O MILAGRE QUE COMEÇA COM OBEDIÊNCIA!

 


“Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora. Sua mãe disse aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser” (João 2:4,5).

 

Aprouve a Deus que o primeiro milagre de Jesus acontecesse em uma festa de casamento. Não sabemos se Jesus escolheu aquela ocasião para exaltar o valor do relacionamento entre homem e mulher, mas sabemos que nada é por acaso. Um casamento representa o início de um lar, de uma história, de um futuro, e talvez por isso o Senhor tenha se revelado justamente ali: para ensinar que nenhum relacionamento permanece de pé se Ele não estiver presente. Porque todo casamento sem Jesus está sempre à beira de um fiasco, mas todo casamento com Jesus encontra graça até no que parece impossível.


Naquele casamento em Caná, o vinho acabou. A alegria acabou. A festa estava prestes a se transformar em vergonha. Mas Maria sabia quem estava entre eles, e apenas disse: “Fazei tudo quanto Ele vos disser.” E isso bastou. O vinho terminou? Sim.
Mas Jesus estava ali. E onde Jesus está, o fim não é o fim, é o começo de um milagre. A água se tornou vinho. A vergonha se tornou honra. O caos se tornou testemunho.

 

E hoje eu lhe pergunto: O seu “vinho” acabou? Talvez seja a paz, as forças, o diálogo, a esperança…Mas se Jesus estiver na sua casa, o milagre não é uma possibilidade, é uma promessa. Faça o que Ele mandar. Ele ainda transforma. Ele ainda cura. Ele ainda renova.

E quando você não souber o que fazer… apenas ouça. Ele fala com graça, conduz com ternura e sustenta com fidelidade.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

SOBRIEDADE E VIGILÂNCIA!

 


“Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão bramando, buscando a quem possa tragar; (1 Pedro 5:8)”

 

Ninguém contrataria um vigilante se percebesse nele falta de sobriedade. Um profissional dessa área precisa ser escolhido com muito critério, pois seu comportamento e sua postura determinarão se está apto ou não para a função. Caso não apresente as qualidades necessárias, certamente será descartado.

 

O vigilante precisa permanecer acordado, atento, responsável, afinal, os ladrões e assaltantes agem justamente quando percebem descuido. Um simples vacilo pode abrir espaço para que entrem, roubem e até tirem vidas para cumprir seus propósitos.

 

Assim também nos alerta 1 Pedro 5:8: precisamos ser vigilantes e sóbrios, pois o inimigo está sempre à espreita, procurando qualquer brecha para atacar. A postura de um vigilante não é apenas uma profissão; é uma poderosa ilustração da atitude que cada cristão deve cultivar em sua vida espiritual.

 

A maioria dos furtos e roubos acontece justamente por descuido, por falta de atenção e vigilância. Outros, infelizmente, ocorrem mediante violência, quando criminosos intimidam e atacam pessoas de bem. É lamentável, e serve como um forte lembrete de como a falta de vigilância abre portas para o adversário agir.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 COMEÇO, MEIO E FIM!



Aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao dia de Cristo Jesus.” (2. Filipenses 1:6).
Existe um princípio que diz: o mais importante em todas as coisas é o fim. Na verdade, todo projeto carrega, como pano de fundo, o conceito de uma estrutura tripartite: começo, meio e fim. Ninguém alcança uma conclusão verdadeira, nem experimenta sucesso, sem enfrentar os degraus da vida, degraus que, muitas vezes, não são curtos nem suaves, e raramente se assemelham à facilidade de uma escada rolante.
Por isso, começar é bom, perseverar no meio é ainda melhor, e finalizar com excelência é extraordinário. Mas isso só é possível quando cada etapa é vivida com responsabilidade, esforço e fidelidade ao propósito estabelecido desde o início.
Esse princípio é válido tanto para as realizações materiais quanto para os planejamentos espirituais. Ao estudarmos a Palavra de Deus, percebemos que para cada bênção, cada “projeto” divino, existe um ônus, um preço a ser pago para que ela se cumpra. Assim aconteceu com Moisés, Josué, Noé, Abraão, José do Egito e tantos outros. Todos eles viveram um final vitorioso, mas antes precisaram atravessar o período do meio, enfrentando desafios, provações e processos que moldaram seu caráter e fortaleceram sua fé.
Portanto, ter boas ideias é sinal de sabedoria; porém, nunca se esqueça de que todo propósito precisa ser tripartite: começo, meio e fim. E para que esse processo se complete, são necessários seus esforços, sua perseverança e, acima de tudo, a direção d’Aquele que é o verdadeiro Projetista dos seus caminhos.
Plínio Cavalheiro - capelão✍️🙏.

O CUIDADO COM APROXIMAÇÃO INTERESSADA!


 

Jesus respondeu-lhes, e disse: Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes” (João 6:26).


Você já enfrentou uma situação em que alguém se aproxima com simpatia, elogios e sorrisos, mas, no fundo, o interesse real não é por você, e sim pelo que você pode oferecer? Pessoas que não se aproximam por afeto genuíno, mas porque esperam algum benefício, alguma vantagem, algum retorno?


É assim que agem muitos homens em época de busca por votos: abraçam, sorriem, batem no seu ombro, fazem questão de estar por perto, não por consideração verdadeira, mas pelo interesse no que você pode proporcionar. Uma aproximação calculada, não sincera.


Em João 6:26, Jesus toca exatamente nessa ferida humana. Ele diz: “Vocês estão me procurando não porque viram os sinais, mas porque comeram dos pães e se saciaram.” Em outras palavras: muitos o buscavam não por quem Ele é, mas pelo que Ele podia dar. Essa reflexão nos chama a examinar não apenas as intenções dos outros, mas também as nossas. Aproximamo-nos de Deus pelo milagre, ou pelo Deus do milagre? Buscamos o pão que sustenta hoje, ou o Senhor que sustenta para sempre?


Plínio Cavalheiro – capelão ✍🙏✝.


A SEMENTE DA DESOBEDIÊNCIA DÁ FRUTO AMARGO!

 


“Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também colherá” (Gálatas 6:7).

 

Quando recebemos uma incumbência de alguém a quem somos subordinados, como um patrão ou chefe, buscamos executá-la com a máxima agilidade e responsabilidade. Caso isso não ocorra, corremos o risco de enfrentar consequências desagradáveis, como advertências, suspensões ou, em situações extremas, até a dispensa por justa causa. Tais desdobramentos são lamentáveis, tanto para nós, que somos provedores do lar, quanto para toda a nossa família, que também acaba sendo impactada.

 

Da mesma forma acontece em nossa relação com Deus. Quando Ele nos dá uma ordem, não o faz como um chefe distante, mas como Pai soberano, que tem autoridade absoluta sobre seus filhos, filhos que nos tornamos por meio de Jesus Cristo. Contudo, quando tratamos Seus mandamentos com negligência, as consequências inevitavelmente chegam. A própria Palavra de Deus afirma: “Tudo o que o homem semear, isso também colherá.”

E o fruto da desobediência é amargo como fel. Desobedecer a Deus nunca vale a pena. Cada passo fora da vontade Dele nos afasta da graça, da paz e das bênçãos que Ele preparou para nós. Obedecer não é peso; é proteção. É caminho seguro. É vida.

 

Um exemplo marcante dessa verdade está na vida de Jonas. Deus lhe deu uma ordem clara: ir a Nínive e anunciar Sua mensagem. Porém, Jonas escolheu desobedecer e seguir na direção oposta. O resultado? Uma tempestade que quase destruiu o navio, homens desesperados clamando, e Jonas lançado ao mar, onde foi engolido por um grande peixe.

A desobediência de Jonas não trouxe apenas sofrimento para ele, mas também para todos ao seu redor. Só quando Jonas se rendeu à vontade de Deus é que a paz voltou, e o propósito divino foi cumprido. Essa história nos lembra que fugir de Deus nunca termina bem. A obediência pode exigir coragem, renúncia e fé, mas a desobediência sempre cobra um preço alto. Deus nos chama não para nos limitar, mas para nos conduzir ao melhor caminho.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

VOLTE ENQUANTO HÁ TEMPO!   "Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai" (Lucas 15:18).   A frase "Sempre há um caminho de v...