UMA OFERTA DIVINA EM TRÊS SABORES!

 


“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça” (Isaías 41:10).

 

Tempos atrás, havia um alimento muito especial que vinha guardado em uma lata redonda. Ao abri-la, encontrávamos três doces deliciosos: marmelada, goiabada e marrom glacê. Só de lembrar, já dá água na boca. Era uma combinação simples, mas irresistível.

 

Deixando um pouco o saudosismo de lado, pensemos em algo ainda melhor, aquilo que Deus nos oferece em Sua Palavra. No versículo mencionado, o Senhor coloca diante de nós, em um único texto, três promessas preciosas: coragem para vencer o temor, fortalecimento para o fraco e Sua mão poderosa para sustentar todos os que se sentem desamparados.

 

Não se trata de um alimento que satisfaz apenas o paladar, mas de uma provisão que nutre a alma, renova as forças e traz segurança ao coração. Portanto, aceite essa oferta graciosa que vem de Deus para você. Abra o coração, receba cada promessa e permita que elas sustentem sua caminhada.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 CONHECER A PORTA NÃO É O MESMO QUE ENTRAR!

 


“E percorria as cidades e as aldeias, ensinando, e caminhando para Jerusalém. E disse-lhe um: Senhor, são poucos os que se salvam? E ele lhe respondeu: Esforçai-vos para entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão” (Lucas 13:22-24).

 

Você já fez uma pergunta a alguém e recebeu uma resposta, no mínimo, desconcertante? Pois bem, Jesus frequentemente agia assim. Em vez de responder simplesmente “sim” ou “não”, Ele ia além, conduzindo Seus ouvintes a refletirem sobre aquilo que realmente precisavam compreender.

 

Certa vez, os discípulos quiseram saber quantos seriam salvos. Contudo, em vez de satisfazer a curiosidade deles com números, Jesus voltou-Se para o coração de cada um e trouxe um alerta pessoal: “Esforçai-vos para entrar pela porta estreita.” Em outras palavras, a questão não era quantos seriam salvos, mas se eles próprios estavam preparados.

 

Muitos discípulos, e digo discípulos, não apóstolos, conheceram Jesus, que é a Porta, caminharam com Ele, que é o Caminho, mas não conseguiram atravessar a porta estreita. Por quê? Porque estavam sobrecarregados — não de peso físico, mas de excessos espirituais: orgulho, vaidade, autossuficiência, pecados não abandonados. Preferiram a porta larga, mais confortável, que não exige renúncia nem transformação.

 

Não se trata aqui de aparência física, mas de uma metáfora para nossa condição espiritual. A porta estreita exige leveza de alma, desprendimento e disposição para abandonar tudo o que nos impede de avançar. Assim, permanece a pergunta que ecoa até hoje: Por qual porta você tem escolhido entrar?

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 VIVENDO EM FÉ QUE INSPIRA OUTROS!

 

 “Assim, pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus” Romanos 14:12).


Presenciamos muitos casos em que alguém, especialmente pais que perdem um filho prematuramente em um acidente, diz, em meio à dor: “Ah, se eu pudesse, morreria no lugar dele, para que ele pudesse desfrutar da vida que teria pela frente”. O mesmo sentimento surge em tempos de sofrimento e angústia.

 

Entretanto, por mais que haja amor sincero e boa vontade, não é possível ocupar o lugar do outro. Cada pessoa carrega sua própria história, suas lutas e seus processos. Assim também acontece com a fé. Absolutamente ninguém pode entregar a sua fé a outra pessoa. A fé que habita em cada um de nós é pessoal, intransferível e única. Não pode ser dividida como se fosse algo material. Afinal, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus.

 

Todavia, há algo que podemos, e devemos, fazer: viver pela fé de maneira tão genuína que ela desperte nos outros o desejo de buscá-la. Quando caminhamos confiando em Deus, mesmo em meio às adversidades, transmitimos esperança. Nossa postura diante das lutas se torna um testemunho vivo de que é possível enfrentar o amanhã com confiança, certos de que Deus cuida de nós em todo tempo.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 

 QUE HOMEM É ESTE?

 


“E os seus discípulos, aproximando-se, o despertaram, dizendo: Senhor, salva-nos! Que perecemos. E ele disse-lhes: Por que temeis, homens de pequena fé? Então, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar, e seguiu-se uma grande bonança. E aqueles homens se maravilharam, dizendo: Que homem é este, que até os ventos e o mar lhe obedecem?” (Mateus 8:25-27).

 

Existe um cântico que diz: “Com Cristo no barco tudo vai muito bem...”. Entretanto, por que o texto bíblico narra uma situação em que Jesus estava no barco com Seus discípulos e, ainda assim, as coisas não iam tão bem?

 

Precisamos refletir e crer na Palavra de Deus quando afirma que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”. Aquela tempestade específica nos mostra que, embora os discípulos andassem com Jesus, ainda não O conheciam de fato. Tanto que chegaram a perguntar: “Que homem é este, que até os ventos e o mar lhe obedecem?”

 

Essa experiência revelou que estar ao lado de Jesus não significa ausência de tempestades, mas a certeza de que Ele tem autoridade sobre todas elas. Nós também precisamos aprender a caminhar com Jesus, conhecê-Lo verdadeiramente e confiar que Ele é Aquele que pode todas as coisas.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 NADA FICA ESCONDIDO AOS OLHOS DE DEUS!

 


“O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Provérbios 28:13). 

 

A maldade do homem quase sempre procura agir nas sombras. Busca esconder-se, evitar testemunhas e camuflar suas intenções, acreditando que o segredo garantirá impunidade. Contudo, aquilo que é praticado às escondidas frequentemente produz consequências amargas e resultados insatisfatórios para quem o comete.

Encobrir transgressões não anula a culpa; apenas a adia. Pode até haver crimes considerados “perfeitos” por nunca serem descobertos pela justiça dos homens, mas ninguém consegue escapar da própria consciência, essa prisão silenciosa da alma. E, acima de tudo, nada passa despercebido aos olhos de Deus.

A verdadeira libertação não está na ocultação do erro, mas na confissão sincera e no arrependimento genuíno. Somente por meio do reconhecimento da falha e do pedido de perdão ao Senhor é que o homem encontra paz, restauração e a oportunidade de recomeçar.

 Plínio Cavalheiro - capelão.

 É DE GRAÇA...OU É PELA GRAÇA?   “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé...” (Efésios 2:8).   É importante distinguir as express...