CONVITE IRRESISTÍVEL



As pessoas estão sempre recebendo convites para eventos variados, sendo eles, casamento, aniversário, bodas, formatura, noivado, chá para isto, chá para aquilo e muitos outros. São válidos todos eles e isto naturalmente provoca muita satisfação nas pessoas que são honradas com os convites.

Não é natural alguém convidar um inimigo para participar de sua festa. Também não é habitual enviar um convite para um estranho. O comum é querer ter em sua festa aquela pessoa amada, amiga e obviamente conhecida, sendo alguém que você mantém diretamente ou indiretamente algum tipo de relacionamento. Deste modo, a grande maioria fica de fora, por não preencher os requisitos estipulados pelo dono da festa.

Em contra partida, o Senhor Jesus tem insistentemente distribuído convites a todos, sem ter o cuidado de escolher os “merecedores” para estar com Ele desfrutando dos ricos benefícios. Pedro afirma esta verdade em Atos: “E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas”(At 10:34). Afinal, qual é o propósito da persistência de Jesus? Vejamos:

Primeiro. Jesus, sendo Deus, entre muitos atributos, goza do privilégio da onisciência. Nada fica encoberto diante de seus olhos. Sendo assim, Ele conhece os obstáculos que o homem enfrenta na trajetória da vida. Uma das dificuldades é caracterizada pelo cansaço. Não é fadiga causada por trabalho físico ou por exercício com a finalidade de manter a forma física. Ao contrário, Jesus se refere a algo doentio e nocivo, que tem afetado a alma das pessoas de um modo geral, até mesmo os cristãos desatentos.

E em segundo, Jesus também entende sobre opressão. Não menos mal que o cansaço, a opressão, ferramenta do diabo, tem provocado danos nas pessoas despreparadas e desavisadas. O dicionário define bem o termo “opressão”, veja: “Ato ou efeito de oprimir”, “Estado de quem ou daquilo que se acha oprimido”, “Abatimento de forças”, “Tirania exercida contra outrem”, “Dificuldade de respirar”, “sufocação”, etc.

Diante de tudo, graças a Deus que oferece gratuitamente o remédio eficaz para reverter o quadro que tem atemorizado e aprisionado muitas pessoas. O medicamento empregado com o fim de inativar a ação do veneno aplicado por Satanás se chama Jesus. Ele, o Senhor Jesus, disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”(Mateus 11: 28-30).

A decisão é somente sua. Você pode e deve tomar a decisão sábia. Lembre-se, o convite de Jesus é irresistível. Ele espera por você ainda hoje, de preferência agora, onde você está neste momento. Ore a Ele e diga com alegria em seus lábios: Sim Senhor Deus, eu aceito o convite de estar contigo e quero desfrutar da salvação e dos livramentos que só o Senhor oferece através de Jesus Cristo. Em nome de Jesus, amém!

 
__________________Plínio Cavalheiro.

COMO LIDAR COM INFORMAÇÃO!



Jesus, por conta de sua popularidade e conhecimento sempre foi alvo de questionamento. “E eis que, aproximando-se dele um jovem, disse-lhe: Bom Mestre, que bem farei para conseguir a vida eterna?” – (Mateus 19:16).

O jovem, a Bíblia não cita seu nome, embora evidenciar viver uma vida de retidão aos olhos da sociedade, e gozar de uma posição financeira privilegiada, sentia um vazio dentro de sua alma, semelhante a milhões de pessoas neste universo. Sua mente buscava resposta e solução para um dos maiores problemas que afligem a humanidade, que se chama “vida eterna”, ou “vida após a morte”.

Por conta, talvez, de seu status cultural e principalmente financeiro, o rapaz que interpelou Jesus diz: “que bem farei para conseguir a vida eterna?”. Para ele não seria difícil abrir mão de uma pequena parte de sua fortuna para investir em algo que resultaria em grande dividendo – “Vida Eterna”. Os judeus que viviam no tempo de Jesus confiavam que a realização de algo honrado podia afiançar a vida eterna.

A tônica de João através de seu ministério e escritas é que Jesus Cristo veio para oferecer – “Vida Eterna”. Jesus, apesar de conferir ao homem a salvação eterna, livrando-o da perdição, veio também para oferecer vida no sentido literal da palavra conforme declaração de João das palavra de Jesus: “eu (Jesus), vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” – (João 10:10b).

Por que a ênfase do apóstolo João, focando Cristo como meio de Vida? Porque pela ação do pecado o homem perdeu o direito à vida eterna e só consegue reverter esta situação por meio de Cristo. A Bíblia diz: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor” – (Romanos 6:23).

Na posição de pecador, sem arrependimento, sem Cristo e sem perdão, o homem está fadado, quando muito viver até aos 80, 90 ou 100 anos, levando em conta a expectativa de vida neste tempo de avanço tecnológico. Após isto, inevitavelmente ele terá que enfrentar a morte física.

O jovem que procurou Jesus, ao contrário de muitos que nesta idade não se preocupam com este “pequeno” detalhe e aproveitam para “gozar” os dias de jovialidade, completamente distante da vontade de Deus, procurou Jesus para tirar suas dúvidas. Ele, muito respeitoso diz: “Bom Mestre, que bem farei para conseguir a vida eterna?”.

O homem jovem estava diante da Vida e não percebeu este fato que poderia mudar o curso de sua história. Para ele a solução viria da boca do Mestre que lhe entregaria uma simples receita com anotações daquilo que ele teria que fazer para alcançar a vida eterna. Contudo, o rapaz foi surpreendido por Jesus com uma resposta que o entristeceu.

O verso 22 do mesmo capítulo diz que o jovem ouvindo as palavras de Jesus retirou-se triste. Por que a tristeza repentinamente tomou conta de seu coração? Vamos conferir na Bíblia: “Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me” – (Mateus 19:21).

Se você parar para pensar a razão provável de Jesus ter pedido ao jovem zerar sua conta bancária, talvez você chegue a seguinte conclusão: Jesus após ouvir a confissão do moço, declarando que cumpria os mandamentos, principalmente ressaltando o ponto – “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”, resolve testá-lo na prática. Sua resistência diante do comando de Jesus traiu sua alegação. Ele atestou ser pecador, carente de perdão e salvação através de Cristo Jesus.

O que fazer com uma informação? Vai depender de cada um! Todos os homens indistintamente foram criados por Deus e carregam dentro de si algo que se identifica como – “Livre-arbítrio”.  Por ele, as decisões seguramente contribuirão para o bem ou para mal. É uma questão de semeadura conforme palavras de Paulo: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna” – (Gálatas 6:7-8).

A vontade de Deus nem sempre coincide com as decisões do indivíduo e isto é lamentável. Uma coisa é a vontade de Deus que e boa, agradável, e perfeita (Romanos 12:2), e outra é a vontade do homem que nem sempre segue este padrão de qualidade. O homem tem uma natureza pecaminosa que o leva a cometer pecados. O próprio apóstolo Paulo disse: “Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim” – (Romanos 7:15,17).

Então, qual é a vontade de Deus para com todos os homens? Confira em sua Bíblia: “Nisto se manifestou o amor de Deus para conosco: em que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por meio dele vivamos” - (I João 4:9); “Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele” - (João 3:17); “Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo”. (João 6:33).

Entretanto, para que de fato isso aconteça o homem necessita se arrepender dos pecados, confessá-los a Deus e buscar o perdão através de Jesus Cristo. É preciso saber lidar com as informações anotadas nas Sagradas Escrituras. Não faça como aquele homem que procurou Jesus para esclarecimento, chamando-o de bom Mestre e saiu de mãos vazias por opção própria. Saiba lidar com os ensinamentos de Cristo Jesus.
Diga sim a Ele e viva para sempre!




___________________Plínio Cavalheiro.

CANTANDO NA PRISÃO!



É possível cantar em uma cela de presídio, quando tudo está escuro e a dor bate forte no coração? É possível glorificar o nome do Senhor quando a enfermidade está presente? É possível adorar Jesus Cristo quando o desemprego é uma realidade?

A Bíblia narra um fato que aconteceu com Paulo e Silas. Na prisão, eles sofriam injustamente pelas feridas causadas pelas torturas. Estavam algemados e amarrados com correntes e por conta disso sentiam dores. O ambiente era sombrio, nada agradável. Não tinha rádio, televisão, internet; mas mesmo assim, os dois homens de Deus cantavam.  O texto diz: “E, perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam” – (Atos 16:25).

Como explicar este comportamento? Simples! Paulo e Silas não estavam abandonados. Jesus estava lá. É impossível as trevas prevalecerem diante da presença de Jesus. Ele disse: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida” – (João 8:12).

Quando o homem deixa Jesus habitar em seu coração, ele se torna consciente de que tudo aquilo que acontece servirá para o seu fortalecimento físico. emocional e espiritual. Confira em sua Bíblia a história completa em Atos capítulo 16, e tome pra si o exemplo destes dois homens que não se deixaram contaminar com a murmuração diante da adversidade.

_____________________Plínio Cavalheiro.


APARTA-TE DO MAL!




(Aprendendo com o rei Davi)

“Aparta-te do mal e pratica o que é bom; procura a paz e empenha-te por alcançá-la” - [Salmo 34:14].

Deus pretende que os ensinamentos contidos na Bíblia nos direcionem a uma intimidade pessoal com Ele, porém, não pode fazê-lo se nós não meditarmos em Sua palavra sistematicamente.

Mais do que nunca, temos necessidade de ler, estudar e praticar os preceitos inseridos nas escrituras, para que as promessas do Senhor se evidenciem em nós. É bom ressaltar que o verso quatorze deste Salmo apresenta quatro comandos:

1. “Ficar longe do mal”. Você talvez tenha feito essa pergunta a si mesmo, ou tenha tentado responder para outra pessoa: “O que é mal?” Quem sabe, por comodidade ou por falta de conhecimento alguém sintetizaria sua resposta da seguinte forma: “Mal é a ausência do bem”. Você se daria por satisfeito com esta resposta?

Isto me faz lembrar meu neto Daniel, em um período quando tinha seus cinco aninhos. Quando dizia a ele, por exemplo: “Daniel, não faça isso”. Imediatamente, a maioria das vezes, ele rebatia o comando com uma pergunta: “Por quê?” Para testá-lo, eu respondia: “Porque não”. Enfático ele contestava: “Porque não, não é resposta”.

Deus em nenhum momento sonegou informações ao seu povo e nem passou comandos equívocos e desnecessários. Existia e continua valendo para os nossos dias uma razão para cada orientação de Deus. Um texto que exemplifica esta situação encontra-se no Salmo primeiro: “Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores” –(Salmo 1:1). Neste texto o Senhor diz a razão das recomendações de não andar, não se deter e nem se assentar com certos tipos de pessoas. Veja o início da conversa: “Para ser muito feliz”.

2. “Pratica o que é bom”. Muitos cristãos inadvertidamente estão buscando cumprir somente a primeira parte do verso e se esquecem da importância que há na totalidade, onde o povo de Deus é conclamado a fazer o que é bom. O maior bem que está ao alcance do cristão não é outro senão o anúncio de Jesus Cristo àqueles que estão caminhando para a perdição eterna sem esperança e sem salvação. O apóstolo Tiago adverte aos negligentes: “Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando” – (Tiago 4:17).

3. “Procura a paz”. Onde seguramente o homem poderá encontrar algo tão precioso sugerido pelo salmista? Como identificar a verdadeira paz? O salmista escreveu: “Grande paz têm os que amam a tua lei; para eles não há tropeço” – (Salmo 119:165).

Esta lei não deve ser confundida com qualquer preceito legal, que por vezes é elaborado por homens egocêntricos. O termo hebraico é torah, que significa, “instrução” ou “ensino”, equivalendo à vontade de Deus sendo cumprida através do comportamento diário.

Jesus disse: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” – (João 14:27). A paz de Jesus está avaliada em um nível de excelência – qualidade e durabilidade, e nada pode se comparar a ela.


4. “Empenha-te por alcançá-la”. Por fim, a palavra de ordem que deve acompanhar o cristão em sua trajetória ministerial – “perseverança”. Com o avanço da tecnologia, e a construção de equipamentos cada vez mais poderosos e eficientes, o que se tem verificado nas últimas décadas é uma priorização em máquinas velozes que oferecem respostas imediatas aos anseios do homem.


Não há como negar, que muitas das descobertas científicas têm contribuído positivamente, favorecendo a população. Contudo, não podemos aceitar que o cristão queira que as coisas relacionadas com o reino de Deus aconteçam necessariamente da mesma forma. Ou seja, aciono o “botão” que me liga a Deus e instantaneamente tenho todas as respostas para os meus problemas. Cristão não perseverante pede hoje e exige a resposta para ontem, caso contrário ele ameaça apostatar ou mudar de igreja. Isto se chama - chantagem contra Deus!

“Procura a paz e empenha-te por alcançá-la”, e quando tiver alcançado, compartilhe com as multidões que estão em meio a uma guerra, morrendo sem Deus e sem salvação. Lembrando que, o cristão é um pacificador usado como instrumento de Deus para levar a reconciliação entre o homem pecador e Deus Santo, através de Jesus Cristo. 

Diga ao Senhor Deus neste dia: “Amado Senhor, capacita-me para que eu tenha visão e conduta de pacificador e que consiga me apartar do mal. Desejo ainda que o Senhor me use poderosamente como instrumento para abençoar muitas vidas que ainda não estão desfrutando da paz que é oferecida por nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo”. Amém!



___________Capelão - Plínio Cavalheiro.

VOLTE ENQUANTO HÁ TEMPO!   "Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai" (Lucas 15:18).   A frase "Sempre há um caminho de v...