PROVÉRBIOS – CAMINHOS DOS BONS!

 


“Para andares pelos caminhos dos bons, e te conservares nas veredas dos justos” (Provérbios 2:20).

 

 A vida é feita de escolhas e somos criteriosos quando decidimos por comprar qualquer objeto que esteja ao alcance de nossos bolsos, seja um simples sapato, terno, gravata, vestido, bolsa, joia, carro, casa, chácara, viagens e uma infinidade de ofertas existente no mercado de venda.

 

No entanto, maior deveria ser o nosso crivo quando o assunto se refere a caminhos e veredas. Não podemos arriscar escolher qualquer um que aparece em nossa frente. A prudência certamente nos conduzirá a um lugar aplausível e seguro e para isso tome como referência as pessoas de bom caráter que já estão trilhando por eles. Como já dizia Chapolin Colorado, “sigam-me os bons”, digamos nós, "seguiremos o caminho dos bons".

 

Disse Jesus: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6).

 

Capelão, Plínio. Cavalheiro.

         PROVÉRBIOS – DEUS É AMOR INCONDICIONAL!

 

“Eu amo aos que me amam, e os que cedo me buscarem, me acharão. Riquezas e honra estão comigo; assim como os bens duráveis e a justiça” (Provérbios 8:17,18).


O amor de Deus é algo amplo, incondicional e eficaz, que se caracteriza como um sentimento incomparável com qualquer tipo de amor conhecido e praticado pelo ser humano.

 

No evangelho de João está escrito: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

 

De tal maneira, está confirmando que a qualidade de amor praticado por Ele é extraordinária e impossível de ser reproduzida por qualquer pessoa existente no universo.

 

Entretanto, o verso citado em Provérbios, nos sugere que Deus facultando de seus direitos único atua com certa diferenciação em seu atributo “amor”. Sim, porque Deus é Amor” (1 João 4:8b).

 

Assim Ele diz: “Eu amo aos que me amam, e os que cedo me buscarem, me acharão”. Mas, em João não diz que Ele ama o mundo inteiro e por que razão em Provérbios faz menção que Ele ama aqueles que o amam? O amor é incondicional, porém toda bênção é condicionada!

 

Penso não haver uma discordância entre os textos e sim a aplicação diferenciada para dois tipos de pessoas, sendo para os que amam e para os que não amam a Deus. Aos que amam, seu bônus é maior e as riquezas e honras estarão com eles e os bens serão duráveis.

 

Capelão, Plínio Cavalheiro.

 

 

PROVÉRBIOS – BAJULADORES!

 

“Filho meu, se os pecadores procuram te atrair com agrados, não aceites” (Provérbios 1:10).

 

Bajulação é um dos comportamentos que poderíamos descrevê-lo tendo sua boca-doce como o mel, mas após engoli-lo provoca o gosto do fel, ou seja, humor muito amargo contido numa vesícula aderente ao glóbulo do fígado.

 

Os “pós-graduados” em conhecimentos de bajulação conseguem ludibriar pessoas inocentes e aquelas que gostam ter seus egos massageados, cuidado. Afinal, quem não gosta de ser sublimado perante as pessoas, mesmo sabendo que ele não merece o crédito oferecido pelo bajulador?

 

Isso não significa que você não tenha absolutamente crédito algum na vida. A coisa fica complicada quando você se permite ser lisonjeado, recebendo elogios que não são seus de fato. Todo bajulador tem as mesmas características de um agiota, ele não entrega nada de graça, na realidade ele empresta querendo receber de volta os elogios com juros altos, mais correção monetária e se você não acordar em tempo, ele leva você, sua casa e sua família de contrapeso.

 

O provérbio escrito acima nos direciona para que não caiamos nessa armadilha e tenhamos cuidado com as palavras encobertas com máscaras que esconde a verdadeira intenção da frase. Eles querem te atrair com agrados, não aceites!


Capelão, Plínio.

 

                                   PROVÉRBIOS – CONSELHO BOM!

 


“Meu é o conselho e a verdadeira sabedoria; sou o entendimento; minha é a fortaleza. Por mim reinam os reis e os príncipes decretam justiça. Por mim governam príncipes e nobres; sim, todos os juízes da terra” (Provérbios 8:14-16).

 

Existe um dito popular que diz, “conselho quando é bom não se dá, se vende”. Ainda bem que essa palavra esdrúxula não passa de escritas inútil jogadas ao vento.

 

Conselhos, me refiro aos bons, deve, sim, ser propagado gratuitamente àqueles que necessitam de um direcionamento. Parafraseando a Bíblia, eu diria, “Mais bem-aventurado é aconselhar do que ser aconselhado”. No entanto, todos necessitamos dos conselhos sábios que vem de Deus pleno de conhecimento.

 

Na realidade não há absolutamente ninguém no universo, seja prefeito, governador, presidente, rei ou juiz que não precise dos ensinamentos disponibilizados por Deus. A Bíblia diz que todos eles governam e reinam pela permissão do Senhor que fez os céus a terra e que está acima de tudo e de todos.

 

Capelão, Plínio.

               PROVÉRBIOS – FUJA ENQUANTO É TEMPO!

 


“Que se alegram de fazer mal, e folgam com as perversidades dos maus, cujas veredas são tortuosas e que se desviam nos seus caminhos; para te afastar da mulher estranha, sim, da estranha que lisonjeia com suas palavras; que deixa o guia da sua mocidade e se esquece da aliança do seu Deus; porque a sua casa se inclina para a morte, e as suas veredas para os mortos. Todos os que se dirigem a ela não voltarão e não atinarão com as veredas da vida” (Provérbios 2:14-19).

 

Esse comentário poderíamos afirmar que é continuação do precedente. No comentário anterior trouxemos três alerta importantes para cada um de nós e nesse daremos sequência do perigo que há quando nossos olhos tiram o foco de Cristo e quais são as características que nos mostram a gravidade de aproximarmos de tais pessoas.

 

A Bíblia diz: “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes” (1 Coríntios 15:33). Em outra tradução bíblica cita: "As más companhias corrompem os bons costumes". Portanto, evitar ao máximo de parar, conversar e andar com alguém que se alegra com o mal é mandamento de Deus.

 

Outro alerta, e isso serve principalmente para os homens, tomem cuidado das aproximações com mulheres de caráter duvidoso onde seus lábios e palavras são parecidos com mel. Essas têm inclinação para a destruição de todos que a as procuram. Na realidade, o mel é só a isca e o que segue é o anzol para fisgá-lo e matá-lo. Fuja enquanto é tempo!


Capelão, Plínio Cavalheiro.

 

  A OBEDIÊNCIA VALE MAIS QUE AS PALAVRAS!   “Mas que vos parece? Um homem tinha dois filhos, e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai ...