QUE O NOSSO “SEXTOU” SEJA O DIA DO SENHOR!

 


“Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor” ; No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar” (Salmo 122:1 e 1 Coríntios 16:2).

 

É notório que milhares e milhares de pessoas usam o termo “sextou”, como se a sexta-feira fosse o dia mais especial da semana, aquele em que tudo ganha destaque diante das demais coisas que Deus criou. Por meio desse dia, muitos extravasam seus desejos, buscando apenas “diversão” e dando lugar à carne.

 

Mas os cristãos, se ainda não têm, deveriam ter seus sentimentos voltados para o Domingo e chamá-lo de “DOMINGOU”, tratando-o como algo precioso, santo e edificante. Um dia em que a alma experimenta o melhor de Deus, indo à Sua casa com alegria indescritível.

 

Que o nosso coração bata mais forte não pela sexta-feira, mas pelo Dia do Senhor, quando somos renovados, restaurados e cheios da presença de Deus.

 

*POSSO OUVIR UM AMÉM?*

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

                 O SORRISO QUE DEUS NOS DEVOLVE

 

“Porque a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida. O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã” (Salmos 30:5).

 

Feliz é aquele que já atravessou momentos de dor e lágrimas, lágrimas que, por um instante, pareciam eternas. Contudo, pela misericórdia de Deus, ao amanhecer, quando o sol voltou a brilhar, elas se foram trazendo alívio e um sorriso aos nossos lábios.

 

Pois o sorriso é um sinal da cura que Deus providencia para nós. Assim como declara o salmista, nossa vida tem valor diante do Senhor, porque é por meio dela que podemos louvá-Lo e anunciar a Sua verdade.

 

Dessa forma, não entres em desespero no tempo da aflição. Lembra-te de que Deus transforma o pranto em alegria e que a solução está próxima daqueles que têm o Senhor como Pai. Ele não nos abandona na dor; ao contrário, restaura-nos para que possamos viver e glorificar o Seu nome.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 OUVIDOS ATENTOS, VIDA ABENÇOADA

 


“Ouve-me, povo meu, e eu te atestarei: Ah, Israel, se me ouvires! Não haverá entre ti deus alheio, nem te prostrarás ante um deus estranho” (Salmos 81:8,9).

 

Quantas vezes ouvimos filhos dizerem aos pais: “Ah, se eu tivesse te ouvido!” Na maioria das vezes, a voz dos pais é prudente, experiente e carregada de valores que nos conduzem ao bem. A Palavra de Deus confirma essa verdade quando declara: “Filho meu, ouve a instrução de teu pai e não deixes o ensino de tua mãe” (Provérbios 1:8).

 

Ouvir pai e mãe faz parte do temor do Senhor e do caminho de uma vida abençoada. No entanto, acima de toda orientação humana, está o chamado divino: ouvir a Deus e render-se a Ele. Submeter-se à Sua voz e prostrar-se diante d’Ele é o ato mais sábio que o ser humano pode praticar, pois é somente em Deus que encontramos direção segura, verdade e vida.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 O CARTÓRIO DO CÉU

 


“Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões e sobre toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum. Contudo, não vos alegreis porque os espíritos se vos sujeitam; alegrai-vos, antes, por estarem os vossos nomes escritos nos céus” (Lucas 10:19–20).

 

Lucas, inspirado por Deus, apresenta nesse texto uma ordem de prioridades espirituais ao destacar dois temas centrais: poder e salvação. Jesus reconhece que seus discípulos receberam autoridade, mas faz questão de deixar claro que o maior motivo de alegria não é o poder, e sim a salvação.

 

De que adiantaria ao homem ter recursos e capacidade para construir uma belíssima casa e, depois de pronta, ser impedido de morar nela? Da mesma forma, de nada vale possuir poder espiritual, dons ou autoridade, se o nome não estiver registrado nos céus. Se fosse possível escolher, o ideal seria desfrutar de ambos, poder e salvação, mas sempre lembrando que o poder só tem valor quando está ligado à vida eterna.

 

A Bíblia nos adverte que, muitas vezes, o ser humano inverte essa lista de prioridades, buscando ser “grande aos olhos dos homens” e deixando em segundo plano aquilo que é eterno. No entanto, quando uma criança nasce, seus pais se apressam em registrá-la no cartório; só depois vêm as demais providências. Esse registro garante sua identidade e seus direitos.

 

Da mesma forma, Deus nos ensina que a prioridade é ter o nome registrado no “Cartório do Céu”, no Livro da Vida. Quando alguém nasce de novo em Cristo, seu nome é ali escrito, e todas as demais bênçãos passam a ser consequência natural dessa nova vida.

Portanto, antes de buscar poder, conquistas ou reconhecimento, busquemos a certeza da salvação, pois o maior milagre não é expulsar demônios, mas ter o nome escrito nos céus.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 REFÚGIO EM MEIO À AFLIÇÃO

 


“No dia da minha angústia clamo a ti, porque tu me respondes. Entre os deuses não há semelhante a ti, Senhor, nem há obras como as tuas” (Salmos 86:7–8).

 

Na hora da adversidade, quando parece que o céu desabou sobre a nossa cabeça, o coração humano se vê tomado por fragilidade. O remédio já não traz alívio, o leito se transforma em lugar de aflição, as pernas enfraquecem e a visão se turva, mesmo sob um dia ensolarado. Nesse estado de dor, muitos não sabem a quem recorrer; e, quando recorrem, muitas vezes o fazem de forma equivocada. Buscam soluções onde não há, pedem socorro a quem também está ferido, e se voltam para fontes onde o Altíssimo não habita.

 

O salmista nos ensina um caminho mais alto: direcionar nossa angústia ao Deus que fez os céus e a terra. Ele não é como os falsos deuses, que prometem e não cumprem, que iludem e não salvam. Somente o Senhor tem poder para sustentar, restaurar, curar e salvar aqueles que o buscam em espírito e em verdade. Nele há resposta para a dor, refúgio para a alma e esperança para os dias mais escuros.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

  TUDO VAI BEM!   "Vai tudo bem contigo?... Ela respondeu: 'Tudo vai bem” (2 Reis 4:26).   Você gosta de ouvir histórias? Eu,...