NÃO É PARA “FICAR” COM DEUS, É PARA VIVER COM ELE!

 


“Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim” (Evangelho de Mateus 15:8).

 

O mundo moderno criou um tipo de relacionamento que, na verdade, pouco acrescenta ao ser humano, embora muitos pensem que seja algo interessante ou vantajoso. Trata-se do chamado “ficar”.

 

Para muitos, o “ficar” parece trazer liberdade e praticidade, pois elimina responsabilidades e compromissos. Pessoas se encontram, passam algumas horas juntas, dividem momentos íntimos, mas muitas vezes não sabem quase nada uma da outra, às vezes sequer sabem o nome. No dia seguinte, cada um segue o seu caminho como se nada tivesse acontecido, prontos para repetir a mesma história com outra pessoa. O que parece ser liberdade, na verdade revela a superficialidade dos relacionamentos de hoje.

 

Infelizmente, esse mesmo comportamento tem se repetido também na vida espiritual. Há pessoas que não assumem um compromisso verdadeiro com Deus, mas apenas “ficam” com Ele quando a situação aperta. Quando a adversidade chega, elas clamam, pedem socorro, chamam o nome do Senhor e imploram por misericórdia.

 

Porém, assim que o problema passa, viram as costas para Deus e seguem suas vidas como se Ele fosse apenas uma solução momentânea para tempos difíceis.

Mas Deus não quer ser apenas um recurso emergencial na vida de alguém. Ele deseja um relacionamento verdadeiro, profundo e permanente com aqueles que o buscam.

 

Deus não procura pessoas que apenas “ficam” com Ele nos momentos de necessidade, mas filhos que caminhem com Ele todos os dias, em fidelidade, amor e compromisso. Diante dessa verdade, vale a pena fazer uma reflexão sincera: como tem sido o seu relacionamento com Deus? Você apenas se aproxima dEle quando a dor aperta, quando o medo chega ou quando os problemas parecem maiores que suas forças? Ou você tem vivido uma caminhada constante com Ele, buscando Sua presença não apenas nas crises, mas também nos dias comuns da vida?

Essa é uma pergunta que cada precisamos responder no silêncio do próprio coração. Afinal, Deus não deseja visitas ocasionais, Ele deseja comunhão diária.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 A MISSÃO DE QUEM JÁ ESTÁ NA LUZ!

 


“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pedro 2:9).

 

O povo de Deus não é um membro inútil ou sem propósito no corpo de Cristo. Não fomos chamados para ocupar um lugar passivo, mas para cumprir uma função viva, ativa e indispensável no Corpo cuja cabeça é Cristo. Deus nos concedeu uma identidade espiritual e uma missão clara neste mundo.

 

A Palavra de Deus é a autoridade suprema. Diante dessa verdade, entendemos que fomos escolhidos e separados por Ele com um propósito: anunciar, com ousadia e autoridade, as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. O mundo ainda vive mergulhado na escuridão do pecado, da incredulidade e da ausência de Deus. Porém, nós fomos alcançados pela luz de Cristo.

 

Por isso, não podemos nos calar. Quem foi tirado das trevas conhece o valor da luz. Quem foi alcançado pela graça tem autoridade para testemunhar dela. Somos chamados para proclamar, viver e refletir essa luz, para que aqueles que ainda caminham na escuridão encontrem o caminho que conduz à vida.

 

Esta é a missão do povo de Deus: ser voz em meio ao silêncio, ser luz em meio às trevas e anunciar ao mundo que em Jesus Cristo há salvação, há transformação e há vida eterna.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 DOIS PASSOS PARA AGRADAR A DEUS!

 


“Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam. [...] O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho” (Hebreus 11:6; Marcos 1:15).

 

Se a nossa intenção é realmente agradar a Deus, precisamos, antes de tudo, caminhar em direção a Ele. Para que essa aproximação aconteça, gostaria de sugerir dois passos essenciais.

 

O primeiro é alimentar a fé. A fé nos impulsiona a agir com confiança mesmo quando não vemos, não ouvimos e nem sentimos claramente as respostas dentro de nós. Ainda assim, seguimos firmes, porque cremos que Deus existe e que Ele se agrada daqueles que o buscam sinceramente.

 

O segundo passo é o arrependimento. Sem arrependimento não há verdadeira conversão. Ninguém pode seguir pelo Caminho, que é Cristo, e aproximar-se da presença de Deus sem reconhecer seus pecados, confessá-los e abandonar aquilo que o afasta do Senhor. O arrependimento nos reconduz ao caminho da graça e restaura nossa comunhão com Deus.

 

Assim, fé e arrependimento são passos indispensáveis para quem deseja aproximar-se de Deus e viver de maneira que lhe agrade.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 CONHECER E SER CONHECIDO POR CRISTO!

 


“Ora, o mercenário foge, porque é mercenário, e não tem cuidado das ovelhas. Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido” (João 10:13,14).

 

Conhecer é ter ou adquirir informações sobre algo ou alguém. Contudo, no contexto deste texto bíblico, conhecer vai muito além de um contato superficial, de um olhar rápido ou de um conhecimento baseado apenas no testemunho de outros. Trata-se de um relacionamento próximo e pessoal, estar perto, ouvir, conviver e desenvolver um conhecimento profundo.

 

Jesus afirma que as ovelhas, seus discípulos, conhecem a voz do Bom Pastor. Elas reconhecem sua direção, confiam em seu cuidado e seguem seus passos. Mas o texto também revela algo ainda mais precioso: o Pastor conhece plenamente cada uma de suas ovelhas. Ele sabe quem são, conhece suas necessidades, suas lutas e cuida delas com amor.

 

Diferente do mercenário, que abandona o rebanho diante do perigo, Jesus permanece fiel. Seu poder, amor e cuidado protegem as ovelhas e trazem segurança àqueles que são por Ele pastoreados.

 

Diante dessa verdade, surge uma pergunta importante para reflexão: Quem tem sido o seu pastor?

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 ONDE HÁ PALAVRA, HÁ LUZ!

 


“Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho” (Salmo 119:105).

 

Vivemos em uma época de muita claridade. Em quase todas as ruas há postes de iluminação instalados a pequenas distâncias uns dos outros. Nos centros das cidades e nos grandes e elegantes shoppings, painéis luminosos e telas de LED, cada vez mais brilhantes, chamam a atenção para promover estabelecimentos e oferecer conforto e bem-estar aos consumidores.

 

Dificilmente entraríamos em uma loja que estivesse às escuras, sem iluminação para mostrar seus produtos. Quando ocorre um apagão, as pessoas que estão naquele ambiente ficam surpresas e ansiosas para que a energia seja restabelecida o mais rápido possível.

 

No entanto, no reino espiritual, também existem duas maneiras de viver: uma é desfrutar da luz que provém da Palavra de Deus; a outra é caminhar tateando na escuridão, sem conseguir enxergar o caminho.

 

Por isso, permita que a Palavra do Senhor ilumine seus passos. Assim você não tropeçará nem cairá em sua caminhada neste mundo.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

  LUZ DIANTE DOS HOMENS!   “Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; nem se acende a candeia e s...