LONGEVIDADE!




[Aprendendo com o rei Davi]

Quem é o homem que ama a vida e quer longevidade para ver o bem?
[Salmo 34:12]

Se você tivesse que responder sobre sua vida, qual seria o seu discurso? Quanto tempo você necessitaria para apresentar um relatório detalhado sobre sua existência? Quem é você, o que você fez e quais são suas perspectivas de vida para o futuro?

Não obstante, o verso terminar com um ponto de interrogação, não há porque pensar que Deus não tenha a resposta para este questionamento. Deus é conhecedor de todas as coisas pelo fato de possuir o atributo da Onisciência. “Sabendo que, se o nosso coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração, e conhece todas as coisas” – (I João 3:20).

Para muitas pessoas, no entanto, chega um momento na vida em que elas subestimam o poder de Deus, superestimando seu próprio conhecimento, capacidade e força. Davi escreve: “Quem é o homem que ama a vida?”. Jesus, em seu sermão do Monte, em um dos pontos, sintetiza e define a capacitação limitada que o homem possui: “Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?” – (Mateus 6:27).  

A primeira parte do verso oferece base para extração de pelo menos duas linhas de interpretação: a) – Amar a vida pela ótica do mundo. Neste caso, certamente contrariando os princípios da Palavra de Deus, as pessoas entendem que para alcançar a felicidade há de se priorizar e usar as coisas que estão disponíveis no mundo, patrocinadas por Satanás. Evidentemente, esses sempre vão ignorar palavras como esta: “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele” – (1 João 2:15); 

b) – Amar a vida pela visão de Deus. Basicamente é colocado um mandamento (não significa que não há outros), para sustentar as promessas do Senhor para uma vida feliz. Desta vez é Pedro que oferece a dica: “Pois quem quer amar a vida e ver dias felizes refreie a língua do mal e evite que os seus lábios falem dolosamente” – (1 Pedro 3:10). 

A segunda parte do verso está ligada à expectativa de vida – “longevidade”. Expectativa de vida é o cálculo estimado de quantos anos em média se espera que uma pessoa sobreviva em determinado local. É calculado tendo em conta, além dos nascimentos e obituários, o acesso a saúde, educação, cultura e lazer, bem como a violência, criminalidade, poluição e situação econômica do lugar em questão - (Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre).

Neste século, contamos com o aumento da longevidade, por conta do progresso no meio ambiente, como, exemplo, tratamento da água, serviço de esgoto, e drogas que eliminam as epidemias. As doenças como infecções, que no passado não distante dizimavam populações inteiras, hoje podem perfeitamente ser controladas com relativa facilidade. As vacinas têm dado valorosas contribuições no campo preventivo das enfermidades. Máquinas moderníssimas oferecem diagnósticos precisos e contribuem ao ser humano viver mais tempo. Mesmo assim, fica uma pergunta: “Será que estamos vivendo melhor?”

É bem possível que a ênfase sobre este assunto – longevidade - ocupe uns dos primeiros lugares, senão o primeiro lugar em termos de divulgação pela mídia. São toneladas e mais toneladas de produtos e métodos que são despejados nas mentes dos consumidores, com o propósito de oferecer beleza e vida longa.

Entretanto, mais uma vez a Palavra de Deus vem para dar sua contribuição em relação a este assunto: “Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos”. “Porque os meus dias, como fumaça, se desvanecem, e os meus ossos ardem como em fornalha” – (Salmos 90:10; 102:3). É óbvio que nesta “regra” de oitenta anos, felizmente existe exceção. Por exemplo, minha mãe, graças a Deus completa neste mês 93 anos, gozando de saúde e lucidez.  

Não importa quanto vivemos e sim como vivemos. O ideal seria colocar quantidade com qualidade de vida, desfrutando cada dia como se fora seu último dia de existência, sabendo que o futuro pertence a Deus e que os seus dias são destinados para promover o bem na face da terra.

Quem é o homem que ama a vida e quer longevidade para ver o bem? Não há mal em se buscar a longevidade, cuidando do físico por se tratar do templo do Espírito Santo de Deus. O problema está em adiar aquilo que deve ser realizado no momento. O bem está disponível ao homem no presente, sem que haja necessidade de se viver muito para conquistá-lo. Deste modo, respeitando profundamente a Bíblia, eu coloco este verso da seguinte forma: “Feliz é o homem que ama a vida (que Deus lhe deu) e quer longevidade (santificando o seu corpo), para ver o bem (contribuindo para ver o bem acontecer)” [grifo meu]. Amém?

___________________Plínio Cavalheiro.

O QUE DECIDIR?



A Bíblia diz em Provérbios 18:13: “Responder antes de ouvir, é estultícia e vergonha”. Quando estamos inseguros para tomar decisão, a melhor coisa é observar todos os fatos e procurar orientação dentro da palavra de Deus ou não se acanhar em pedir ajuda a pessoas que demonstram no dia-a-dia uma vida de retidão.

Confie em Deus e não em si mesmo quando necessitado de orientação. A Bíblia diz em Provérbios 3:4-6 “Assim acharás favor e bom entendimento à vista de Deus e dos homens. Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas”.

A oração ajuda no processo de tomar decisões. Jesus usou este método antes de escolher os discípulos. A Bíblia diz em Lucas 6:12: “Naqueles dias retirou-se para o monte a fim de orar; e passou a noite toda em oração a Deus”.
É importante ter humildade quando pedimos a Deus para nos ajudar a tomar boas decisões. A Bíblia diz em Salmo 25:9 “Guia os mansos no que é reto, e lhes ensina o seu caminho”.

Eis uma questão para você decidir neste momento: “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo” – (Apocalipse 3:20). Só você pode tomar esta decisão de abrir a porta de seu coração e convidar Jesus a entrar e assumir o controle de sua vida. “Decidir ou não decidir, uma questão de vida ou morte”.



______________Plínio Cavalheiro.

DE ONDE ME VIRÁ O SOCORRO?




Os cultos idólatras dos baalins eram realizados nos lugares altos, nos montes. A Bíblia diz: “Em todos os vossos lugares habitáveis, as cidades serão destruídas, e os lugares altos assolados; para que os vossos altares sejam destruídos e assolados, e os vossos ídolos se quebrem e se acabem, e as vossas imagens sejam cortadas, e desfeitas as vossas obras” – (Ezequiel 6.6).

O Salmista se volta para os montes e muito provavelmente meneia a cabeça enquanto fala: “Elevo os meus olhos para os montes; de onde me vem o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra’ – (Salmo 121:1,2). O pregador, apesar de não aceitar a idolatria, e isto fica patente em seu sermão, prefere destacar os atributos de seu Deus, afirmando - “Que fez o céu e a terra”.


Poderia ter questionado os frequentadores dos montes: O que seu ídolo criou neste universo? Nada, seria a resposta correta. Um ídolo não pode fazer nem o bem e nem o mal por si só. O profeta Jeremias escreveu: “Ouvi a palavra que o Senhor vos fala a vós, ó casa de Israel. Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho dos gentios, nem vos espanteis dos sinais dos céus; porque com eles se atemorizam as nações. Porque os costumes dos povos são vaidade; pois corta-se do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice, feita com machado; Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova. São como a palmeira, obra torneada, porém não podem falar; certamente são levados, porquanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, nem tampouco têm poder de fazer bem” – (Jeremias 10:1-5).

Já tive oportunidade de ouvir pessoas dizendo: "Elevo meus olhos para o monte de onde me virá o socorro". Quando mudamos ponto, acentuação ou vírgula em determinados versículos, estamos nos arriscando a mudar também o sentido da mensagem. Neste caso específico, temos que tomar os devidos cuidados de respeitar os dois pontos após “montes” e em seguida notar a pergunta e não uma afirmação como alguns têm feito inadvertidamente.


O nosso socorro não veem necessariamente do monte, pode até vir, pelo fato de Deus ser soberano sobre todas as coisas. Se dependêssemos de monte para o auxílio de Deus, como ficaria àqueles que moram em planícies? O nosso socorro veem do Senhor que fez o céu e a terra e está presente em todos os lugares que Ele julgar necessário estar, seja na planície, nas montanhas, no céu ou na terra. Ele é Onipresente. No entanto, a Palavra de Deus é fonte inesgotável de ensinamentos e oferece oportunidade para extrair de um só texto várias lições edificantes, como por exemplo: É considerável admitir que “montes” representem os problemas diante de nós. 

Espero que você tenha aprendido com o salmista esta maravilhosa lição dos cuidados de Deus Onipotente. Não se curve diante de algo que não tem poder para soluciona o seu problema, por mais simples que possa parecer. Clame e se curve diante do Deus que criou todas as coisas, sabendo que não há limite para o seu poder. Amém?



_____________________________Plínio Cavalheiro.

DE ACUSADOR A RÉU E CONDENADO!



Normalmente o réu usa do expediente de transferência de culpabilidade, na tentativa de se justificar ou conseguir o abrandamento da pena. Haja vista, a primeira situação onde o homem foi inquirido pelo Supremo juiz (Deus). Nesta oportunidade o réu (Adão), foi interrogado da seguinte forma: “Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses?” – (Gênesis 3:11b). Instantaneamente Adão transferiu a culpa ao próprio Deus e por via de consequência à sua mulher. Veja suas palavras acusadoras: “Então disse Adão: A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi” – (Gênesis 3:12).

O termo “acusador” está intrinsecamente ligado ao reino das trevas na pessoa do diabo. Nenhum cristão, ainda que considerado menino na fé, pode duvidar da existência e o caráter denunciante do diabo. Mesmo que a Bíblia ignorasse sua essência (o que não é o caso), seríamos compelidos a crer na sua existência, por conta do pecado e as malignidades que se proliferam nos quatro cantos da terra.

O dicionário diz que “acusação” significa “imputação de erro ou crime”. A Bíblia recomenda o antídoto eficaz que neutraliza toda acusação e ação do diabo. O Senhor diz através de Pedro: “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” – (I Pedro 5:8).

O texto acima mostra algumas lições práticas para conscientizar o cristão de suas obrigações e orientá-los sobre o papel e jurisdição de ação do diabo. Vejamos:

a). Sobriedade e vigilância. Penso que a maioria dos casos de derrota espiritual teve como causa a imprudência, por menosprezar a armadura disponível a todos que estão engajados na batalha contra o acusador. Tiago escreveu: “Não deis lugar ao diabo. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” – (Efésios 4:27; 6:11, Tiago 4:7).

b). Adversário. Está mais do que provado que o diabo tem o ser humano como seu inimigo, em especial os cristãos. Seu objetivo fica claro em João 10:10a: “O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir...”. Portanto, não se deve subestimar e nem superestimar a ação do acusador.

c). Derredor. É engano crer que o lugar do diabo é exclusivamente em seu “trono” erigido no centro do inferno, onde os demônios prestam a ele adoração durante todo tempo. Ao contrário, a Bíblia diz que ele anda em volta dos cristãos, observando-os diuturnamente procurando neles motivo para acusação. Seu trabalho é rodear a terra, passear por ela e acompanhar passo a passo os servos de Deus. Foi assim que aconteceu com Jó íntegro, reto e temente a Deus e que se desviava do mal. Jó, apesar de seu comportamento exemplar estava sendo monitorado pelo diabo que não abriu mão de levantar diante de Deus acusações infundadas sobre sua idoneidade.

d). Como leão. O diabo não é leão autêntico e sim enganador. A Bíblia diz: “Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo” – (II João 1:7). Sua intenção é intimidar o cristão para que ele o tema. Isto me faz lembrar de uma frase popular que diz – “ganhar no grito”. O único leão autêntico se chama – “Jesus Cristo”, e este não necessita intimidar ninguém e muito menos consegue seu intento através do grito. Confira: “E disse-me um dos anciãos: Não chores; eis aqui o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, que venceu, para abrir o livro e desatar os seus sete selos” – (Apocalipse 5:5).

e). Possa tragar. O diabo não pode sequer tocar em uma unha do cristão se não houver legalidade através de brechas (pecados), ou por vontade permissiva de Deus como foi o caso de Jó. Entretanto, quando acidentalmente o cristão vier a cair em pecado, não significa necessariamente que ele vai ser tragado pelo acusador. Para que isto não ocorra, é preciso buscar em arrependimento o perdão através de Jesus Cristo e tornar a acusação nula pelo poder de Deus o justo Juiz – (I João 2:1,2). Não se deixe tragar e nem aceite acusações infundadas do acusador. Ele já é um derrotado.

O título deste texto diz – “De Acusador a Réu e Condenado”. O diabo já foi julgado por Deus e considerado culpado. A Bíblia diz: “E o diabo, que os enganava (e os acusava), foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre” – (Apocalipse 20:10) – grifo meu.


_____________________Plínio Cavalheiro.

CRISE! POR QUÊ?



Em meio às crises, tempestades, furacões, quando o teto parece desabar sobre sua cabeça, e quando o oxigênio não é suficiente para atender a demanda de seus pulmões. Quando tudo dói, cada junta, cada nervo, cada osso, cada órgão. Quando tudo aparentemente está perdido, e os problemas não têm soluções. Quando o chão onde você pisa, misteriosamente desaparece dos seus pés, tirando toda sua estabilidade. Quando o vento é mais forte que sua resistência e te arrasta para lugares incertos, frios, escuros e indesejáveis. Quando o sorriso é trocado por copiosas lágrimas de tristeza e sofrimento. Quando você perde coisas preciosas. Quando a conta bancária está zerada, e as dívidas se acumulam, aparentando uma bola de neve. 

Enfim, quando você percebe que está vivendo os 44 minutos do segundo tempo, diante da possível derrota e não há nenhuma possibilidade (humana) de reverter o quadro. Lembre-se de uma coisa. A solução para todos estes problemas e para os demais que não foram alistados, você pode adquiri-lo definitivamente através de Jesus Cristo. Jesus age (se Ele quiser), nos últimos segundos da prorrogação da partida, concedendo a vitória de forma sobrenatural.

Deus deseja que vivamos pela fé, ou seja, no exercício da esperança oferecida pelo Espírito Santo que habita em nós – (Hebreus 11). O Senhor, que conhece cada coração (Salmo 139), e tem pleno domínio sobre tudo e sobre todos, sabe que, alguns de nós, caso venhamos receber vantagens nos primeiros minutos da partida, nos tornamos acomodados a ponto de baixar a guarda e oferecer oportunidade ao adversário de contra-ataque causando lamentavelmente mudanças no “placar”. 

Afinal, cada dificuldade deve ser encarada como possibilidade de aperfeiçoamento do caráter, e quanto mais doer, mais eficaz será o tratamento para os machucados, contribuindo para o bem daqueles que amam a Deus _ (Romanos 8:28).

Não pretendo cometer a heresia de afirmar a isenção permanente do crente quanto aos possíveis problemas que ele pode enfrentar no percurso de sua existência. A própria Bíblia desmentiria esta teoria. Ela diz em João 16:33: “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”. Deus podia perfeitamente ter conservado seu servo José livre dos aborrecimentos, inclusive da prisão, Daniel da cova dos ferozes e famintos leões, livrado Davi das perseguições de Saul, impedido o apóstolo Paulo dos muitos sofrimentos durante seu ministério. João foi decapitado e Estevão morto por apedrejamento – contudo não o fez por razões que só Ele sabe de fato. Uma coisa é certa, Deus estava presente em cada momento que seus filhos necessitaram de socorro. 

Deus livrou José, Davi, Daniel, Sadraque, Mesaque, Abednego, Paulo e muitos outros – na dificuldade e não da dificuldade. Talvez, e isto faz sentido, Ele tenha permitido que os homens no passado e muitos em nossos dias continuem passando por certas dificuldades, com o fim de proporcionar em cada um deles o aumento da fé, e a oportunidade de estar mais próximo dEle. 

Muitas vezes, o Senhor em sua infinita sabedoria faz uso dos problemas, ou permite as dificuldades, para trazer o crente para mais perto de si. A Bíblia diz: “O Senhor está perto dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito abatido” – (Salmo 34:18).

A Vida do cristão não deve sofrer oscilações, e se for o caso de passar por mudanças, que sejam elas para fortalecer ainda mais a resistência contra o mal, impedindo que o atacante adversário consiga brecha para penetrar e atingir seu intento maligno – (Tiago 4:7).

Que tipo de problema você está enfrentado hoje? Onde você tem buscado a solução para sua dificuldade? Você tem confiado em seus braços de carne para se desvencilhar das crises? Volte seus olhos para a Bíblia, e veja o que ela diz: “Esforçai-vos, e tende bom ânimo; não temais, nem vos espanteis, por causa do rei da Assíria, nem por causa de toda a multidão que está com ele, porque há um maior conosco do que com ele. Com ele está o braço de carne, mas conosco o SENHOR nosso Deus, para nos ajudar, e para guerrear por nós. E o povo descansou nas palavras de Ezequias, rei de Judá” – (2 Cr 32:7,8).

Quero lhe dizer algo sem receio de errar: Pare agora mesmo de buscar paliativo como forma de tratamento para suas feridas. Ouça a voz de Ezequias, rei de Judá: Deus, nosso Senhor, está oferecendo ajuda. Ele está colocando sua força para guerrear e vencer por você. Você acha que Deus já foi vencido alguma vez por satanás? Claro que não!

Confie e se entregue a Ele sem restrição. Jesus Cristo é o remédio eficaz, que age na causa e, por conseguinte elimina o sintoma indesejado de cada enfermidade, seja ela de ordem física ou espiritual. Não há problema insolúvel e demasiadamente difícil para Jesus. Vale conferir e comprovar a veracidade de seu poder. Ele oferece alívio e descanso aos que estão sofrendo – (Mateus 11:28-30). 

Porém, se você continua enfrentando problemas, mesmo depois de buscar e confiar plenamente no Senhor, não caia no erro de perguntar: Crise! Por quê? Em vez disso, substitua a pergunta por: O que eu devo aprender com esta dificuldade? Nele e por Ele você passará por uma transformação jamais experimentada. Vinde! Por que esperar? Jesus disse: “...eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” – (João 10:10b). Amém!



_______________________Plínio Cavalheiro.

VOLTE ENQUANTO HÁ TEMPO!   "Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai" (Lucas 15:18).   A frase "Sempre há um caminho de v...