MAS LIVRA-NOS DO MAL

“Mas livra-nos do mal” – (Mt 6:13).



Habitualmente o cristão enfrenta no dia-a-dia lutas arquitetadas pelo inimigo que tem o domínio sobre o império das trevas. Satanás, conhecido biblicamente também como adversário, não oferece trégua aos opositores de seu reino. Ele investe todo seu tempo disponível para maquinar morte e destruição aos homens, principalmente daqueles que têm uma aliança de compromisso, firmada através do sangue de Jesus Cristo no calvário.


A Bíblia diz: “...Porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” – (1 Pedro 5:8b). “O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir...” - (João 10:10a). Por conta disto, Jesus nos ensinou a orar insistentemente, “Livra-nos do mal”.


Livrar-se do mal significa eximir-se do maligno, e eximir-se do maligno é buscar e se apossar da armadura que Deus coloca à disposição como ferramenta de defesa aos seus filhos. A Bíblia cita: “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno” – (Efésios 6:11-13,16).


O salmista Davi, por conta de andar com o Senhor pôde sentir na pele o livramento dos ataques ininterrupto do inimigo. Ele disse: “Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam” – (Salmo 23:4). Andar com o Senhor é a chave para não temer o mal.

Mas livra-nos do mal. Entre outros propósitos que estão no coração de Deus, encontramos o desejo do Pai em livrar seu povo das maldades do inferno. O Senhor não se alegra em ver seus filhos tropeçando e caindo nas armadilhas do sagaz inimigo. Fazer a nossa parte é fundamental para eximir-se de todo ataque satânico, porém, é tremendamente edificante e confortador poder contar com Deus nas situações que não temos controle.


Assim está escrito na Bíblia: “Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória, Ao único Deus sábio, Salvador nosso, seja glória e majestade, domínio e poder, agora, e para todo o sempre. Amém” – (Judas 24,25).

Solicitar ao Pai que nos livre do mal é buscar remédio preventivo para as circunstâncias difíceis que enfrentamos. Existe situação que parece não haver solução. Assim sendo, devemos pedir que Deus nos dê forças para que no dia mal possamos vencer os obstáculos, tendo a certeza de que grandes vitórias vêm após grandes lutas.


Convido-o para curvar sua cabeça neste momento e ore desta forma: Amado Pai que está no céu. Por causa do diabo que não se cansa e continuamente anda ao meu redor procurando brecha para me prejudicar, peço que me livre de todo mal em nome de meu único Senhor e Salvador Jesus. Amém!



______________Capelão – Plínio.



E NÃO NOS DEIXES CAIR EM TENTAÇÃO

“E não nos deixes cair em tentação...” – (Mateus 6:13a).



Se por um lado, do ponto de vista do diabo, com sua sagacidade tem feito do assédio uma ferramenta de derrota, do ponto de vista de Deus, as tentações devem servir para o fortalecimento e o desenvolvimento da fé.

E não nos deixes cair em tentação. Quando solicitamos ao Senhor o favor de não nos deixar sucumbir, isto em momento algum vem invalidar o empenho que o cristão tem que ostentar frente aos assédios de Satanás. A Bíblia diz: “Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” – (Tiago 4:7).


A parte final do verso acima escrito por Tiago faz menção de umas das promessas do Senhor. Deus está garantindo o distanciamento do diabo dos seus filhos – “E ele (o diabo) fugirá de vós”.

Como seria maravilhoso não sofrer as investidas do diabo, e conseguir isenção permanente de sua presença e de seus ataques. Seria possível conseguir este favor das mãos do Senhor? NÃO! O diabo, nosso adversário, enganador e tentador não oferece trégua, não obstante ter a consciência que sua derrota já está decretada pelo Soberano Deus. A Bíblia diz: “E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre” – (Apocalípse 20:10).

Contudo, a Palavra de Deus pede sobriedade e vigilância no trajeto do caminhar cristão, dizendo: “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” – (1 Pedro 5:8). O diabo fugirá de vós. Isto se torna naturalmente possível naqueles que entendem e aceitam o texto na íntegra.



A Bíblia não foi escrita por homens inspirados pelo Espírito Santo, com a finalidade de ser fragmentada, e nem para ser usada como se fora simplesmente uma caixinha onde se consegue tirar (isoladamente), somente versículos com boas promessas a cada dia sem que tenha um “custo” para consegui-las.

Qual é o custo para se conseguir o distanciamento do diabo? O versículo diz: “Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo”. Esta é a chave para se abrir a porta da vitória – submeter-se a Deus incondicionalmente. O Senhor Jesus, falando aos seus discípulos disse: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca” – (Mateus 26:41).

Por conseguinte, descobrimos pela própria Palavra de Deus, que, o ônus para se conseguir o distanciamento do diabo está em uma vida de obediência aos ensinamentos de Deus e também na prática da oração incessante. Cumprir a vontade de Deus é fechar as portas de entradas onde o diabo costumeiramente tem entrado para cumprir o que está escrito em João 10:10a: “O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir’.

E não nos deixes cair em tentação. É bom lembrar, que, o próprio Jesus que nos ensina a orar desta forma sofreu na própria pele este tipo de desventura. No deserto, depois de jejuar por quarenta dias e quarenta noites, sentindo fome, chegou o diabo e o tentou por três vezes subseqüentes. A Bíblia afirma que Jesus venceu todas as tentações fazendo uso da Palavra de Deus. Jesus declarou estar escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. Ele disse ainda: Não tentarás o Senhor teu Deus e por último Ele dispara o tiro certeiro no inimigo, dizendo: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. “Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam” – (Mateus 4:11).

O conhecimento e a prática das escrituras são armas poderosas para neutralizar e frustrar os ataques do diabo. A palavra é comparada na Bíblia como uma espada afiada: “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” – (Hebreus 4:12). A palavra é hábil para promover verdadeiras mudanças para melhor nas pessoas: “Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus. Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra”. _ (2 Timóteo 3:14-17). A palavra serve como farol diante das trevas: “Lâmpada para os meus pés é tua palavra, e luz para o meu caminho” – (Salmo 119:105).


E não nos deixes cair em tentação. Faça neste momento esta oração: Sim, meu Deus e meu Pai, eu entendo que, para não cair em tentação eu necessito resistir ao diabo, estar em comunhão contigo, viver em obediência aos seus ensinamentos e investir todo meu tempo na oração. Perdoe os meus pecados (mencione-os um a um em arrependimento). Eu quero que isto se torne uma realidade em minha vida. Em nome de meu Senhor e Salvador Jesus Cristo. Amém!



________Capelão – Plínio.

Assim como nós perdoamos aos nossos devedores

“... Assim como nós perdoamos aos nossos devedores” - (Mt 6:12b).




Assim como nós perdoamos aos nossos devedores.” Este é o segundo momento da oração onde Jesus coloca um parâmetro para poder melhor exemplificar um mandamento. Anteriormente no versículo 10, Jesus ilustrar a vontade do Pai sendo realizada na terra na mesma intensidade que é cumprida no céu e agora Ele condiciona o perdão vertical (homem x Deus), com o perdão horizontal (homem x homem).


Perdoar não é algo simples de entender e muito menos de fácil execução. No entanto, é absolutamente possível o exercício do perdão, quando se tem a iniciativa de praticá-lo mesmo contra a vontade. Pelo Espírito Santo, o homem é capacitado a fazer determinadas coisas que surpreendem o mundo e abalam os alicerces do inferno. Entre muitos efeitos práticos do Espírito, o perdão tem se destacado como arma poderosa para atacar e neutralizar as “forças” do maligno.


Jesus, certa ocasião mostrou a Pedro, usando uma parábola intitulada de – A Parábola do Credor Incompassivo (Mateus 18:23-35), a razão pela qual deve-se perdoar sem limites. Nesta parábola Jesus faz um alerta aos cristãos que estão enfrentando problemas relacionados com ofensas ou “dívidas”. Jesus faz menção daquilo que todos os seguidores do cristianismo alcançaram pela misericórdia de Deus, ou seja, o perdão de todos os seus pecados, significando o cancelamento da enorme dívida.

Neste texto, Jesus explica a Pedro sobre o perigo que há em ignorar este mandamento, e não perdoar os devedores. Leia com muita atenção os três últimos versos: “Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti? E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia. Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas” – (Mateus 18:33-35).

Jesus está afirmando, e não há dúvidas sobre isto, que, o seu Pai, ou seja, Deus entregará aqueles que não conseguem perdoar o seu semelhante nas mãos dos verdugos. Saiba você uma coisa (se é que você ainda não sabe): verdugos simbolizam os carrascos que representam os demônios agindo com liberdade nas vidas daqueles que preferem ignorar as recomendações do Senhor.

Assim como nós perdoamos aos nossos devedores. Provavelmente a maioria esmagadora de pessoas que conhecem esta oração ainda não conseguiu perdoar de fato seus devedores. São pessoas que não invalidaram as velhas dívidas, e conseqüentemente os verdugos continuam agindo em detrimento de cada um. Muito provavelmente estas pessoas estão passando por sérias dificuldades. Talvez, os carrascos estão agindo no físico, envolvendo a saúde, ou quem sabe o ataque está centrado nas finanças, ou no emocional. Não sei, você deve avaliar e ponderar a questão com muita seriedade. Uma coisa sei, a palavra de Deus é verdadeira. Deus não estava brincando quando inspirou João a escrever o seguinte: “O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir...”_(João 10:10a).

Diante disto, fica uma pergunta: O diabo pode fazer tudo isto que o versículo diz, mesmo se tratando de cristãos? SIM. É possível se as pessoas oferecerem legalidade para ele agir. O diabo só rouba, mata e destrói as pessoas, quando recebe em suas mãos autorização para agir. Um exemplo excelente de perdão se alcança no calvário. Jesus passou por escárnios, zombarias, desprezos. Foi acusado de perverter o povo. Foi crucificado entre dois malfeitores. Colocaram uma coroa de espinhos sobre sua cabeça. Tudo isto e muito mais. Quando Jesus estava estendido, prostrado sobre o madeiro, com os cravos machucando as suas mãos e tornozelos, Ele bradou uma petição surpreendente: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem...” - (Lucas 23:34a).


Outro fato espantoso é o exemplo de Estêvão frente às acusações falsas. Estevão foi “julgado” e mesmo sendo inocente perante Deus e os homens, foi sentenciado à morte por apedrejamento. E quais foram suas últimas palavras? Veja o registro: “Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem, que está em pé à mão direita de Deus. Mas eles gritaram com grande voz, taparam os seus ouvidos, e arremeteram unânimes contra ele. E, expulsando-o da cidade, o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas capas aos pés de um jovem chamado Saulo. E apedrejaram a Estêvão que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito. E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu” – (Atos 7:56-60).

Assim como nós perdoamos aos nossos devedores. Decida neste momento (se for o seu caso), liberar perdão aos seus devedores. Ore a Deus declarando que você não deseja ceder nenhum espaço que venha fornecer direito aos verdugos agirem contra sua vida, sua família e seus bens. Diga que você está disposto a perdoar todos seus devedores. Cite os seus nomes e as respectivas ofensas em voz alta, com o objetivo de fazer ser ouvido pelos demônios e obrigá-los a sair levando suas ferramentas de torturas. Tudo isto, em nome de Jesus – Amém!


__________Capelão – Plínio.


E PERDOA-NOS AS NOSSAS DÍVIDAS


“E perdoa-nos as nossas dívidas...” - (Mateus 6:12a).


O planeta é regido pelo grande mercado de consumo. A mídia é sustentada por inúmeras empresas, que investem fartamente em comerciais, com a finalidade de convencer o consumidor a adquirir cada vez mais os produtos que estão sendo fabricados.


A compra facilitada através de boleto, cheque pré-datado, cartão de crédito, carnês, letras promissórias, são algumas estratégias para “fisgar” o consumidor e levá-los a contrair dívidas, que, por vezes se transformam em objeto de constrangimento e muita ansiedade.

A dívida é algo que tem provocado insônia nas pessoas. Ela rouba, muitas vezes, a tranqüilidade e a capacidade de pensar racionalmente. Muitos, levados pela insensatez, chegam a praticar atos criminosos, como, roubo, seqüestro e até o suicídio.
 A dívida, por razões óbvias, promove a separação entre o devedor e o credor. Normalmente é o endividado que procura evitar a pessoa a quem se deve. Ele se sente humilhado por conta de não ter tido condições financeiras para saldar seu compromisso.

Entretanto, semelhantemente, no reino espiritual existe um mercado muito extenso patrocinado pelo reino das trevas, onde as mercadorias são oferecidas a preços promocionais, com o fim de convencer o homem a consumir cada dia mais. Os “bancos” infernais colocam seus empréstimos (com juros “baixos”), com a finalidade de atrair as pessoas e desta forma endividá-las gradativamente. Esta dívida é caracterizada na vida daqueles que se deixam seduzir pelo pecado. O pecado afasta o homem de Deus. O pecado oferece legalidade ao credor (satanás), de agir em detrimento do (devedor) pecador.
 
Diante disto, graças a Deus que em Cristo (e só por Ele), sempre há solução. O cristianismo é maravilhoso onde encontramos na Bíblia as advertências e os cuidados contra os planos diabólicos. O apóstolo Pedro disse o seguinte: “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” – (1 Pedro 5:8). Qual o significado de sobriedade? Significa agir com moderação, com prudência e até abstinência. O cristão necessita estar atento e abster-se das ofertas satânicas amparadas pelo diabo, e não contrair débitos desnecessários e comprometedores.
 
No entanto, se, porventura isto (o pecado) já se tornou uma realidade em sua vida, saiba que o quadro pode ser revertido de forma surpreendente e instantaneamente. Lembre-se que no parágrafo anterior consta uma declaração, onde Jesus é apresentado como a única solução para este tipo de problema. Na primeira epístola de João, está assim escrito: “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo” – (1 João 2:1,2).

Jesus é o único advogado que trabalha voluntariamente em benefício de seus discípulos. Jesus também por amor aos (endividados) pecadores se entregou como resgate (pagamento) da enorme dívida que o homem tem contraído durante sua existência. A Bíblia diz que todos nós sem exceção adquirimos uma dívida muito grande, e não há possibilidade alguma de quitação, exceto através da remição por Cristo na cruz do calvário. O profeta Isaias, muito antes de Jesus ter passado triunfante pela cruz, escreveu o seguinte: “Verdadeiramente ele (Jesus), tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” – (Isaías 53:4,5).

E perdoa-nos as nossas dívidas. Não vamos fazer desta frase uma retórica mecânica e sem nenhuma reflexão. Jesus nos convoca para algo que vai além de oratória. Ele nos exorta para um posicionamento de arrependimento perante a dívida que se chama pecado. Afinal, é isto que consta no livro de Atos: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor” – (Atos 3:19).
 
Medite neste princípio da oração “E perdoa-nos as nossas dívidas...”. Não despreze os benefícios da benevolência de Deus. Ore neste momento desta forma: Querido Senhor Deus, eu percebo que sou pecador e por conta disso estou endividado. Entretanto, reconheço que estou tendo a oportunidade neste dia de ter minha dívida quitada através do sacrifício de Jesus na cruz do calvário. Eu me arrependo dos meus pecados e peço o perdão por meio de Jesus Cristo e é em nome dEle que eu oro – Amém!


Dívidas? Nunca mais. Em Cristo e por Cristo o homem é liberto das culpas, dos pecados, das enfermidades e das maldições. Aleluia!




________________Capelão – Plínio.

O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DÁ HOJE

“O pão nosso de cada dia nos dá hoje” - (Mateus 6:11).



Entendemos nesta frase a preocupação de Jesus em ensinar aos seus discípulos como se comportar diante de algo que é responsável pela sustentação do corpo - o alimento. Jesus, durante seu ministério nunca ignorou as necessidades físicas do ser humano. Ele mesmo, por se tornar homem, enfrentou os mesmos problemas que seus discípulos e o povo enfrentaram e continuam enfrentando.

Jesus saiu do ventre de uma mulher – (Lucas 2:6,7). Foi criança, cresceu em estatura física – (Lucas 2:40-42). Teve sono – (Lucas 8:23). Seu corpo experimentou a fadiga – (João 4:6). Chorou diante da morte de Lázaro, seu amigo – (João 11:35). Jesus também tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, sentiu fome – (Mateus 4:20. Conquanto Jesus tivesse a natureza humana, houve uma diferença que o distinguiu de nós. Jesus em momento algum se deixou seduzir pelo pecado. A Palavra de Deus testifica este fato da seguinte forma: “Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado” – (Hebreus 4:14,15).



“O pão nosso de cada dia nos dá hoje”. Não se pode separar o corpo do espírito enquanto estamos de posse da vida que Deus nos deu. Recebemos de Deus algo significativo, que se chama corpo, para poder prioritariamente abrigar o Espírito Santo, conforme declaração do apóstolo Paulo: “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?” – (1 Coríntios 6:19). E não somente para abrigar o Espírito de Deus, mas também através dele, (pelo Espírito) poder glorificar a Deus no dia-a-dia. Paulo completa dizendo: “Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” – (1 Coríntios 6:20).


O Senhor ensina e motiva seus discípulos pela busca na medida necessária para o sustento diário. Jesus, certa ocasião quando pregava em um lugar que hoje é apontado como o Monte das Bem-aventuranças, disse: Por isso vos digo: “Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário? Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas? Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal” – (Mateus 6:25,26,34).

Quando a ansiedade toma conta do coração do homem, fazendo-o desconfiar dos cuidados de Deus em relação ao seu futuro, ele acaba por não desfrutar dos benefícios do dia patrocinado pelo Senhor. Porção diária é para ser recebida e consumida na mesma proporção. O Crente é abençoado diariamente para poder abençoar outras pessoas na mesma dimensão.

O pão nosso de cada dia nos dá hoje. Outro ensinamento que podemos extrair desta frase, se relaciona com a dignidade de cada trabalhador. Muitas pessoas estão deliberadamente recebendo o pão (sustento) das mãos do diabo, e não somente o alimento diário, como também por estar entesourando riquezas para sua própria condenação. A Palavra, em Eclesiastes, nos exorta a buscar um nível de vida que redunde em gozo e satisfação plena diante de Deus e também diante do mundo naquilo que é considerado fruto de nosso trabalho: “Eis aqui o que eu vi, uma boa e bela coisa: comer e beber, e gozar cada um do bem de todo o seu trabalho, em que trabalhou debaixo do sol, todos os dias de vida que Deus lhe deu, porque esta é a sua porção” – (Eclesiastes 5:18).
 O homem não pode em hipótese alguma desdenhar das maquinações elaboradas por satanás. O diabo tem oferecido cursos “gratuitos” com o objetivo de preparar “profissionais” com a finalidade de agir livremente no mercado de trabalho. São pessoas “diplomadas” na arte de engodar o seu semelhante a qualquer custo.

Assim sendo, esteja preparado para pedir e receber das mãos do Pai o precioso alimento diário. Ele sabe exatamente quais são as necessidades e a intenção de cada coração. Receba a porção de cada dia com gratidão e alegria. Utilize as bênçãos recebidas com a finalidade de aplicá-las no ministério que Deus está colocando em suas mãos.



Ore desta forma: "Pai, o sustento meu de cada dia me dá hoje, para que seu nome seja tremendamente glorificado através de minha vida. Amém!"



______________Capelão – Plínio.

CORRENTES QUE DEUS PODE QUEBRAR!   "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres." (João 8:36).   Que trist...