros ou restritos a determinadas regiões do mundo. Eles se manifestam continuamente onde houver pessoas suscetíveis ao engano. O Senhor advertiu que surgiriam indivíduos que se apresentariam falsamente como representantes de Deus, ou até mesmo como o próprio Cristo, com o objetivo de enganar a muitos.

 

Esses falsos cristos e falsos profetas procuram aparentar aquilo que não são. Escondem-se atrás da mentira, assumindo uma identidade espiritual que não lhes pertence. Utilizam discursos persuasivos, sinais impressionantes e falsas promessas para conquistar a confiança dos desavisados e daqueles que desconhecem a verdade revelada nas Escrituras.

 

De forma ilustrativa, poderíamos dizer que eles se formaram na “UMS”, a “Universidade Mundial Satânica”, onde o engano, a mentira e a manipulação são ensinadas e aperfeiçoadas. Em contraste, os servos de Deus devem permanecer matriculados na “FES”, a “Faculdade das Escrituras Sagradas”, aprendendo continuamente a verdade da Palavra de Deus.

 

Entretanto, é importante lembrar que essa comparação é apenas uma figura de linguagem. Na realidade, ninguém se torna imune ao engano apenas pelo conhecimento intelectual. A verdadeira proteção está em conhecer as Escrituras, permanecer em comunhão com Deus e ser guiado pelo Espírito Santo. Foi assim que Jesus venceu as tentações no deserto: respondendo com a Palavra de Deus.

 

Por isso, a melhor defesa contra os falsos ensinos é examinar tudo à luz das Escrituras. Quanto mais conhecemos a verdade de Cristo, mais facilmente identificamos o erro. Afinal, a luz dissipa as trevas, e a verdade desmascara a mentira.

 

Diante disso, permanece atual a advertência do Senhor: “Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo está aqui, ou ali, não lhe deis crédito.”

 

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Segundo o ensinamento de Jesus em Mateus 24:23-24, qual é a principal defesa contra os falsos cristos e falsos profetas?

1️ Presenciar sinais e prodígios extraordinários.

2️ Seguir a opinião da maioria das pessoas.

3️ Conhecer e permanecer firme na Palavra de Deus.

4️ Confiar apenas em experiências e sentimentos pessoais.

 

 Plínio Cavalheiro – capelão. 

 QUANDO O “AI” SIGNIFICA COMPAIXÃO!

 

“Mas ai das grávidas e das que amamentarem naqueles dias!” (Mateus 24:19).

 

Quando isolamos Mateus 24:19, podemos interpretar de maneira equivocada as palavras de Jesus: “Mas ai das grávidas e das que amamentarem naqueles dias!” Afinal, o que Ele quis dizer com esse “ai”?

 

Nesse contexto, o “ai” não expressa condenação, mas lamento, preocupação e compaixão diante do sofrimento que aquelas mulheres enfrentariam. Jesus sabia que as gestantes teriam maiores dificuldades para fugir rapidamente em uma situação de grande aflição. Da mesma forma, as mães que estivessem amamentando precisariam cuidar de seus bebês, que dependiam delas para alimentação e proteção. Em uma circunstância que exigisse uma fuga imediata, a situação seria ainda mais difícil para elas.

 

É importante observar que a palavra “ai” pode assumir sentidos diferentes dependendo do contexto. Em Mateus 23:13, Jesus declarou: “Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois fechais aos homens o reino dos céus; e nem vós entrais nem deixais entrar os que estão entrando.” Nesse caso, o “ai” é uma forte advertência e expressão de juízo diante da hipocrisia e da conduta daqueles líderes religiosos.

 

Já em Mateus 24:19, o sentido é diferente. Jesus não está condenando as grávidas nem as mães que amamentavam. Ele está lamentando a difícil situação que elas enfrentariam. Para compreender isso, precisamos considerar o contexto. Jesus havia alertado seus discípulos sobre acontecimentos que precederiam um período de grande aflição. Ao mencionar a “abominação da desolação”, profetizada por Daniel, Ele orientou aqueles que estivessem na Judeia a fugirem para os montes (Mateus 24:15-16).

 

Nesse cenário, uma fuga rápida e inesperada seria particularmente difícil para as gestantes e para as mães que estivessem amamentando. Por isso, as palavras de Jesus revelam algo muito bonito: mesmo ao falar sobre tempos de grande sofrimento, Cristo demonstrou sensibilidade para com aqueles que estariam em situação de maior vulnerabilidade.

 

Portanto, Mateus 24:19 não é uma crítica à gravidez nem à maternidade. É, antes, uma expressão do cuidado e da compaixão de Cristo diante do sofrimento humano. Às vezes, uma mesma palavra pode carregar significados diferentes dependendo do contexto. Por isso, não devemos interpretar um versículo isoladamente, mas procurar compreender o que Jesus realmente quis comunicar. O “ai” de Jesus nem sempre é condenação. Em Mateus 24:19, é compaixão.

 

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Na sua opinião, o que Jesus quis transmitir ao dizer: “Ai das grávidas e das que amamentarem naqueles dias” (Mateus 24:19)?

A) Um lamento compassivo diante das dificuldades que elas enfrentariam.

B) Um alerta sobre os desafios de uma fuga rápida em tempos de grande aflição.

C) Uma demonstração do cuidado de Jesus pelos mais vulneráveis.

D) Todas as alternativas estão corretas.

 

Plínio Cavalheiro – Capelão. 

CORRENTES QUE DEUS PODE QUEBRAR!

 

"Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres." (João 8:36).

 

Que tristeza é conhecer alguém que, no passado, foi empresário, casado, tinha família, uma filha médica, uma vida estável e segurança financeira, mas que, gradativamente, viu seu patrimônio se deteriorar a ponto de perder absolutamente tudo o que possuía.

 

levado pelo vício do álcool, assistiu ao seu "império" profissional, familiar e financeiro desmoronar, semelhante a um prédio que, por questões técnicas e de segurança, é implodido até se transformar em escombros.

 

Perdeu completamente o controle da própria vida, renunciando a coisas preciosas que lhe pertenciam por direito, por ter se deixado dominar por um vício que o conduziu à solidão e a perambular pelas ruas da cidade.

 

Esse, porém, é apenas um caso entre milhares de outros semelhantes. Deus não criou o homem para ser escravo de absolutamente nada nesta vida. Em certo sentido, todo escravo perde o domínio sobre a própria vontade. Perde as chaves que abrem as portas do equilíbrio, do bom senso e da capacidade de fazer escolhas sábias. Sua percepção fica comprometida, e muitas vezes passa a considerar certo o que é errado e errado o que é certo.

 

É profundamente triste deparar-se com uma situação assim. Muitas vezes, na tentativa de ajudar alguém preso ao vício, percebemos que os recursos humanos são limitados e que nem sempre encontramos uma saída imediata. Entretanto, essa limitação não se aplica a Deus. Ele tem poder para libertar aqueles que estão aprisionados. Não existe corrente tão forte, prisão tão segura ou vício tão dominador que possa resistir ao poder de Deus.

 

A Palavra (Bíblia) declara: "O SENHOR solta os encarcerados." (Salmo 146:7). E aquele que foi libertado pode testemunhar: "Tirou-me de um lago horrível, de um charco de lodo; pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos." (Salmo 40:2).

 

Por isso, não sei qual é o seu vício, qual é a sua luta ou qual é a prisão que o mantém cativo. Mas eu conheço Aquele que é capaz de libertá-lo completamente e conduzi-lo a uma vida restaurada.

 

Cristo continua quebrando correntes, restaurando vidas e devolvendo a dignidade àqueles que se rendem ao Seu senhorio. Fomos libertos não para servir ao pecado, mas para servir Àquele que nos libertou. E, uma vez livres, podemos desfrutar das bênçãos que Deus concede, vivendo para a Sua glória e honrando o nosso Libertador.

 

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Na sua opinião, qual é a maior prisão que pode escravizar uma pessoa?

🔘 A) Vícios e dependências que dominam a vontade.

🔘 B) Mágoas, ressentimentos e falta de perdão.

🔘 C) Pecados e hábitos que afastam de Deus.

🔘 D) A falsa sensação de que não precisa de ajuda.

🔘 E) Todas as alternativas estão corretas.

 

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

  

 EXALANDO A FRAGRÂNCIA DE CRISTO!

 

“E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento. Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo...” (2 Coríntios 2:14,15a).

 

O assunto de hoje é perfume. Não se trata de algo novo, inventado recentemente. A própria Bíblia menciona a arte da perfumaria desde os tempos antigos. Um dos primeiros registros sobre esse ofício encontra-se nas instruções dadas por Deus a Moisés: “E disto farás incenso, um perfume segundo a arte do perfumista, temperado, puro e santo” (Êxodo 30:35). Isso demonstra que a preparação de fragrâncias já era conhecida e valorizada no antigo Israel.

 

Atualmente, a França é considerada uma das grandes referências mundiais quando o assunto é perfume, sendo frequentemente chamada de “capital mundial do perfume”. Entretanto, fragrâncias de excelente qualidade também são produzidas na Itália, nos Emirados Árabes e em diversos outros países.

 

Dificilmente encontramos alguém que não aprecie um aroma agradável. Por isso, escolhemos cuidadosamente os perfumes que usamos. Quando encontramos uma pessoa bem perfumada, geralmente sentimos uma sensação de satisfação e bem-estar provocada pela fragrância que ela exala.

 

Usando essa figura, o apóstolo Paulo ensina que nós, os cristãos, lavados e redimidos pelo sangue de Jesus Cristo, somos para Deus o bom perfume de Cristo. Assim como um perfume espalha sua fragrância por onde passa, também devemos manifestar a presença de Cristo em nossa vida diária.

 

Por onde estivermos, devemos exalar o perfume de Cristo, para que aqueles que convivem conosco percebam, por meio de nossas atitudes, algo diferente em nós. Ao observarem nosso modo de viver, falar, servir e amar, poderão desejar conhecer a fonte dessa fragrância espiritual que nos distingue.

 

Entretanto, esse perfume não é encontrado em lojas nem pode ser adquirido com dinheiro. Ele é fruto da graça de Deus operando em nossas vidas e se torna perceptível por meio do nosso caráter, testemunho e obediência ao Senhor. Lembremo-nos de que o bom perfume de Cristo não é transmitido por palavras apenas, mas principalmente pelas atitudes que refletem sua presença em nós.

 

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O que mais revela o bom perfume de Cristo na vida de um cristão?

🔘 Suas atitudes e seu caráter no dia a dia.

🔘 Sua disposição para amar, perdoar e servir ao próximo.

🔘 Seu testemunho fiel, mesmo em tempos difíceis.

🔘 Sua comunhão constante com Deus e obediência à Sua Palavra.

🔘 Todas elas exalam o bom perfume de Cristo.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

VOLTE ENQUANTO HÁ TEMPO!

 

"Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai" (Lucas 15:18).

 

A frase "Sempre há um caminho de volta" pode transmitir uma grande verdade, mas, se não for bem compreendida, pode levar a uma falsa sensação de segurança. Ela precisa ser acompanhada de uma importante ressalva: esse caminho existe, porém, deve ser percorrido enquanto ainda há tempo.

 

Na parábola do filho pródigo, vemos que o filho tinha o livre-arbítrio para deixar a casa do pai. Da mesma forma, também possuía a liberdade para decidir voltar. Entretanto, de nada lhe adiantaria essa liberdade se permanecesse na miséria sem tomar a decisão de retornar.

Deus sempre prepara o caminho de volta para aquele que se arrepende. Contudo, a existência desse caminho não basta. É necessário decidir percorrê-lo. Além disso, ninguém sabe quanto tempo ainda terá para tomar essa decisão. A oportunidade de voltar não permanecerá aberta indefinidamente.

 

Isso nos leva a uma reflexão séria: e se o filho pródigo tivesse morrido antes de se arrepender e retornar? Essa pergunta nos lembra da urgência do arrependimento. A Bíblia nos ensina que hoje é o dia da salvação e que não devemos adiar nossa resposta ao chamado de Deus.

 

Felizmente, a história do filho pródigo não terminou em tragédia, mas em festa. Ele reconheceu sua condição, arrependeu-se, levantou-se e tomou o caminho de volta. Ao chegar, foi recebido pelo pai com um abraço afetuoso, sinal do perdão, da restauração e do imenso amor de Deus.

 

Essa parábola deixa um alerta para todos nós. Se você está se afastando da presença de Deus ou já se afastou, não adie sua decisão. Volte enquanto há tempo. O Pai Celestial continua esperando por você de braços abertos, pronto para perdoar, restaurar e celebrar o seu retorno.

 

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O que essa parábola mais ensina a você?

A.      Deus sempre perdoa quem se arrepende.

B.      Não devo adiar minha decisão.

C.      Longe de Deus há sofrimento.

D.      O Pai está sempre esperando.

E.       Todas as alternativas trazem ensinamentos importantes.

 

Plínio Cavalheiro – capelão. 

FALSOS CRISTOS E FALSOS PROFETAS!   “Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo está aqui, ou ali, não lhe deis crédito; porque surgirã...