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  COMEÇO, MEIO E FIM! “ Aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao dia de Cristo Jesus.” (2. Filipenses 1:6). Existe um princípio que diz: o mais importante em todas as coisas é o fim. Na verdade, todo projeto carrega, como pano de fundo, o conceito de uma estrutura tripartite: começo, meio e fim. Ninguém alcança uma conclusão verdadeira, nem experimenta sucesso, sem enfrentar os degraus da vida, degraus que, muitas vezes, não são curtos nem suaves, e raramente se assemelham à facilidade de uma escada rolante. Por isso, começar é bom, perseverar no meio é ainda melhor, e finalizar com excelência é extraordinário. Mas isso só é possível quando cada etapa é vivida com responsabilidade, esforço e fidelidade ao propósito estabelecido desde o início. Esse princípio é válido tanto para as realizações materiais quanto para os planejamentos espirituais. Ao estudarmos a Palavra de Deus, percebemos que para cada bênção, cada “projeto” divino, existe um ônus, um preço a ser p...
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O CUIDADO COM APROXIMAÇÃO INTERESSADA!   “ Jesus respondeu-lhes, e disse: Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes” (João 6:26). Você já enfrentou uma situação em que alguém se aproxima com simpatia, elogios e sorrisos, mas, no fundo, o interesse real não é por você, e sim pelo que você pode oferecer? Pessoas que não se aproximam por afeto genuíno, mas porque esperam algum benefício, alguma vantagem, algum retorno? É assim que agem muitos homens em época de busca por votos: abraçam, sorriem, batem no seu ombro, fazem questão de estar por perto, não por consideração verdadeira, mas pelo interesse no que você pode proporcionar. Uma aproximação calculada, não sincera. Em João 6:26, Jesus toca exatamente nessa ferida humana. Ele diz: “Vocês estão me procurando não porque viram os sinais, mas porque comeram dos pães e se saciaram.” Em outras palavras: muitos o buscavam não por quem Ele é, mas pelo que Ele pod...
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A SEMENTE DA DESOBEDIÊNCIA DÁ FRUTO AMARGO!   “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também colherá” ( Gálatas 6:7).   Quando recebemos uma incumbência de alguém a quem somos subordinados, como um patrão ou chefe, buscamos executá-la com a máxima agilidade e responsabilidade. Caso isso não ocorra, corremos o risco de enfrentar consequências desagradáveis, como advertências, suspensões ou, em situações extremas, até a dispensa por justa causa. Tais desdobramentos são lamentáveis, tanto para nós, que somos provedores do lar, quanto para toda a nossa família, que também acaba sendo impactada.   Da mesma forma acontece em nossa relação com Deus. Quando Ele nos dá uma ordem, não o faz como um chefe distante, mas como Pai soberano, que tem autoridade absoluta sobre seus filhos, filhos que nos tornamos por meio de Jesus Cristo. Contudo, quando tratamos Seus mandamentos com negligência, as consequências inevitavelmente chegam. A ...
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NÃO DÁ PARA SE ESCONDER DE DEUS! “ E ouviram a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e esconderam-se Adão e sua mulher da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim. E chamou o Senhor Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás?” (Gênesis 3:8,9). Quem de nós, como pais, nunca brincou de esconde-esconde? Nossos filhos, com seus olhos pequenos e cheios de imaginação, procuram um canto “perfeito” para se esconder, acreditando que o pai levará muito tempo para encontrá-los. Mas, na maioria das vezes, nós já os vimos ali, encolhidos atrás de uma porta, sob a mesa ou naquele cantinho escuro da casa. Mesmo assim, fingimos não ter percebido, apenas para prolongar a alegria deles. Entramos no jogo, e eles ficam radiantes por acreditarem que seu esconderijo foi realmente secreto. Mas há outro tipo de esconderijo. Quando a criança faz algo errado e desonra o seu pai, ela também se esconde, não por diversão, mas por medo. Agora não é brincadeira: ela sabe que haverá um ...
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NÃO ENTRE EM GUERRAS SEM DEUS!   “O Senhor é homem de guerra; o Senhor é o seu nome. Lançou no mar os carros de Faraó e o seu exército; e os seus escolhidos príncipes afogaram-se no Mar Vermelho” (Êxodo 15:3,4).   Desde os tempos mais antigos, ainda nos dias em que Moisés enfrentou o poderoso Faraó, os conflitos entre pessoas e nações nunca cessaram. A humanidade continua a guerrear por quase qualquer motivo, muitas vezes movida por uma fome insaciável de ter mais e uma fome ardente de poder.   A guerra travada entre Moisés e Faraó não foi apenas um embate político, mas um confronto espiritual. No pano de fundo daquela história está a ganância do rei do Egito, que se recusou a libertar o povo de Israel porque desejava manter seus escravos, explorando sua força de trabalho e sustentando sua glória às custas do sofrimento alheio. Era a expressão máxima da ambição desmedida e da dominação cruel.   É nesse contexto que Êxodo 15:3–4 se torna tão poderoso: ...