PHNJ – “Plano Habitacional Nova Jerusalém”



A Palavra de Deus não é privativa. Ela é semelhante a uma grande árvore cujos ramos se alastram para oferecer asilo a todos os pássaros. Disse Jesus: “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar” – (João 14:2).

No livro de Apocalipse capítulo três, João descreve sobre este lugar deslumbrante que vale a pena conferir. Ele diz: “E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.

O fato de se ter a promessa de Jesus em subir para preparar lugar não significa que todos indistintamente têm suas moradias garantidas. A garantia está em que se têm uma quantidade grande de moradias e que ninguém absolutamente ninguém, após as primeiras coisas passarem, poderá alegar que ficou “debaixo da ponte” por falta de lugar. É só se inscrever no PHNJ - “Plano Habitacional Nova Jerusalém” e pronto, tudo se resolvem com perfeição e garantia.

Entretanto, semelhante aos acordos firmados neste planeta chamado Terra, para se adquirir uma casa edificada na Nova Jerusalém, cada pretendente precisa tomar ciência do regulamento elaborado por aquele que governa Terra e céus, e o item que se encontra em evidência por assim dizer está impresso em João 1:12,13.

Somente os filhos de Deus têm o direito de gozar deste privilégio. Deus não faz acepção de pessoas. Por sua vontade, todos seriam seus filhos (João 3:16). Contudo, este título de “filho” só é legitimado quando o ser humano de livre e espontânea vontade decide ter sua identidade alterada. É assim que está escrito: “Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus” – (João 1:12,13).

Para galgar esta posição não há como burlar o estatuto de Deus que é perfeito e justo. O meio é Jesus Cristo. Está assim escrito: Respondeu Jesus: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim” – (João 14:6).  Desprezar Jesus é o mesmo que abrir mão da maior herança jamais calculada por qualquer matemático, e aí sim, o destino é “debaixo da ponte”. Em todas as Bíblias se encontra esta palavra: “Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus” – (João 3:18).

Por isso é que se diz: "Se hoje vocês ouvirem a sua voz, (ou seja, a voz de Deus), não endureçam o coração" - (Hebreus 3:15). Deus através de seu Filho Jesus Cristo cumpriu todos os protocolos para que você usufruísse da maior bênção que se chama SALVAÇÃO. Sendo assim, só falta você fazer sua parte – aceitar ou rejeitar. Pense nisto! 

______________________Plínio Cavalheiro.



DEPENDÊNCIA OU MORTE!




Neste dia, 7 de setembro, o Brasil comemora a independência de Portugal, declarada por Dom Pedro I, as margens do rio Ipiranga, quando deu ênfase a tão conhecida frase – “Independência ou Morte”. Este acontecimento em 1822 ficou conhecido como “Grito do Ipiranga”.

Lendo este texto, você deve estar a perguntar o porquê do título – “Dependência ou Morte”. Por que a proposta correta é a dependência?


Como Capelão Hospitalar, assim sendo, por experiência própria, posso garantir que a grande maioria das pessoas, para não dizer todas, não querem morrer. Seus esforços estão concentrados em prolongar o máximo possível de tempo de vida neste planeta.


Assim tem sido durante a história da existência do ser humano. A Bíblia cita um caso onde Deus envia seu profeta Isaías para dar uma notícia desagradável a um certo rei. Confira em sua Bíblia: “Naqueles dias adoeceu Ezequias mortalmente; e o profeta Isaías, filho de Amós, veio a ele e lhe disse: Assim diz o Senhor: Põe em ordem a tua casa, porque morrerás, e não viverás” - (II Reis 20:1).


Entretanto, o rei não se conformou com as palavras de Deus através de Isaías. “Então virou o rosto para a parede, e orou ao Senhor, dizendo: Ah, Senhor! Suplico-te lembrar de que andei diante de ti em verdade, com o coração perfeito, e fiz o que era bom aos teus olhos. E chorou Ezequias muitíssimo. Sucedeu, pois, que, não havendo Isaías ainda saído do meio do pátio, veio a ele a palavra do Senhor dizendo: Volta, e dize a Ezequias, capitão do meu povo: Assim diz o Senhor, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração, e vi as tuas lágrimas; eis que eu te sararei; ao terceiro dia subirás à casa do Senhor. E acrescentarei aos teus dias quinze anos, e das mãos do rei da Assíria te livrarei, a ti e a esta cidade; e ampararei esta cidade por amor de mim, e por amor de Davi, meu servo” – (II Reis 20:2-6).


Ezequias pela oração e súplica conseguiu dissuadir Deus do plano de morte e angariou mais 15 anos de vida. Apesar disso, os quinze anos passaram naturalmente e ele inevitavelmente teve que enfrentar a abominável morte.

“Dependência ou Morte” é apenas um trocadilho para explicar a exemplo de Dom Pedro I no Vale do Ipiranga para beneficiar uma nação, o que Jesus Cristo fez no calvário para beneficiar o mundo, salvaguardando as devidas proporções, claro.


A independência do Brasil, com toda certeza é matéria questionada no dia-a-dia. Ela é relativa e não absoluta. Ela é temporária e não definitiva. Daí, a inevitável pergunta de muitos brasileiros: “Somos de fato e de direito independentes?”.


Jesus não estava sentado em um belo cavalo e nem precisou desembainhar uma espada e bradar em alta voz para intimidar o grande auditório enfurecido do calvário. Seu gesto humilde, porém, grandioso ecoou nos quatro cantos do Universo, inclusive e principalmente no inferno que teve que engolir a seco sua derrota definitiva. Sua frase em meio ao sofrimento, sangue e humilhação foi – “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” – (Lucas 23:34).


Jesus Cristo cumpriu na cruz a promessa de Deus direcionada à serpente ( o diabo) no Éden: “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” – (Gênesis 3:15).  Da mesma forma foi a consumação de João 3:16: ”Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.


Dependência ou Morte. Depender de quem? De Jesus Cristo, o caminho a verdade e a vida – (João 14:6). Ele é o antídoto eficaz para combater o veneno da morte e promover vida eterna. “Quem tem o Filho (Jesus) tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida. Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus” - (I João 5:12,13).


Pense nisto neste feriado de 7 de setembro e não seja um independente de Jesus. Depender de Jesus é o único caminho para não experimentar a segunda morte. Jesus venceu a morte e ressuscitou ao terceiro dia. Creia nesta verdade, abra seu coração e deixe o Salvador entrar e reinar em você e por você. Amém? – “Dependência ou Morte”.




_________________________Plínio Cavalheiro.

CONSTRUTOR DE MUROS!



Não é difícil encontrar pessoas que criticam a situação do mundo. Os problemas se avolumam cada vez mais sem perspectiva de
melhora, ao menos pela ótica de uma grande maioria de pessoas que vivem nele.

Aliás, falando em ótica, não faltam “olheiros” neste universo para observar as falhas dos outros, vistas por todos os ângulos possíveis para não deixar passar despercebido nenhum detalhe de seus erros.

Julgar e condenar são atitudes que proliferam semelhantes à praga daninha. Bem falou Jesus em seu sermão no monte: “Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?”– (Mateus 7:1-3).

Ah, que bom seria a gente encontrar mais pessoas com espírito de autocrítica, com predisposição para reconhecer, ainda que respeitando as devidas proporções, sua responsabilidade daquilo que o mundo é, e, daquilo que poderia ser transformado.

Todo crítico deveria se revestir de autocrítica antes de tecer qualquer comentário negativo de pessoas ou situações. O ideal seria ele ter visão para enxergar e agir com bom senso, ponderando cada situação. Desta forma, se a empresa onde ele trabalha não anda bem das pernas, a pergunta seria esta: “O que eu posso fazer para reverter este quadro?”, “Onde estou falhando?”, e este princípio é válido para se aplicar na igreja, casamento, família, na vizinhança, cidade e por que não dizer no mundo?

Ah, mais uma vez o “ah”, você acha que transferir é mais fácil? Concordo! É mais fácil, porém, não é honesto. Foi desta forma que o caos se instalou no mundo quando o primeiro casal categoricamente decidiu desobedecer ao criador, e diante de Deus transferiu a sua culpa, [leia Gênesis 3].

Já que você abriu em Gênesis, assim espero, aproveite e vire algumas centenas de páginas até chegar ao livro de Neemias. Você vai se deslumbrar com a atitude de um homem chamodo Neemias. Eu o chamaria de “Construtor de Muros”. Palavras deste homem: “Veio Hanani, um de meus irmãos, ele e alguns de Judá; e perguntei-lhes pelos judeus que escaparam, e que restaram do cativeiro, e acerca de Jerusalém. E disseram-me: Os restantes, que ficaram do cativeiro, lá na província estão em grande miséria e desprezo; e o muro de Jerusalém fendido e as suas portas queimadas a fogo” – (Neemias 1:1-3).

A julgar pela distância e comodidade onde se encontrava o profeta Neemias, a tendência da maioria das pessoas seria não se envolver com o problema. Contudo, Neemias sentou-se, chorou, lamentou o problema, jejuou e orou a Deus dizendo: “Ah! Senhor Deus dos céus, Deus grande e terrível! Que guarda a aliança e a benignidade para com aqueles que o amam e guardam os seus mandamentos; Estejam, pois, atentos os teus ouvidos e os teus olhos abertos, para ouvires a oração do teu servo, que eu hoje faço perante ti, dia e noite, pelos filhos de Israel, teus servos. Confesso os pecados que NÓS, os Israelitas, temos cometido contra ti. Sim, EU e o meu povo temos pecado. Agimos de forma corrupta e vergonhosa contra ti. Não temos obedecido aos mandamentos, aos decretos e às leis que deste ao teu servo Moisés.” – (Neemias 1:5,6).

Sentar-se, chorar, lamentar, jejuar e orar, é bom? Sim, é bom! Digamos que é meio caminho andado em direção à solução dos problemas que enfrentamos. Contudo, ninguém chega a lugar algum vencendo tão somente 50% do percurso. Só estaremos lá quando atingimos os 100%. 

Em que implica a etapa final? Implica em trabalho prático e isto nem sempre é fácil! Neemias disse ao seu patrão, o rei Artaxerxes: “Se é do agrado do rei, e se o teu servo é aceito em tua presença, peço-te que me envies a Judá, à cidade dos sepulcros de meus pais, para que eu a reedifique” – (v.5).

Não foi fácil conquistar a segunda parte do projeto de Neemias. Sambalate estava lá para opor-se contra ele e contra tudo que vinha de Deus na intenção de dissuadi-lo da obra e pô-lo para correr. Teve ele que enfrentar ameaças, zombarias e desprezos. No entanto, disse: Um homem como eu fugiria? – (cap. 6:11). Não desistiu, não fugiu e nem largou a obra pela metade para frustração de Sambalate e seus assessores.

O diabo é um tipo de “Sambalate” que se enfurece quando percebe que você se disponibiliza para reconstruir muros de proteção em torno de vidas, igrejas e cidades para que ele (o diabo), não consiga seus intentos que fazem parte de seu caráter. Entretanto, a exemplo de Neemias não se deixe intimidar e prossiga seu trabalho com os recursos que Deus tem colocado em suas mãos, são eles, sensibilizar, lamentar, jejuar, orar e se disponibilizar para construir muros de proteção para que o diabo não consiga vitória sobre pessoas, famílias, igrejas, cidades e nações.


________________Plínio Cavalheiro.




  EXALANDO A FRAGRÂNCIA DE CRISTO!   “E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a...