NÃO BASTA TER A LAMPARINA; É PRECISO TER AZEITE!
“Então, o Reino dos céus será
semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do
noivo. Cinco delas eram prudentes, e cinco, insensatas.” (Mateus 25:1-2).
A prudência prepara hoje
aquilo que a necessidade exigirá amanhã. Imagine um jovem profundamente
apaixonado por sua noiva, que mora em uma cidade distante. Certo dia, ele
recebe a notícia de que ela chegará naquela data, mas sem a informação exata do
horário em que o ônibus desembarcará na rodoviária. O que você acha que ele
faria?
Tenho convicção de que ele
chegaria muito antes do horário previsto e, com o coração acelerado pela
emoção, aguardaria pacientemente a chegada de sua amada. O tempo de espera não
seria um problema, pois o amor sempre transforma a espera em expectativa.
Na esfera espiritual,
encontramos uma bela semelhança entre Cristo, o Noivo, e a Igreja, a Sua Noiva.
O Noivo já enviou Sua mensagem, assegurando que voltará para buscar aqueles que
lhe pertencem. Contudo, deliberadamente, não revelou o dia nem a hora de Sua
vinda. Ele deseja encontrar uma Igreja vigilante, fiel e preparada.
Por isso, nós, que somos a
Igreja, devemos viver em constante expectativa, revestidos de santidade,
alegria e fidelidade ao Senhor. Nossas lâmpadas não podem permanecer acesas
apenas por algum tempo; elas precisam continuar brilhando continuamente, alimentadas
pelo azeite da comunhão com Deus, da Palavra e da perseverança na fé.
Quando o Noivo chegar, entrará
para a festa com aqueles que estiverem preparados. Então, a porta será fechada
definitivamente, e os que permanecerem do lado de fora não poderão mais entrar.
Que sejamos encontrados entre as virgens prudentes, aguardando o retorno do
nosso Senhor com as lâmpadas acesas e o coração cheio de esperança.
Plínio Cavalheiro – capelão.
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Na parábola das dez virgens, qual foi a principal
diferença entre as prudentes e as loucas?
A) As prudentes tinham lâmpadas melhores.
B) As prudentes levaram azeite de reserva e estavam preparadas.
C) As prudentes chegaram mais cedo.
D) As prudentes cantavam melhor.
Plínio Cavalheiro – capelão.

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