A SEMENTE DA DESOBEDIÊNCIA DÁ FRUTO AMARGO!
“Não vos enganeis: de Deus
não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também colherá” (Gálatas
6:7).
Quando recebemos uma
incumbência de alguém a quem somos subordinados, como um patrão ou chefe,
buscamos executá-la com a máxima agilidade e responsabilidade. Caso isso não
ocorra, corremos o risco de enfrentar consequências desagradáveis, como
advertências, suspensões ou, em situações extremas, até a dispensa por justa
causa. Tais desdobramentos são lamentáveis, tanto para nós, que somos
provedores do lar, quanto para toda a nossa família, que também acaba sendo
impactada.
Da mesma forma acontece em
nossa relação com Deus. Quando Ele nos dá uma ordem, não o faz como um chefe
distante, mas como Pai soberano, que tem autoridade absoluta sobre seus filhos,
filhos que nos tornamos por meio de Jesus Cristo. Contudo, quando tratamos Seus
mandamentos com negligência, as consequências inevitavelmente chegam. A própria
Palavra de Deus afirma: “Tudo o que o homem semear, isso também colherá.”
E o fruto da desobediência é
amargo como fel. Desobedecer a Deus nunca vale a pena. Cada passo fora da
vontade Dele nos afasta da graça, da paz e das bênçãos que Ele preparou para
nós. Obedecer não é peso; é proteção. É caminho seguro. É vida.
Um exemplo marcante dessa
verdade está na vida de Jonas. Deus lhe deu uma ordem clara: ir a Nínive e
anunciar Sua mensagem. Porém, Jonas escolheu desobedecer e seguir na direção
oposta. O resultado? Uma tempestade que quase destruiu o navio, homens desesperados
clamando, e Jonas lançado ao mar, onde foi engolido por um grande peixe.
A desobediência de Jonas não
trouxe apenas sofrimento para ele, mas também para todos ao seu redor. Só
quando Jonas se rendeu à vontade de Deus é que a paz voltou, e o propósito
divino foi cumprido. Essa história nos lembra que fugir de Deus nunca termina
bem. A obediência pode exigir coragem, renúncia e fé, mas a desobediência
sempre cobra um preço alto. Deus nos chama não para nos limitar, mas para nos
conduzir ao melhor caminho.
Plínio Cavalheiro – capelão.
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