NÃO ADULTERARÁS

 

Sétimo Mandamento: “Não adulterarás” (Êxodo 20:14).

 

Nem precisamos dizer que adúltero é a pessoa, homem ou mulher, que, tendo um compromisso matrimonial, mantém relacionamento sexual com alguém que não é seu cônjuge. Tal atitude é considerada uma quebra da aliança conjugal e um ato de traição.

 

Além do sétimo mandamento, “Não adulterarás”, a Bíblia apresenta diversos outros textos que tratam desse assunto. No Antigo Testamento, lemos: “Quando um homem adulterar com a mulher do seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera” (Levítico 20:10). Também está escrito: “O que adultera com uma mulher está fora de si; só mesmo quem quer arruinar-se é que pratica tal coisa” (Provérbios 6:32). E ainda: “E chegar-me-ei a vós para juízo; e serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros, contra os adúlteros, contra os que juram falsamente, contra os que defraudam o diarista em seu salário, e a viúva, e o órfão, e que pervertem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o Senhor dos Exércitos” (Malaquias 3:5).

 

No Novo Testamento, Jesus amplia o entendimento sobre o assunto ao declarar: “Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo que qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já adulterou com ela” (Mateus 5:27-28).

 

Portanto, devemos guardar com zelo a fidelidade devida ao nosso cônjuge, honrando a aliança estabelecida diante de Deus. Em sentido figurado, a Bíblia também utiliza o adultério para representar a infidelidade espiritual. Quando permitimos que qualquer pessoa, desejo, interesse ou bem material ocupe o lugar que pertence exclusivamente a Deus em nosso coração, corremos o risco de nos tornar adúlteros espirituais.

 

Que possamos permanecer fiéis tanto em nossos relacionamentos quanto em nossa devoção ao Senhor, amando-O acima de todas as coisas.

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O adultério espiritual acontece quando:

A.      Deixamos de frequentar a igreja

B.      Colocamos algo acima de Deus em nossa vida

C.      Cometemos apenas pecados graves

D.      Não conhecemos a Bíblia

 

Plínio.

 NÃO MATARÁS – O VALOR DA VIDA AOS OLHOS DE DEUS

Sexto Mandamento – “Não matarás” (Êxodo 20:13).

 Longe de mim querer corrigir a Bíblia. Ela é perfeita, completa e rica em ensinamentos que orientam cada área de nossa vida. Entretanto, com todo respeito, sugiro que, ao ler o mandamento “Não matarás”, você considere a ideia de “Não assassinarás”. Faço essa observação porque existem situações em que uma morte ocorre de forma acidental, sem a intenção deliberada de tirar uma vida.

 

O foco desse mandamento está na proibição do homicídio, isto é, da morte provocada de forma intencional ou motivada por sentimentos pecaminosos, como a ira, o ódio e o desejo de vingança. Deus atribui um valor tão elevado à vida humana que condena não apenas o ato de matar, mas também os sentimentos que podem conduzir a esse ato.

 

O apóstolo João enfatiza essa verdade ao escrever: "Qualquer que odeia a seu irmão é homicida; e vós sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanecendo nele" (1 João 3:15). Perceba que, para Deus, o problema começa muito antes do assassinato. O ódio cultivado no coração já representa uma grave transgressão espiritual.

 

A vida humana é um dom divino e, por isso, ninguém tem o direito de ceifar a vida de seu semelhante por iniciativa própria, seja qual for a motivação. Somente Deus, o Autor da vida, possui autoridade soberana sobre ela. Como declarou Ana em sua oração: "O Senhor é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela" (1 Samuel 2:6).

 

Que este mandamento nos leve não apenas a respeitar a vida, mas também a cultivar amor, perdão e reconciliação em nossos relacionamentos, reconhecendo o valor que Deus atribui a cada ser humano.

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Qual é a principal lição do Sexto Mandamento?

🔘 Deus valoriza a vida humana.

🔘 O ódio pode ser tão grave quanto o homicídio.

🔘 Somente Deus tem autoridade soberana sobre a vida.

🔘 Todas as alternativas estão corretas.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

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