A VERDADE LIBERTA!


O diabo é persuasivo e persistente. Sua intenção entre tantas é contaminar o caráter do homem, convencendo-o a desvirtuar a VERDADE.

Quando o homem cede aos “encantos” de Satanás, sua vida experimenta um declínio acentuado que parece não ter fim e com pouca ou nenhuma perspectiva de reversão.

A Bíblia cita: “Um abismo chama outro abismo” – (Salmos 42:7a). Assim sendo, o princípio deste versículo é alertar para que não caiamos no primeiro abismo. Os olhos têm que estar atentos para detectar os buracos que podem perfeitamente serem traduzidos como sugestões do diabo. Aceita-se uma proposta aparentemente “insignificante” e pronto, o desastre está predestinado. 


Entrar por esta rota é perder o senso de equilíbrio entre o sensato e insensato ou então não se importar com atitudes que denigrem o caráter. A Bíblia revela: “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!” – (Isaías 5:20).

Contudo, existe a boa notícia. Há solução. Não existe abismo tão profundo que os braços de Deus não possam alcançar. A Bíblia diz que Jesus tem as chaves do inferno. Precisa dizer mais? “E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno” – (Apocalipse 1:18).

Em Cristo e por Cristo o homem se liberta. Jesus disse: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” – (João 8:32,36).

Decida hoje em quem confiar e qual rota seguir. Escolha a VERDADE que liberta. Jesus disse: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” – (João 14:6). Amém?


_______________ Capelão – Plínio.



LAVANDO O CORAÇÃO!


Fiquei sabendo, após pesquisa que a prática de lavar as mãos adequadamente diminui em 42 % as ocorrências de enfermidades diarreicas e ¼ de infecções respiratórias.

Em um dos sites do governo consta que Ministério promove dia mundial de lavar as mãos. Está desta forma publicada: *“Ministro Alexandre Padilha vai pessoalmente a uma escola, em Teresina (PI), para conscientizar população sobre a importância do gesto para a saúde. Manter as mãos sempre limpas é uma das maneiras mais simples e eficientes de evitar doenças infecciosas transmitidas por bactérias, vírus, ou fungos. Para ajudar a difundir esta ideia, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participa de uma mobilização nacional que tem por objetivo alertar e conscientizar a população que ter mãos limpas é um direito e um dever”.

Como instrumentador cirúrgico sei da importância de se aplicar uma assepsia correta usando a técnica de escovação rigorosa nas mãos antes de vestir o avental e calçar as luvas esterilizadas. Lavar as mãos também antes das refeições faz parte de nossa cultura e isto só redunda em benefícios àquele que o faz.

Entretanto, por que não aplicar o mesmo princípio quando nos alimentamos espiritualmente? Por que “comemos” a Palavra sem se preocupar com a assepsia do coração?

Jesus em certa ocasião, em sua peculiaridade apresentou uma parábola a uma grande multidão conhecida como “A Parábola do Semeador” – (Lucas 8:1-15). Contou Ele sobre um homem que saiu para semear. E, quando estava espalhando as sementes caíram em vários tipos de terra, ocasionando resultados diferenciados.

Não obstante ter falado por parábola a um grande número de pessoas, quando em particular com seus discípulos, Jesus explicou o significado da parábola. Cada semente teve sua sina traçada. Jesus traduz “semente” por “Palavra” de Deus.

Neste texto quero dar ênfase àquela semente que caiu à beira do caminho. “As sementes que caíram na beira do caminho são as pessoas que ouvem a mensagem. Porém o Diabo chega e tira a mensagem do coração delas para que não creiam e não sejam salvas” - (v.12).

Existe um ditado popular que diz: “Entrou por um ouvido e saiu por outro”. É comum pessoas ignorarem até mesmo princípios bíblicos, usando literalmente o adágio popular, “entra por um ouvido e sai por outro”, impedindo desta forma que a Palavra promova seus efeitos reparadores para o qual foi destinada.

No entanto o versículo doze diz que a Palavra chegou até o coração e se chegou até o coração ela não cumpriu seu propósito? Sim ou não? Eu diria que o chegar até o coração é bom, mas não é excelente. Não é o suficiente permitir que a Palavra chegue até o coração. O importante, e isto faz toda diferença em nós, é limpar o coração antes de “comer” a Palavra.

Jesus disse: “Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus – (Mateus 5:8). Limpar o coração é dever de todo cristão. A “comida” espiritual (Palavra) não pode conviver com impudências e quando o cristão ignora este princípio, vem, a seguir, o diabo e arrebata-lhes do coração a Palavra, conforme verso doze.

Outro quesito não menos importante além de limpar o coração, é guardar a Palavra. O salmista escreveu: Guardo no coração as tuas palavras – (Salmo 119:11). Em outra tradução bíblica diz: “Escondi a tua palavra”.

Estamos acostumados a proteger coisas valiosas. Até mesmo esconde-las para que os ladrões não às encontrem. Em contrapartida, descuidamos do bem maior que é a Palavra de Deus em nossos corações, dando assim oportunidade para que o diabo (ladrão) roube os preceitos de Deus que nos norteiam para uma vida vitoriosa. Salomão escreveu: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida” – (Provérbios 4:23).

Diante deste fato, quero desafiá-lo a assumir um compromisso diante de Deus. Diga a Ele que você vai tratar a Palavra dEle com seriedade. Diga a Ele que você vai adquirir o hábito de lavar o coração constantemente, principalmente antes de “comer” a Palavra. Diga também que você vai GUARDAR a Palavra e vigiar para que o diabo não consiga roubar absolutamente nada que Deus te deu, está dando e vai te dar. Amém? Assim espero.

________________ Capelão – Plínio.

QUANDO TUDO PARECE ESTAR PERDIDO!


QUANDO TUDO PARECE ESTAR PERDIDO!
Seria possível ter status, sucesso social, financeiro, fazer parte de uma bela família e mesmo assim passar por momentos de insegurança e pensar que tudo está irremediavelmente perdido? Sim. Queria ter outra resposta, mas, diante dos fatos não consigo me esquivar da realidade do cotidiano.

É admissível que alguém seja tido como milionário, mas ser alguém mendigo em suas perspectivas de vida não conseguindo visualizar e desfrutar de coisas tremendas que o dinheiro não compra.

Por trás de uma fisionomia “tranquila” pode-se esconder os desajustes que levam o homem a perder a razão em determinadas situações. Haja vista um dos muitos exemplos que presenciamos recentemente pela mídia onde um homem estabilizado financeiramente demonstrou pelo seu gesto tresloucado total desajuste emocional, mata cruelmente sua esposa e na sequência comete suicídio.

E por falar em suicídio, compensa abrir um parêntese e citar Augusto Cury e seu livro “O Mestre dos Mestres”. O escritor renomado escreveu: “Os que pensam em suicídio não querem de fato matar a vida, dar fim a existência, mas “matar” a dor emocional, a angústia, o desespero que abate suas emoções. A idéia de suicídio é uma tentativa inadequada e desesperada de procurar transcender a dor da existência, e não pôr fim a ela”.

Pegando um gancho nesta linha de raciocínio do grande escritor, psiquiatra e psicoterapeuta eu pergunto: “O que ocasiona esta dor emocional nas pessoas?” Eu arriscaria dizer com grande possibilidade de acerto que a causa de chama – “situações que aparentemente não têm soluções”, ou seja – “quando tudo parece estar perdido”.

Não conseguir enxergar uma luz no fim do túnel é desesperador para a maioria das pessoas e isto se tem caracterizado com uma epidemia que se alastra no meio da sociedade tornando-a refém do medo.

Jesus Cristo era eloquente, amoroso, brando, humilde e agia até com certa flexibilidade diante de situações difíceis, mas em alguns casos agia com extrema determinação quando seus discípulos demonstravam “medo”. Em certa ocasião Ele precisou falar firme com os discípulos diante de uma adversidade. Vamos ao texto: “E, entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram; E eis que no mar se levantou uma tempestade, tão grande que o barco era coberto pelas ondas; ele, porém, estava dormindo. E os seus discípulos, aproximando-se, o despertaram, dizendo: Senhor, salva-nos! que perecemos. E ele disse-lhes: POR QUE TEMEIS, HOMENS DE POUCA FÉ? Então, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar, e seguiu-se uma grande bonança. E aqueles homens se maravilharam, dizendo: Que homem é este, que até os ventos e o mar lhe obedecem?” – (Mateus 8:23-27).

As pessoas necessitam hoje confiar no poder de Deus que em absolutamente nada mudou em relação aos tempos passados. Deus é indescritível e inalterável em poder, glória e majestade.

Confiar no poder de Deus é ter o privilégio de visualizar uma luz no final do túnel. Confiar em Deus é saber que “nossos” problemas já estão agendados por Ele para solução em dia e hora oportuna. Jesus disse e vale a pena abraçar este oferecimento: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” – (Mateus 11:28-30).

Quando tudo parece estar perdido? Não creia na derrota. Busque, ore faça sua parte, não se desespere, não temas e descanse no Senhor. “Porque em esperança fomos salvos. Ora a esperança que se vê não é esperança; porque o que alguém vê como o esperará?” – (Romanos 8:24).

“Ora o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz em CRENÇA, para que abundeis em ESPERANÇA pela virtude do Espírito Santo” – (Romanos 15:13).


________________ Capelão Plínio.

O PERDÃO!


É difícil encontrar alguém que insiste em manter uma vida distanciada de Deus capaz de nos surpreender com atitudes de complacência para com nossos erros, sejam eles voluntários ou involuntários. Alguém que diante das falhas do próximo desenvolve dentro de si sentimento de vingança não pode ostentar o título de cristão.

Todo bônus exige ônus. O cristianismo é fantástico em todos os sentidos, iniciando no aspecto físico passando pelo emocional e culminando no espiritual que é eterno. Entretanto, para usufruir dos benefícios que ele oferece, é necessário pagar um preço.

Não encontramos na Bíblia base para julgar que o cristianismo é barato. Ao contrário, ao examinarmos as Escrituras Sagradas notamos o quanto custou. A Bíblia narra os passos de Jesus em direção ao calvário. Leia com atenção: “Então, os soldados do governador levaram Jesus ao Pretório e reuniram toda a tropa ao seu redor. Tiraram-lhe as vestes e puseram nele um manto vermelho; fizeram uma coroa de espinhos e a colocaram em sua cabeça. Puseram uma vara em sua mão direita e, ajoelhando-se diante dele, zombavam: "Salve, rei dos judeus! ". Cuspiram nele e, tirando-lhe a vara, batiam-lhe com ela na cabeça. Depois de terem zombado dele, tiraram-lhe o manto e vestiram-lhe suas próprias roupas. Então o levaram para crucificá-lo” – (Mateus 27:27-31).

Graças a Deus não existe hoje necessidade de derramamento de sangue para se alcançar a salvação. A salvação é graça de Deus. A Bíblia diz: “Mas quando se manifestaram a bondade e o amor pelos homens da parte de Deus, nosso Salvador, não por causa de atos de justiça por nós praticados, mas devido à sua misericórdia, ele nos salvou pelo lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós generosamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador. Ele o fez a fim de que, justificados por sua graça, nos tornemos seus herdeiros, tendo a esperança da vida eterna” – (Tito 3:4-7).

No entanto, viver o cristianismo requer uma postura digna de quem foi regenerado pelo sangue de Jesus Cristo sendo transformado de tal forma que o perdão aos devedores não é sacrificial. O cristão não discute os ensinos de Jesus. Jesus diz que é para fazer, ele faz. Certa vez Pedro, um dos discípulos perguntou a Jesus: "Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes? "  Jesus respondeu: "Eu lhe digo: não até sete, mas até setenta vezes sete” – (Mateus 18:21-22).

Avalie sua alma neste momento. Deixe-a desnuda e visualize se existe alguma raiz de amargura dentro dela. Caso exista, não hesite em liberar perdão ao devedor INCONDICIONALMENTE. Lembre-se, o devedor não precisa necessariamente chegar até você, reconhecer que errou e solicitar o perdão. O perdão independe de circunstâncias. Faça isto, preferencialmente em voz alta para que o inferno seja frustrado em seus intentos. Perdoe e desfrute dos benefícios que o evangelho oferece a todos os cristãos autênticos. Amém? 

[Recomendo Mateus 18:23-35 como leitura adicional]

_______________ Capelão – Plínio.

QUEM VOCÊS DIZEM QUE EU SOU?


Tudo tem o seu tempo (assim escreveu o sábio Salomão), cada coisa tem o seu período e, cada comportamento desencadeia uma reação, que poderá ser benéfica ou maléfica.

O homem inevitavelmente se posiciona em um grande palco instalado em um sistema que se identifica como mundo e atua diante de espectadores que atentamente observam seus atos.

É engano entender que se consegue viver na neutralidade sem que de uma forma ou outra suas atitudes sejam evidenciadas, influenciando para o bem ou para mal. Assim sendo, o melhor é se preocupar com sua imagem.

Jesus demonstrou se preocupar com o que os outros pensavam sobre Ele. Veja o texto: Chegando Jesus à região de Cesaréia de Filipe, perguntou aos seus discípulos: "Quem os homens dizem que o Filho do homem é?" – (Mateus 16:13).

Creio que nunca alguém na história da humanidade atingiu o padrão de exemplo do Senhor Jesus. Jesus foi excelente em tudo. Apesar disso, questiona aos seus discípulos, "quem os homens dizem que eu sou?"

O Mestre abre um espaço na aula prática de discipulado para fazer uma prova oral elaborando duas perguntas: Uma, sondar o quanto os discípulos conheciam os outros a ponto de saber o que eles pensavam a respeito do evangelho e a outra era saber o que os próprios discípulos pensavam sobre o discipulador Jesus.

Este princípio é aplicado hoje. Jesus continua formulando aos seus alunos as duas perguntas. O Cristão necessita se envolver com os outros (mundo), para saber na realidade o que eles pensam sobre Jesus. O cristão precisa se disponibilizar para ouvir mais os conceitos dos outros, para então argumentar o evangelho genuíno que salva e transformas as pessoas.

No entanto, para que a evangelização atinja seu objetivo, é de suma importância que o discípulo conheça de fato quem é Jesus. A segunda pergunta de Jesus foi: "E vocês?", perguntou Ele. "Quem vocês dizem que eu sou?" – (Mateus 16:15).

É notório, que os melhores vendedores não são necessariamente àqueles que têm grandes conhecimentos gerais ou àqueles que frequentaram escolas renomadas. Os campeões de vendas são àqueles que demonstram conhecimento profundo dos produtos oferecidos. Saber quem é Jesus é matéria elementar no curso de crescimento espiritual. Não se “vende” Jesus sem conhece-lO, e não se conhece Jesus de fato sem a prática de seus ensinos.

Os discípulos responderam as perguntas. Comprovaram que sabiam o que outros pensavam e sobre eles mesmos disseram: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" – (Mateus 16:16). APROVADOS, respondeu Jesus: "Feliz é você, Simão, filho de Jonas! Porque isto não lhe foi revelado por carne ou sangue, mas por meu Pai que está nos céus” – (Mateus 16:17).

Sugiro que você faça este teste invertido. Pergunte a Jesus: "Quem o Senhor diz que eu sou?" O resultado dessa pergunta é muito importante. Dela depende sua vida eterna, ou seja, sua salvação. Com sinceridade de coração anseio que Jesus responda a você desta forma: “Tu és filho por adoção do Deus vivo, porque em Mim seus pecados foram perdoados”. A Bíblia cita: “Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus” – (João 1:12). Amém?


______________ Capelão Plínio.

  EXALANDO A FRAGRÂNCIA DE CRISTO!   “E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a...