O CAMINHO PARA A INTIMIDADE COM DEUS

 


“E aconteceu que, estando ele a orar num certo lugar, quando acabou, lhe disse um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos.” (Lucas 11:1).

 

O texto nos revela que Jesus estava orando em determinado lugar e, ao que tudo indica, seus discípulos permaneciam por perto, observando aquela profunda comunhão que Ele mantinha com o Pai. Certamente, a forma como Jesus se relacionava com Deus por meio da oração despertou neles o desejo de experimentar a mesma intimidade espiritual.

 

Por isso, ao término da oração, um dos discípulos se aproximou e fez um pedido que ecoa até hoje: “Senhor, ensina-nos a orar.” Eles não pediram para aprender a pregar, profetizar, realizar milagres ou exercer qualquer outra função importante no Reino de Deus. Pediram para aprender a orar.

 

Isso não significa que as demais atividades não tenham valor. Todas são importantes para a edificação do Corpo de Cristo. Entretanto, os discípulos compreenderam que a oração é a base da vida espiritual. Sem ela, o cristão perde sua força, direção e sensibilidade à vontade de Deus. Assim como o coração é essencial para a vida do corpo humano, a oração é indispensável para a saúde espiritual da Igreja.

 

Orar é muito mais do que repetir palavras; é manter um diálogo sincero e constante com Deus. É abrir o coração diante do Pai, compartilhar alegrias, lutas, dúvidas e gratidão. E tudo isso é possível porque temos em Jesus Cristo o nosso mediador, aquele que nos dá livre acesso à presença de Deus.

 

A oração não é apenas uma prática cristã; é um privilégio concedido aos filhos de Deus e uma demonstração de dependência daquele que sustenta todas as coisas. Quanto mais oramos, mais conhecemos o coração do Pai e mais somos transformados à imagem de Cristo.

 

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Com que frequência você separa um momento específico para orar?

🔘 Várias vezes ao dia
🔘 Uma vez ao dia
🔘 Algumas vezes por semana
🔘 Raramente

 

Plínio.

 NÃO COBIÇARÁS

 

Décimo Mandamento: “Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo” (Êxodo 20:17).

 

Cobiçar é desejar para si aquilo que pertence a outra pessoa e que não lhe cabe por direito. Isso é muito diferente de admirar algo que é bom, belo ou digno de ser imitado. Quando vemos qualidades, conquistas ou virtudes em alguém, o correto não é desejar tomar aquilo para nós, mas buscar alcançar resultados semelhantes por meio do esforço, da dedicação e da vontade de agradar a Deus.

 

O apóstolo Paulo escreveu: “Sede meus imitadores, como também eu de Cristo” (1 Coríntios 11:1). Com isso, ele não estava incentivando ninguém a tomar para si seus dons ou méritos, mas a seguir seu exemplo de fé e obediência ao Senhor.

 

O décimo mandamento não se limita à cobiça em questões relacionadas à sexualidade. Ele abrange todas as áreas da vida. Podemos cobiçar a casa, o carro, o emprego, a posição social, os bens materiais e até mesmo o animal de estimação de outra pessoa. Sempre que desejamos possuir aquilo que pertence ao próximo, alimentamos um sentimento contrário aos princípios de Deus.

 

A cobiça é uma enfermidade da alma que gera insatisfação, ingratidão e afasta o coração da presença do Senhor. Por isso, devemos aprender a valorizar o que Deus nos concedeu, cultivar a gratidão e confiar que, no tempo certo, Ele suprirá todas as nossas necessidades.

Em vez de cobiçar o que é do próximo, busquemos viver contentes com o que temos e perseverantes na busca daquilo que podemos conquistar de forma honesta e abençoada por Deus.

 

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Cobiçar é:

·         Admirar algo bonito

·         Desejar possuir o que pertence ao próximo

·         Planejar metas para o futuro

·         Buscar melhorar de vida honestamente

 

Plínio.

 NONO MANDAMENTO

 

Nono Mandamento: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo” (Êxodo 20:16).

 

O falso testemunho, à luz da Bíblia, vai muito além de mentir em um tribunal, onde uma declaração falsa pode induzir jurados e juízes a condenarem um inocente. Esse mandamento também abrange atitudes como espalhar boatos, fazer acusações sem provas, difamar pessoas e distorcer fatos para prejudicar alguém.

 

Falso testemunho é toda declaração mentirosa ou enganosa que atinge a reputação, a honra ou os direitos do próximo. Embora uma mentira possa enganar pessoas e até escapar do julgamento humano, nada fica oculto aos olhos de Deus. Ele conhece a verdade em sua plenitude e julgará com justiça aqueles que usam a falsidade para causar dano aos outros.

 

Por isso, devemos ser cuidadosos com nossas palavras, evitando repetir informações sem confirmação, promover intrigas ou emitir acusações injustas. O cristão é chamado a ser uma testemunha da verdade, agindo com honestidade, integridade e amor ao próximo.

 

Portanto, em hipótese alguma se preste a ser uma falsa testemunha. Que nossas palavras sejam sempre instrumentos de edificação, justiça e verdade.

 

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O nono mandamento ensina principalmente a:

🔘 Defender apenas os amigos
🔘 Preservar a verdade e a honra do próximo
🔘 Evitar processos judiciais
🔘 Ficar em silêncio em todas as situações

 

Plínio.

 NÃO FURTARÁS

 

Oitavo Mandamento: “Não furtarás” (Êxodo 20:15.

 

Tudo aquilo que não nos pertence e que, movidos pela cobiça, tomamos para nós, seja de forma oculta ou mediante o uso da força e da violência, constitui uma grave transgressão moral e espiritual. Contudo, é importante distinguir os termos.

 

Furto é a ação de subtrair para si ou para outra pessoa um bem pertencente a alguém, sem o uso de violência ou ameaça. Alguns exemplos são: pegar dinheiro da carteira de alguém sem que ela perceba, levar mercadorias de uma loja sem efetuar o pagamento ou apropriar-se de um celular deixado sobre uma mesa.

 

Já o roubo ocorre quando a subtração é praticada mediante violência, ameaça ou qualquer forma de intimidação da vítima.

 

Embora exista essa distinção, a Bíblia condena tanto o furto quanto o roubo, assim como toda forma de desonestidade. O oitavo mandamento expressa esse princípio de maneira clara e objetiva: “Não furtarás” (Êxodo 20:15).

 

Esse mandamento é um chamado divino para o respeito à propriedade alheia, para a prática da honestidade e para o cultivo da integridade nos relacionamentos humanos. Quando obedecido, contribui para uma convivência mais justa, harmoniosa e segura na sociedade em que vivemos.

 

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Qual é a principal diferença entre furto e roubo?

A.      O valor do objeto levado.

B.      O local onde ocorre o crime.

C.     O roubo envolve violência ou ameaça.

D.     Não existe diferença.

 

Plínio.

 

 NÃO ADULTERARÁS

 

Sétimo Mandamento: “Não adulterarás” (Êxodo 20:14).

 

Nem precisamos dizer que adúltero é a pessoa, homem ou mulher, que, tendo um compromisso matrimonial, mantém relacionamento sexual com alguém que não é seu cônjuge. Tal atitude é considerada uma quebra da aliança conjugal e um ato de traição.

 

Além do sétimo mandamento, “Não adulterarás”, a Bíblia apresenta diversos outros textos que tratam desse assunto. No Antigo Testamento, lemos: “Quando um homem adulterar com a mulher do seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera” (Levítico 20:10). Também está escrito: “O que adultera com uma mulher está fora de si; só mesmo quem quer arruinar-se é que pratica tal coisa” (Provérbios 6:32). E ainda: “E chegar-me-ei a vós para juízo; e serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros, contra os adúlteros, contra os que juram falsamente, contra os que defraudam o diarista em seu salário, e a viúva, e o órfão, e que pervertem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o Senhor dos Exércitos” (Malaquias 3:5).

 

No Novo Testamento, Jesus amplia o entendimento sobre o assunto ao declarar: “Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo que qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração já adulterou com ela” (Mateus 5:27-28).

 

Portanto, devemos guardar com zelo a fidelidade devida ao nosso cônjuge, honrando a aliança estabelecida diante de Deus. Em sentido figurado, a Bíblia também utiliza o adultério para representar a infidelidade espiritual. Quando permitimos que qualquer pessoa, desejo, interesse ou bem material ocupe o lugar que pertence exclusivamente a Deus em nosso coração, corremos o risco de nos tornar adúlteros espirituais.

 

Que possamos permanecer fiéis tanto em nossos relacionamentos quanto em nossa devoção ao Senhor, amando-O acima de todas as coisas.

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O adultério espiritual acontece quando:

A.      Deixamos de frequentar a igreja

B.      Colocamos algo acima de Deus em nossa vida

C.      Cometemos apenas pecados graves

D.      Não conhecemos a Bíblia

 

Plínio.

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