EXISTE ALGUÉM QUE PRECISA DO SEU PERDÃO?

 


“Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós” (Mateus 6:14).

 

Há coisas na Bíblia que pertencem exclusivamente a Deus. Por mais que o ser humano se esforce, jamais poderá competir com o Senhor em certas áreas. Um exemplo claro é a salvação. Salvar alguém é obra da graça de Deus. Nós somos apenas instrumentos em Suas mãos para anunciar a salvação por meio de Jesus Cristo.

 

Entretanto, o texto de Mateus 6:14 nos apresenta algo muito sério: a questão do perdão. O perdão possui uma via de mão dupla, perdoamos para sermos perdoados. Essa é uma ordem clara do Senhor e revela nossa responsabilidade diante de Deus.

 

Quando nos recusamos a perdoar, permanecemos em dívida espiritual. Isso é extremamente grave, pois o rancor e a falta de perdão criam barreiras em nossa comunhão com Deus.

 

Por isso, reflita por um momento: Existe alguém que precisa do seu perdão? Se houver, libere esse perdão hoje. Perdoar não apenas liberta o outro, liberta também o nosso próprio coração.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 SALVAÇÃO: UM PRESENTE DE DEUS!

 


“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8,9).

 

Quem não consegue lembrar de um momento marcante em que recebeu um presente sem ter feito absolutamente nada para merecê-lo? Não era aniversário, Natal ou qualquer outra data especial. De repente, chega um pacote bonito e, ao abri-lo, a surpresa é ainda maior. O coração se enche de alegria, mas logo surge a pergunta inevitável: “O que essa pessoa viu em mim para me dar um presente assim?”

 

Essa simples experiência nos ajuda a entender, ainda que de forma limitada, o que significa a graça de Deus. A salvação que Ele nos oferece não é resultado de nossos méritos ou de boas obras. Não depende de frequentarmos a igreja, de termos uma família cristã, de ocuparmos cargos religiosos ou mesmo de procurarmos cumprir mandamentos.

 

A salvação é um dom divino, um presente oferecido por puro amor. É a manifestação da graça de Deus que alcança o ser humano, mesmo quando este jamais poderia conquistá-la por si mesmo. Pela fé somos conduzidos a Jesus, e é por meio d’Ele que recebemos a vida nova, o perdão e a certeza da salvação.

 

Por isso, ela é o presente mais valioso que alguém pode receber. Deus a concede dessa forma para que ninguém se glorie em si mesmo, mas para que toda honra, gratidão e louvor sejam dados somente a Ele.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 NÃO É PARA “FICAR” COM DEUS, É PARA VIVER COM ELE!

 


“Este povo se aproxima de mim com a sua boca e me honra com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim” (Evangelho de Mateus 15:8).

 

O mundo moderno criou um tipo de relacionamento que, na verdade, pouco acrescenta ao ser humano, embora muitos pensem que seja algo interessante ou vantajoso. Trata-se do chamado “ficar”.

 

Para muitos, o “ficar” parece trazer liberdade e praticidade, pois elimina responsabilidades e compromissos. Pessoas se encontram, passam algumas horas juntas, dividem momentos íntimos, mas muitas vezes não sabem quase nada uma da outra, às vezes sequer sabem o nome. No dia seguinte, cada um segue o seu caminho como se nada tivesse acontecido, prontos para repetir a mesma história com outra pessoa. O que parece ser liberdade, na verdade revela a superficialidade dos relacionamentos de hoje.

 

Infelizmente, esse mesmo comportamento tem se repetido também na vida espiritual. Há pessoas que não assumem um compromisso verdadeiro com Deus, mas apenas “ficam” com Ele quando a situação aperta. Quando a adversidade chega, elas clamam, pedem socorro, chamam o nome do Senhor e imploram por misericórdia.

 

Porém, assim que o problema passa, viram as costas para Deus e seguem suas vidas como se Ele fosse apenas uma solução momentânea para tempos difíceis.

Mas Deus não quer ser apenas um recurso emergencial na vida de alguém. Ele deseja um relacionamento verdadeiro, profundo e permanente com aqueles que o buscam.

 

Deus não procura pessoas que apenas “ficam” com Ele nos momentos de necessidade, mas filhos que caminhem com Ele todos os dias, em fidelidade, amor e compromisso. Diante dessa verdade, vale a pena fazer uma reflexão sincera: como tem sido o seu relacionamento com Deus? Você apenas se aproxima dEle quando a dor aperta, quando o medo chega ou quando os problemas parecem maiores que suas forças? Ou você tem vivido uma caminhada constante com Ele, buscando Sua presença não apenas nas crises, mas também nos dias comuns da vida?

Essa é uma pergunta que cada precisamos responder no silêncio do próprio coração. Afinal, Deus não deseja visitas ocasionais, Ele deseja comunhão diária.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 A MISSÃO DE QUEM JÁ ESTÁ NA LUZ!

 


“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pedro 2:9).

 

O povo de Deus não é um membro inútil ou sem propósito no corpo de Cristo. Não fomos chamados para ocupar um lugar passivo, mas para cumprir uma função viva, ativa e indispensável no Corpo cuja cabeça é Cristo. Deus nos concedeu uma identidade espiritual e uma missão clara neste mundo.

 

A Palavra de Deus é a autoridade suprema. Diante dessa verdade, entendemos que fomos escolhidos e separados por Ele com um propósito: anunciar, com ousadia e autoridade, as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. O mundo ainda vive mergulhado na escuridão do pecado, da incredulidade e da ausência de Deus. Porém, nós fomos alcançados pela luz de Cristo.

 

Por isso, não podemos nos calar. Quem foi tirado das trevas conhece o valor da luz. Quem foi alcançado pela graça tem autoridade para testemunhar dela. Somos chamados para proclamar, viver e refletir essa luz, para que aqueles que ainda caminham na escuridão encontrem o caminho que conduz à vida.

 

Esta é a missão do povo de Deus: ser voz em meio ao silêncio, ser luz em meio às trevas e anunciar ao mundo que em Jesus Cristo há salvação, há transformação e há vida eterna.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 DOIS PASSOS PARA AGRADAR A DEUS!

 


“Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam. [...] O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho” (Hebreus 11:6; Marcos 1:15).

 

Se a nossa intenção é realmente agradar a Deus, precisamos, antes de tudo, caminhar em direção a Ele. Para que essa aproximação aconteça, gostaria de sugerir dois passos essenciais.

 

O primeiro é alimentar a fé. A fé nos impulsiona a agir com confiança mesmo quando não vemos, não ouvimos e nem sentimos claramente as respostas dentro de nós. Ainda assim, seguimos firmes, porque cremos que Deus existe e que Ele se agrada daqueles que o buscam sinceramente.

 

O segundo passo é o arrependimento. Sem arrependimento não há verdadeira conversão. Ninguém pode seguir pelo Caminho, que é Cristo, e aproximar-se da presença de Deus sem reconhecer seus pecados, confessá-los e abandonar aquilo que o afasta do Senhor. O arrependimento nos reconduz ao caminho da graça e restaura nossa comunhão com Deus.

 

Assim, fé e arrependimento são passos indispensáveis para quem deseja aproximar-se de Deus e viver de maneira que lhe agrade.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

  AS CORRENTES QUE SÓ JESUS QUEBRA! Convido você a refletir comigo sobre o relato do homem de Gadara por um ângulo diferente. Esse extra...