PROVÉRBIOS – POSTURAS ANTAGÔNICAS!

 

“Nos lábios do entendido se acha a sabedoria, mas a vara é para as costas do falto de entendimento. Os sábios entesouram a sabedoria; mas a boca do tolo o aproxima da ruína” (Provérbios 10:13,14).

 

Capacidade de identificar os fatores desencadeante do comportamento de uma pessoa nem sempre é algo fácil, mas possível para aquele que tem conhecimento e intimidade com a Palavra de Deus que têm ensinamentos direcionados a toda postura do homem no uso diário de seus sentidos.

 

O texto apresenta dois tipos de pessoas, o tolo e o sábio. O sábio usa o sentido da fala para abençoar pessoas necessitadas precisando de auxílio para sair da crise, enquanto o tolo atua no outro extremo, usando sua boca contaminada pelo vírus infernal para infectar e trazer doenças, enfermidades e morte aos seus ouvintes.

 

Te convido a fazer essa oração: “Sejam agradáveis [todos os dias] as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, Senhor, Rocha minha e Redentor meu!” (Salmo 19:14).

 

Capelão, Plínio Cavalheiro.

 

PROVÉRBIOS – O ÓDIO EXCITA CONTENDAS!

 

“O ódio excita contendas, mas o amor cobre todos os pecados” (Provérbios 10:12).

 

Entre outros sentimentos há se destacar o “ódio” como algo repugnante por ocasionar o mal a quem odeia, a quem é odiado e todos que convivem com quem que se deixa sofrer por essa doença infernal.

 

Qualquer tipo de ódio estimula contendas. Para espanto de alguns, existe um estágio de ódio a ponto de desejar a morte de outra pessoa presente na mira do desajustado emocional.

 

Portanto, removamos de nossa alma essa praga e preenchamos o espaço vago com o mais dos supremos sentimentos que é o “amor” e a atitude de perdoar aquele que nos afligiu.

 

Capelão, Plínio Cavalheiro.

 

                                    PROVÉRBIOS - FONTE DE VIDA!

 

“A boca do justo é fonte de vida, mas a violência cobre a boca dos perversos” (Provérbios 10:11).

 

(TDI) é um transtorno dissociativo de identidade, popularmente chamado de dupla personalidade, ou seja, a existência em uma só pessoa duas ou mais identidades que se alteram naquele que a possui.

 

Essa como muitas outras doenças exigem cuidados médicos especializados em disfunção mental objetivando os ajustes necessários para o paciente retomar a saúde equilibrada.

 

O texto faz menção traçando uma linha paralela, citando a boca de onde saí palavras que pela boa e perfeita vontade de Deus deveria produzir som semelhante a uma fonte de água saudável que contribui para conservar vida aqueles que de ela beber. Contudo, não podemos admitir que ela seja contaminada com as violências e iniquidades do mundo, provocando nos sedentos contaminações, enfermidades e mortes.

 

O apóstolo Tiago escreveu: “Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?” (Tiago 3:11).

 

Capelão, Plínio Cavalheiro.

 PROVÉRBIOS - ACENANDO COMO OS OLHOS!

 

“O que acena com os olhos causa dores, e o tolo de lábios ficará transtornado” (Provérbios 10:10).

 

Os olhos, são indiscutivelmente considerados um dos meios de comunicação. Olho no olho ou olhar nos olhos é uma ação de grande significado provocando efeitos que abrangem os sentimentos das pessoas e em alguns casos arrancando lágrimas daquele que está sendo fitado.

 

O verso em Provérbios 10:10, em outra tradução diz, “o que pisca com os olhos causa tristeza”, ou seja, aquele que o faz maliciosamente. No mesmo Livro, capítulo seis, versículo treze relata: “O homem mau, o homem iníquo tem a boca pervertida. Acena com os olhos, fala com os pés e faz sinais com os dedos” (Provérbios 6:12,13).

 

Portanto, estejamos atentos para que absolutamente todos os nossos gestos e palavras sejam ponderados de maneira que não venham causar aflições em ninguém que está em nosso entorno.

 

Capelão, Plínio Cavalheiro.

 

 PROVÉRBIOS – SINCERIDADE!

 


“Quem anda em sinceridade, anda seguro; mas o que perverte os seus caminhos ficará conhecido” (Provérbios 10:9).

 

Em pesquisas encontraremos a origem da palavra “sincero”. Vindo do latim “sincerus”, vem de hábito em Roma, quando alguns escultores menos qualificados usavam cera para disfarçar imperfeições nas esculturas. Ao que o Senado Romano editou um decreto que regulamentava que todas as esculturas produzidas em Roma deveriam ser “sine cera”, ou seja, sem cera e sem disfarces, de forma honesta. É o que conta a chamada etimologia popular.


Pois o texto sugere que nossos passos necessitam ser fidedignos e seguros, sem “cera”, ou seja, para não arriscarmos sermos rotulados como pervertedores.

 

Capelão, Plínio Cavalheiro.

VOLTE ENQUANTO HÁ TEMPO!   "Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai" (Lucas 15:18).   A frase "Sempre há um caminho de v...