DEUS NÃO FAZ CÓPIAS: ELE CRIA VIDAS COM PROPÓSITO
Quando Deus decidiu criar o ser humano, não construiu um
grande galpão para instalar maquinários que produzissem homens em série. Não
somos produtos industrializados! Somos criaturas formadas pelas mãos do
Criador, cada uma com características próprias, dotadas de uma individualidade
que nos distingue uns dos outros.
Desde a criação, cada ser humano possui características
particulares, que envolvem aspectos físicos, gostos, preferências e
personalidade. Entretanto, há algo que nos une e que é fundamental: todos fomos
criados por Deus para viver em comunhão com Ele e cumprir os propósitos para os
quais fomos criados.
Lamentavelmente, o ser humano, no início da criação,
escolheu desobedecer a Deus, e essa decisão trouxe consequências profundas para
toda a humanidade, introduzindo o pecado e rompendo a comunhão que existia
entre o Criador e a criatura.
Contudo, Deus, em Seu infinito amor e em Sua maravilhosa
graça, providenciou o caminho para a reconciliação por meio de Jesus Cristo,
que morreu e ressuscitou para nos libertar do domínio do pecado e nos
reconciliar com o Pai.
Por meio dessa obra redentora, somos chamados ao
arrependimento, à fé e a uma vida de transformação, para que sejamos
conformados à imagem de Seu Filho. Essa transformação não acontece por nossos
próprios méritos, mas pela graça de Deus, mediante a ação do Espírito Santo em
nós.
E, quando Cristo voltar, aqueles que Lhe pertencem terão
a redenção plenamente consumada. Seremos transformados e viveremos para sempre
com o Senhor, livres da presença do pecado. Não fomos criados para viver
segundo o formato que o pecado impôs à humanidade, mas para sermos
transformados, pela graça de Deus, à imagem de Jesus Cristo.
Que o Senhor nos ajude a compreender que, embora sejamos
diferentes em nossas características individuais, fomos todos chamados a
conhecê-Lo, amá-Lo e viver para a Sua glória. Amém!
Obs.: Crédito aos devidos autores. Alguns princípios deste
texto têm como referência a obra Uma Vida com Propósitos, de Rick Warren, cuja
leitura recomendo.
Plínio Cavalheiro – capelão.

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