A ÚNICA ESCOLHA QUE GARANTE O VERDADEIRO PRÊMIO!



“Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8:36).
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O mundo está impregnado de pessoas autônomas e empresas de nomes sugestivos, cujas propostas são direcionadas a um público ambicioso, sedento pelo enriquecimento rápido, fácil e supostamente garantido. Esse apelo se espalha por diversos segmentos, imóveis, automóveis, esquemas de pirâmide e tantos outros. A Mega Sena lidera esse cardápio de promessas “vantajosas”.

A probabilidade de alguém conquistar o prêmio máximo é de 1 em 50.063.860 e, ainda assim, multidões de jogadores contumazes se enfileiram nas casas lotéricas. Não para jogar, propriamente, mas para tentar encontrar uma diminuta agulha em um imenso palheiro.

Em contraste com essas apostas incertas, existe um prêmio incomparavelmente maior, aquele que Deus oferece ao homem. Um prêmio que não depende de sorte, números ou probabilidades. Ele é acessível a todos, oferecido gratuitamente, e exige apenas uma coisa: uma decisão consciente.

Não se trata de “apostar” em Cristo, mas de aceitá-lo como Senhor e Salvador. O homem precisa tomar posse desse dom. Não basta desejar ganhá-lo; é necessário ir ao encontro d’Aquele que estende a mão e o oferece. A escolha é pessoal, intransferível e eterna. Diga sim a Ele.

Plínio Cavalheiro – capelão.✍️🙏

 A VIDA: O BEM QUE SEMPRE QUEREMOS MAIS!

 


Existe um ditado bastante popular que diz: “O que é bom dura pouco”. Curiosamente, o relógio não muda sua velocidade diante do que é bom ou do que é ruim; os segundos seguem iguais, indiferentes às nossas emoções. Quem faz essa distinção é a nossa mente. É ela que separa o prazer do desconforto e nos dá a sensação de que as coisas boas passam mais rápido, como se o tempo tivesse duas faces.

 

Talvez seja por isso que a Bíblia nos ensine que “Deus fez tudo formoso no seu tempo e colocou a eternidade no coração do homem”. Existe dentro de nós um desejo silencioso de permanência, de continuidade, de que aquilo que é bom não termine tão depressa. O relógio obedece às leis do tempo, mas o coração obedece à eternidade que Deus nele colocou.

 

As sensações de bem-estar enviam ao cérebro mensagens claras, diretas e autênticas. Não há falsidade nelas; chegam como são, verdadeiras, quase como mensagens instantâneas que atravessam nossos sentidos e nos dizem: isso é bom, isso vale a pena. Por isso, quando participamos de uma boa programação e o dirigente anuncia o encerramento, algo dentro de nós reage em silêncio, mas com força: “Mas já terminou?” É a alma falando mais alto que o relógio.

 

Lembro-me da infância, quando tinha a oportunidade de ir a um parque infantil. Minha grande preferência eram os carrinhos elétricos que se chocavam uns contra os outros, numa deliciosa bagunça cheia de risos. Quando o sinal soava e a energia era desligada, era unânime o protesto dos pequenos motoristas daquela confusão alegre: “Já acabou o tempo?” O tempo havia acabado, mas a alegria ainda queria ficar.

 

Essas experiências revelam uma verdade simples e profunda: as coisas boas da vida não são medidas apenas pela duração, mas pela intensidade com que são vividas. E entre todas elas, a maior, a principal e mais preciosa é a própria vida. É nela que cabem os risos, as memórias, os encontros e até essa sensação tão humana de que o tempo passa rápido demais quando estamos felizes.

 

Talvez, no fim das contas, o que é bom não dure pouco. Nós é que aprendemos a amar tanto essas dádivas, especialmente a vida, que sempre desejamos viver um pouco mais daquilo que Deus, sabiamente, fez formoso no seu tempo.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

                         QUANDO O PECADO NÃO É DOMINADO!

 


“E disse o Senhor a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu o guarda do meu irmão? Gênesis 4:9).

 

Enganam-se aqueles que pensam que um pecado pequeno, diante da grandeza do amor de Deus, passará despercebido. Assim como o artilheiro, diante do gol adversário, usa a mão para empurrar a bola e tenta justificar seu ato, buscando enganar os jogadores e até mesmo o árbitro da partida. Em alguns casos, o infrator até consegue iludir a todos e sair aparentemente vitorioso, recebendo créditos que não lhe pertencem. Porém, diante de Deus, nada fica oculto. Ele não se deixa enganar por aparências, pois vê o coração, pesa as intenções e julga com justiça perfeita.

 

A Bíblia narra a história de dois irmãos. Abel, homem leal, de coração sincero e temente a Deus, vivia de modo digno, e o olhar do Senhor estava sobre ele, aprovando suas atitudes e sua oferta. Caim, por outro lado, possuía uma índole corrompida, permitindo que sentimentos como a inveja e o ciúme crescessem em seu coração contra o próprio irmão.

Esse sentimento pecaminoso foi se intensificando até atingir o seu ápice: Caim passou a maquinar a morte daquele que, aos seus olhos, se destacava em atitudes corretas e era aprovado por todos, inclusive por Deus, que a tudo observava. Dominado pelo pecado, Caim levantou-se contra Abel e tirou-lhe a vida.

 

Contudo, Deus entrou na história. Ao se encontrar com Caim, percebeu, pelo abatimento de seu semblante, que algo grave havia acontecido. Sim, Abel já estava sem vida, vítima da trama maligna de seu próprio irmão. A grande lição que extraímos desse relato é que um abismo chama outro abismo: um pecado não tratado abre caminho para muitos outros. Caim, dominado pelo ciúme e pela inveja, chegou ao extremo do assassinato e, em seguida, acrescentou à sua culpa a mentira. Quando foi questionado por Deus acerca do paradeiro de Abel, respondeu: “Não sei; sou eu o guarda do meu irmão?” A falsidade surgiu imediatamente, como se fosse possível ocultar algo d’Aquele que tudo vê. Diante de Deus, porém, nada permanece escondido; Ele conhece os atos, as palavras e até as intenções mais profundas do coração.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 

 

O ENCONTRO NOTURNO E A VERDADE ETERNA!

 


“Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.” (João 3:5).

 

Ainda existem dúvidas sobre o versículo em que Jesus responde a Nicodemos naquela noite em que ele O procurou buscando respostas sobre a salvação e sobre como entrar no Reino de Deus. Entre as palavras de Jesus, destaco o versículo cinco do capítulo três de João: “Na verdade, na verdade te digo: aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus.”

 

Esse versículo é comumente interpretado da seguinte forma: “água” simboliza o batismo, e “Espírito” representa a graça transformadora operada pelo Espírito Santo. Por que “água” é entendida como batismo? Porque, ao descer às águas, o batizando demonstra publicamente que está morrendo para o mundo, renunciando a sua antiga identidade. E, ao emergir, simboliza que está nascendo de novo, comprometido a viver uma nova vida em Cristo.

 

Como diz a Escritura: “As coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” Assim, o homem pode entrar no Reino de Deus lavado e transformado pelo Espírito Santo, que opera essa mudança profunda no coração. É importante lembrar que essa transformação acontece a partir da idade de entendimento, quando a pessoa compreende o que está fazendo e assume conscientemente o compromisso de seguir a Cristo.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 

 

 

 NÃO IGNORE A BATIDA QUE PODE MUDAR SUA VIDA!

 


“Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei até ele, e com ele cearei, e ele comigo” (Apocalipse 3:20).

 

Certa noite, um homem estava em casa sozinho, frustrado com a vida. Ele havia passado o dia reclamando: “Deus não me ajuda, Deus não se importa comigo, Deus está longe demais.” Enquanto pensava nisso, ouviu alguém bater à porta. Toque! Toque! Toque!

Ele ficou irritado: “Quem é que vem incomodar a essa hora? Não vou abrir!” A batida continuou, suave, insistente, mas nunca agressiva. Ele decidiu ignorar. Ligou a TV, aumentou o volume, fez de tudo para não ouvir. Depois de algum tempo, o silêncio.

 

Mais tarde, quando foi dormir, sentiu uma tristeza profunda no coração. E então ouviu uma voz suave dentro da alma, como um sussurro: “Eu estive batendo à sua porta… mas você não me deixou entrar.” O homem entendeu: Ele estava pedindo a Deus respostas, ajuda, direção, Mas quando Deus veio, de forma simples, silenciosa, suave, ele simplesmente não abriu. Assim é com muitos hoje: pedem que Deus fale, que Deus aja, que Deus se aproxime, mas quando Ele bate, através de uma palavra, de um culto, de uma oportunidade de perdão ou mudança, o coração permanece fechado.

 

Jesus jamais bate à porta de alguém apenas para uma conversa superficial. Ele não entra em uma casa só para tomar um café, falar de futebol, política ou assuntos passageiros, e depois ir embora como se nada tivesse acontecido. Em todas as casas em que Ele entrou, algo extraordinário aconteceu. Doentes foram curados, Lázaro ressuscitou, corações quebrantados, foram restaurados, pecadores encontraram perdão. Lar algum permaneceu igual depois que Jesus atravessou a porta.

 

Essa “casa” representa algo muito maior: é símbolo do nosso próprio interior, da nossa vida, do nosso coração. Quando Jesus entra, Ele não vem fazer sala; Ele vem transformar. Ele vem limpar, organizar, restaurar, iluminar e colocar tudo em ordem outra vez. A questão é: Você já abriu a porta para Ele? Porque quando Jesus entra, o comum se torna extraordinário, o velho é renovado e o impossível acontece.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

CORRENTES QUE DEUS PODE QUEBRAR!   "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres." (João 8:36).   Que trist...