COMUNHÃO: UM PROJETO DE DEUS!

 

Deus não criou o ser humano para viver isolado ou em solidão. Jesus poderia ter chamado uma multidão de homens para serem Seus apóstolos, mas não o fez. Ele chamou apenas doze, investindo neles conhecimento e unção, que seriam posteriormente multiplicados. Desde o início da criação, Deus declarou: “Não é bom que o homem viva só” (Gênesis 2:18).

 

O ser humano necessita interagir e se relacionar com outros seres vivos, até mesmo com um animal de estimação. Entretanto, o ideal é que esses relacionamentos sejam cultivados, principalmente, entre as pessoas, por meio da convivência, da comunhão, do cuidado e da reciprocidade.

 

Mas como desenvolver relacionamentos profundos em meio a uma multidão? Para mim, seria difícil alcançar um nível de proximidade com muitas pessoas ao mesmo tempo, considerando suas diferentes características, gostos e preferências.

 

Jesus, em Sua sabedoria, declarou: "Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles" (Mateus 18:20). Não há nada de errado com igrejas compostas por muitos membros. Contudo, quando formamos pequenos grupos dentro delas, frequentemente chamados de células, torna-se mais fácil conhecer uns aos outros, compartilhar experiências, exercer o cuidado mútuo e fortalecer os laços de comunhão.

 

Sabemos que Deus valoriza a comunhão entre Seus filhos. Por isso, os pequenos grupos podem ser uma ferramenta importante para promover relacionamentos mais próximos, desenvolver a empatia e fortalecer a unidade do Corpo de Cristo. Quando cada membro é conhecido, ouvido e cuidado, a comunhão se torna mais profunda e o crescimento espiritual acontece de forma mais natural.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

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