CRISTÃOS NO CAMINHO DE DAMASCO!


De que adianta pensar que está fazendo a vontade de Deus, mas, que na realidade Deus está alheio àquilo que se está fazendo em nome dele? Fazer as coisas por conta própria ou pior ainda, fazer seja o que for, fora da vontade de Deus, é o mesmo que se expor a uma situação desastrosa, podendo resultar em grandes perdas. 


Todo trabalhador é motivado por aquilo que o seu serviço produzirá, ou seja, lucro. No entanto, um bom lavrador, não despreza as leis criadas pela natureza. Desta forma, ele prepara a terra da forma correta, e no tempo certo, caso contrário, o trabalho dele será em vão. 


Temos um exemplo na Bíblia de alguém muito especial, seu nome antes da conversão era Saulo. Como Saulo, ele se portava, respirando ainda ameaças e mortes contra os discípulos do Senhor, dirigiu-se ao sumo sacerdote. E pediu-lhe cartas para Damasco, para as sinagogas, a fim de que, se encontrasse alguns deste Caminho, quer homens quer mulheres, os conduzisse presos a Jerusalém” – (Atos 9:1,2).


Afinal, onde estava o erro de Saulo? Ele achava que os cristãos eram hereges e não tinham entendimento daquilo que realmente Deus queria. “No entanto, quando, indo no caminho, aconteceu que, chegando perto de Damasco, subitamente o cercou um resplendor de luz do céu. E, caindo em terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? E ele disse: Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões” – (Atos 9:3-5).


A sequência deste acontecimento você pode ler no livro de Atos capítulo 9, onde narra que houve uma transformação magnífica na vida de Saulo, a começar pelo seu nome que foi substituído por Paulo. Paulo recebeu toda orientação a respeito do Evangelho de Cristo, e mais que isso, ele decidiu por obedecer a Deus da forma correta.


Avalie os seus caminhos e veja onde eles estão te levando, e caso você perceba que está caminhando para Damasco, arrependa-se e volte para o caminho de Cristo.  


Cap. Hospitalar – Plínio Cavalheiro.


AS CIRCUNSTÂNCIAS


As circunstâncias, os problemas e as adversidades são simplesmente caminhos que fortalece a fé. Afinal, quando se percebe que a pessoa está cheia de fé? Em todos os casos registrados na Bíblia que mencionam a fé, examinando o contexto descobriremos que aquele que foi citado, estava passando por sérios problemas. 


Só para recapitulação daquilo que já sabemos. E certa mulher que, havia doze anos, tinha um fluxo de sangue, procurou Jesus e ouviu de Jesus: Então, jesus respondeu: “Filha, a tua fé te salvou; vai em paz, e sê curada deste teu mal” – (Marcos 5:34). Um homem, perto de Jericó, sego quando ouviu Jesus se aproximando clamou por compaixão, dizendo: Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim. Então Jesus, parando, mandou que lho trouxessem; e, chegando ele, perguntou-lhe, Dizendo: Que queres que te faça? E ele disse: Senhor, que eu veja. E Jesus lhe disse: Vê; a tua fé te salvou” – (Lucas 18:40-42).


Somos citados na Bíblia como aqueles que vence o mundo, e qual é a estratégia para sair mais que vendedor nesta batalha que não cessa? A Bíblia responde: “Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé. Quem é que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus?” – (1 João 5:4,5). 


Jesus sempre vai estar infinitamente acima das adversidades. Jesus sempre olha para ela de cima para baixo. As adversidades não têm uma alternativa, senão concordar e submeter a Jesus Cristo. Portanto, tome uma decisão diante das circunstâncias adversas. Diga a Deus que você quer olhar pelos olhos de Jesus, e crer que você o aceita de todo seu coração como Senhor e Salvador. 


E, sempre é bom lembrar: “Deus não muda as circunstâncias, porque está usando-as para mudar você”.


* Cap. hospitalar - Plínio Cavalheiro. 


 

CONQUISTANDO AS METAS!


É recomendável que todos procurem na medida do possível conquistar as suas metas ou os seus sonhos. Contudo, necessitamos saber que eles ainda estão na esfera cerebral, ou seja, ainda não saiu do papel. 


Nossas metas têm que submeter a fatores coerentes.  Ela tem que ser avaliada em sua dimensão, comprimento, largura e altura. Elas precisam nos oferecer informações suficiente para podermos avaliar se procede ou não procede. Seria prudente sempre fazermos duas perguntas diante de cada meta – “o que o mundo ganharia com isso?”; e a segunda - “o que eu vou ganhar com isso?” sendo que a primeira pergunta deve ser o foco prioritário.  


Não podemos permitir que nossas metas sejam egocêntricas. Ao contrário, devemos ver nelas o benefício como um todo, saindo de nosso “eu” para dar lugar a projetos que visam o bem-estar de uma nação inteira, ou mais especificamente das pessoas que estão em nosso entorno. Afinal, elas serão atingidas de alguma forma com a realização de seu projeto, seja ele bom ou não. 


Não podemos alimentar um projeto vazio, que não leva a lugar algum. Não é fazer por fazer, mas, é fazer porque existe uma consistente necessidade. Consagre a Deus todas as suas metas. Na falta de entendimento, procure conselhos de quem é mais experiente no assunto.


A Bíblia diz: “Quando não há conselhos os planos se dispersam, mas havendo muitos conselheiros eles se firmam”. Confia ao Senhor as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos.” - (Provérbios 14:22; 16:3).


E, para finalizar vamos ouvir quem é autoridade máxima no Universo: “Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar? Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele,

Dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar” – (Lucas 14:28-30).


Cap. Hospitalar – Plínio Cavalheiro.


VOCÊ É FELIZ?


Felicidade não é obra do acaso e muito menos é uma questão de sorte. Felicidade se adquire com esforço físico, mental e espiritual. Eu não posso dizer para um infeliz, simplesmente seja feliz e pronto, ele começa a rir. O correto é perguntar a ele você gostaria de ser feliz? Você saberia descrever a causa de sua infelicidade?


A infelicidade poderia ser rotulada como “doença” que se transmite através dos contatos daqueles que normalmente frequenta o mesmo local. O infeliz, tem como característica básica a alteração de seu semblante e por conseguinte suas atitudes. A expressão facial denuncia o infeliz. Outra característica é a forma como ele conversa. O infeliz sempre vai ter palavras de pessimismo e argumentações na tentativa de “justificar” o seu estado de mau humor.


A ciência cita alguns sintomas nos casos de mau humor:


Aumento ou perda do apetite;

Baixa autoestima;

Abatimento;

Afastamento social;

Pensamentos contraproducentes;

Problemas de insônia;

Tristeza;

Uso de tranquilizantes. Bebidas com álcool, ou mesmo drogas ilícitas.


A Bíblia, autoridade máxima para o caso em questão e inúmeros outros, oferece a receita para desfrutar da felicidade. Está escrito: “Não havendo profecia, o povo se corrompe; mas o que guarda a lei, esse é feliz” – (Provérbios 29:18). “Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação” – (Habacuque 3:17,18).


Portanto, avalie seus sentimentos e veja se você é Feliz ou não. Caso não seja, ajuíze se você está guardando a lei de Deus.  


Cap. Hospitalar – Plínio Cavalheiro.

 

ORAÇÕES VAGAS


O que é “Oração Vaga”? Oração vaga é o tipo de oração que não define exatamente aquilo que buscamos quando chegamos diante do trono de Deus. Nenhum filho, chega para o pai e diz: “Pai estou com vontade de pedir alguma coisa, mas, ainda não sei o que é”. 


O Senhor Deus e Pai não se agrada de orações vagas, Ele tem seus olhos voltados para as orações específicas, onde cada detalhe valoriza o modo de pensar daquele que busca o favor. 


Precisamos nos engravidar de nossas orações. A partir do momento que pedimos algo definido ao Senhor, o correto é nos acharmos “grávidos” daquilo que vai trazer a nós os benefícios desejados. 


Paulo escreveu: “(Como está escrito: Por pai de muitas nações te constituí) perante aquele no qual creu, a saber, Deus, o qual vivifica os mortos, e chama as coisas que não são como se já fossem” – (Romanos 4:17). Isso poderia ser traduzido como “gravidez”. 


Assim como a gravidez na mulher é um evento resultante da fecundação do ovulo pelo espermatozoide, assim também quando pedimos algo definido a Deus, ele deve ser fecundado dentro de nós a espera do tempo certo para nascer de fato. Caso eu ore pedindo para que Ele me conceda um emprego, naquele exato momento eu posso dizer que estou grávida de um emprego, e isso vale para todos os pedidos.


Você e eu necessitamos adquirir fé suficiente para acreditar que Deus chama as coisas que não são como se já fossem.   


Cap. Hospitalar – Plínio Cavalheiro. 


VOLTE ENQUANTO HÁ TEMPO!   "Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai" (Lucas 15:18).   A frase "Sempre há um caminho de v...