SÁBADO DE LIBERTAÇÃO!

 


“E desceu Jesus a Cafarnaum, cidade da Galileia, e os ensinava nos sábados. E estava na sinagoga um homem que tinha o espírito de um demônio imundo, e exclamou em alta voz, Dizendo: Ah! Que temos nós contigo, Jesus Nazareno? Vieste a destruir-nos? Bem sei quem és: O Santo de Deus. E Jesus o repreendeu, dizendo: Cala-te, e sai dele. E o demônio, lançando-o por terra no meio do povo, saiu dele sem lhe fazer mal” (Lucas 4:31,33,34,35).

  

Hoje é sábado, como naquele dia em que Jesus se deparou com uma situação que, aos nossos olhos, parece complexa e assustadora. Diante d’Ele estava um homem possuído por um espírito imundo. O espírito, usando a voz daquele homem, gritou de forma petulante: “Ah! Que temos nós contigo, Jesus Nazareno?”

 

A fala no plural parecia uma tentativa de intimidação, talvez para confundir os presentes. Mas não havia engano possível diante do Filho de Deus. Os demônios reconheceram quem Ele era: o Santo de Deus. Bastou uma palavra de autoridade. Sem rituais, sem espetáculo. Apenas uma ordem: “Cala-te, e sai dele.”

 

E o espírito teve que sair. Quantas pessoas, ainda hoje, vivem atormentadas, presas a opressões espirituais, emocionais ou mentais, sem perceber a origem de seus sofrimentos? Se fizéssemos uma estatística, certamente nos surpreenderíamos. A atuação desses espíritos é sutil: confundem, cegam o entendimento, geram dúvidas e aprisionam silenciosamente.

 

Mas há uma boa notícia: Jesus continua o mesmo. A autoridade que libertou aquele homem em Cafarnaum permanece ativa hoje. Ele continua libertando, restaurando e trazendo paz àqueles que decidem colocar sua vida e suas causas em Suas mãos. O sábado daquele tempo foi marcado por libertação. Que este sábado também seja marcado pela ação poderosa de Cristo em nossas vidas.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 A LUZ QUE NÃO SE APAGA!



“Mas, se andarmos na luz, como Ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado” (João 1:7).

 

Em certa ocasião, uma forte chuva caiu sobre nossa casa, acompanhada de ventos intensos, raios e trovões. Para nossa surpresa, ao cair da tarde, a energia elétrica foi interrompida, permanecendo assim até as 22 horas. Estávamos protegidos dentro de casa, abrigados da tempestade, mas algo essencial nos faltava: a luz.

 

Imediatamente buscamos alternativas para suprir aquela necessidade. As velas de parafina entraram em ação e, embora tenham ajudado, percebemos que nada substitui a energia elétrica que ilumina plenamente o ambiente e nos oferece segurança e conforto. A luz elétrica cumpre sua finalidade de forma completa, permitindo-nos viver normalmente, mesmo em meio à escuridão da noite.

 

Assim também é a nossa vida espiritual. O texto bíblico nos ensina sobre nossa conduta diante de Deus e revela que Jesus Cristo é a verdadeira fonte de luz. Podemos até tentar substituir essa luz com “velas” humanas, esforços próprios, boas intenções ou soluções passageiras, mas nada se compara à presença de Cristo em nossa vida.

 

Quando andamos na luz, como Ele na luz está, desfrutamos comunhão uns com os outros e somos purificados de todo pecado pelo Seu sangue. Permanecer em Cristo nos impede de tropeçar nas trevas do pecado e nos conduz com segurança, mesmo em meio às tempestades da vida.

 

Que escolhamos sempre viver na luz verdadeira, que é Jesus, pois somente Ele ilumina plenamente o nosso caminho.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 O PODER DO AUTOCONTRE ESPIRITUAL!



“Mas o fruto do Espírito é amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei” (Gálatas 5:22,23).

 

Se descascarmos uma laranja, certamente encontraremos vários gomos semelhantes, mesma aparência, mesmo sabor, mesma essência. É natural que seja assim. Nunca esperamos abrir uma laranja e encontrar dentro dela um gomo de abacaxi, outro de manga ou de morango. O fruto é um só, e seus gomos mantêm a natureza idêntica a dele.

 

Contudo, quando o apóstolo Paulo escreve aos gálatas, ele nos apresenta um fruto diferente, o fruto do Espírito. Embora seja um único fruto, ele se manifesta em virtudes distintas, cada uma com sua característica própria. São nove expressões que revelam o caráter de Cristo sendo formado em nós.

 

Entre todas, quero destacar o domínio próprio. Ao “descascarmos” esse fruto espiritual, percebemos que o domínio próprio exerce um papel fundamental. Ele é a virtude que nos capacita a praticar todas as outras. Sem domínio próprio, como amar quando somos ofendidos? Como manter a paz em meio ao caos? Como exercer mansidão diante da provocação? Como permanecer em bondade quando somos injustiçados?

 

O domínio próprio nos fortalece a controlar impulsos, refrear palavras precipitadas, vencer desejos desordenados e agir guiados pelo Espírito, e não pelas emoções. Ele não é repressão, mas direção; não é frieza, mas maturidade espiritual. Quando esse “gomo” está saudável dentro de nós, viver os demais se torna mais leve e possível.

 

Diante disso, vale a reflexão: Você se considera alguém que exerce domínio próprio? Suas atitudes são governadas pelo Espírito ou pelas circunstâncias? Que possamos permitir que o Espírito Santo produza em nós esse fruto completo, transformando não apenas nossas ações, mas também nosso caráter.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 CUIDADO COM OS LAÇOS DA ALMA!

 

Não sejas companheiro do homem briguento, nem andes com o colérico, para que não aprendas as suas veredas e tomes um laço para a tua alma” (provérbios 22:24,25).

 

Por natureza, somos seletivos ao adquirir qualquer coisa. Examinamos cuidadosamente o que está diante de nós. Se for alimento, escolhemos o que está em melhores condições, sem sinais de deterioração. Se vamos comprar uma peça de roupa, observamos atentamente para verificar se há algum defeito de fabricação. Isso é saudável, pois trabalhamos com esforço para ganhar nosso dinheiro e desejamos levar para dentro de casa aquilo que é bom e de qualidade.

 

Entretanto, Deus nos apresenta um alerta que vai além das escolhas que satisfazem apenas o nosso corpo. Ele nos ensina a sermos criteriosos também, e principalmente, quanto às nossas companhias. A convivência tem poder de influência. Andar com pessoas dominadas pela ira, pela contenda e pelo descontrole pode, pouco a pouco, moldar nosso comportamento e afetar nosso caráter.

 

A advertência bíblica é clara: más companhias podem se tornar um laço para a alma. Aquilo que foi purificado pelo sangue de Jesus não deve ser exposto, de forma imprudente, a influências que corrompem valores, enfraquecem a fé e desviam o coração. Se somos cuidadosos ao escolher o que entra em nossa casa, precisamos ser ainda mais cuidadosos ao escolher quem tem acesso ao nosso coração.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 UMA OFERTA DIVINA EM TRÊS SABORES!

 


“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça” (Isaías 41:10).

 

Tempos atrás, havia um alimento muito especial que vinha guardado em uma lata redonda. Ao abri-la, encontrávamos três doces deliciosos: marmelada, goiabada e marrom glacê. Só de lembrar, já dá água na boca. Era uma combinação simples, mas irresistível.

 

Deixando um pouco o saudosismo de lado, pensemos em algo ainda melhor, aquilo que Deus nos oferece em Sua Palavra. No versículo mencionado, o Senhor coloca diante de nós, em um único texto, três promessas preciosas: coragem para vencer o temor, fortalecimento para o fraco e Sua mão poderosa para sustentar todos os que se sentem desamparados.

 

Não se trata de um alimento que satisfaz apenas o paladar, mas de uma provisão que nutre a alma, renova as forças e traz segurança ao coração. Portanto, aceite essa oferta graciosa que vem de Deus para você. Abra o coração, receba cada promessa e permita que elas sustentem sua caminhada.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 É DE GRAÇA...OU É PELA GRAÇA?   “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé...” (Efésios 2:8).   É importante distinguir as express...