Aos pés da cruz!

Aos pés da cruz!

Almejar estar aos pés da cruz onde o Filho do Deus altíssimo decidiu deliberadamente assumir os pecados da humanidade de forma cruel pelas mãos dos carrascos a serviço de uma classe de pessoas totalmente alheia àquilo que estavam fazendo é algo misterioso e ao mesmo tempo admirável.

Por que o homem deve ambicionar estar aos pés da cruz e o que se encontra de atraente neste lugar tão divulgado durante estes últimos dois milênios, principalmente pelos seguidores de Cristo, designados de cristãos?

Aspirar estar aos pés da cruz é um dos sentimentos que resultam em benefícios que solidificam a fé do cristão. Almejar este local é dar provas de que a fé não pode ser sustentada unicamente no mundo abstrato e sim na busca da materialização dos sentimentos dando vazão para que eles se tornem realidade no campo da visão espiritual que resultam em benefícios no mundo físico. Não é isto que Paulo escreveu aos Hebreus? Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se veem” – (Hebreus 11:1). Paulo está sugerindo que as coisas que não se veem sejam provadas dentro dos corações que alimentam a crença por conta de crer na veracidade das Escrituras Sagradas e em particular no sacrifício de Jesus Cristo na cruz erguida no calvário.

Estar aos pés da cruz significa ter a oportunidade de aprender com Jesus a importância do auto-controle. Controlar as emoções diante das adversidades é de suma importância no ministério do cristão. Jesus foi desafiado pelas autoridades que zombavam dele a fazer algo sobrenatural para provar sua legitimidade como escolhido de Deus. Entretanto, não o fez. A Bíblia cita: “Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade. a mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei” – (Gálatas 5:22, 23). Para enriquecimento do parágrafo dou ênfase e grifo o dom – “domínio próprio”. 

A Palavra de Deus esclarece: “Não sejais como o cavalo, nem como a mula, que não têm entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio; de outra forma não se sujeitarão” – (Salmo 32:9). Ao contrário, Deus capacitou o homem para ter as rédeas de suas emoções e ações em suas próprias mãos podendo avaliar cada uma delas e tomar decisões que trarão resultados positivos ou negativos. Via de regra, o auto-controle é uma dádiva de Deus que determina a bênção ou maldição na vida de cada pessoa.

Este carisma (dom) não deve ser usado como instrumento de entretenimento de pessoas escarnecedoras como foi o caso daqueles que blasfemava de Cristo na cruz e nem para promover a ostentação. Os dons na verdade são ferramentas que Deus distribui àqueles que os buscam com um coração contrito sabendo que a honra e a glória pertencem a Deus.

Ambicionar estar aos pés da cruz é ter o privilégio de descobrir, a exemplo dos malfeitores que foram pendurados juntos de Jesus, que, no mundo, existem duas  classes de pessoas. Ou seja, o pecador que tem seu coração inflexível, endurecido e insensível a qualquer palavra ou ação e o pecador disposto a se quebrantar, se arrepender e crer que somente por Jesus Cristo sua vida pode tomar outra direção por onde se desfruta a vida eterna. 

Se achegar aos pés da cruz é aprender com o Mestre dos mestres que não há condicionamento para a prática do perdão. Perdoar deve-se acontecer em duas situações, uma quando o ofensor reconhece seu erro e solicita o perdão e outra quando ele ignora a situação e não admite sua falha. Perdoar é mandamento incondicional de Deus e ponto – [ref.:Mateus 18:23-35]. 

Os fatos históricos registrados nas Escrituras Sagradas revelam que Jesus foi aprisionado, desprezado, escarnecido, castigado, zombado, sentenciado a morte sendo inocente e mesmo assim orou ao pai dizendo: “Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem...” – (Lc 23:34ª).

Ao aproximarmos da cruz somos surpreendidos com as palavra de Jesus direcionada aos que nEle crê: “Amado, por conta de seu reconhecimento dos pecados e por causa de seu arrependimento sincero, em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso”.  

Ele carregou os meus pecados.
Diante do fato incontestável, ou seja, morte e ressurreição de Jesus Cristo, convido-o a não deixar de estar diariamente buscando os ensinamentos preciosos na cruz do calvário. Todavia, é bom lembrar que Jesus não permaneceu morto na cruz. Jesus venceu a morte e vivo está para continuar salvando todos quantos desejam o paraíso eterno. Faça como um dos malfeitores crucificado com Cristo e diga: “Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino” – (Lc 23:42a). Amém?


                              Capelão – Plínio Cavalheiro.

TRIBULAÇÕES, NUNCA MAIS!

TRIBULAÇÕES, NUNCA MAIS!
(Aprendendo com o rei Davi)

“Clamou este aflito, e o Senhor o ouviu e o livrou de todas as suas tribulações” – [Salmo 34:6,17].

O fato de alguém ter recebido a salvação através do Único meio – Jesus Cristo – não significa necessariamente que esta nova criatura está imune contra todos os ataques do inimigo. A Bíblia diz: Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar” – (I Pedro 5:8). Uma coisa é ataque, outra é derrota. O cristão tem a promessa de vitória garantida por Deus: Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou” – (Romanos 8:37). Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece” – (Filipenses 4:13).

No reino espiritual não há como dizer “meu ex-inimigo“. O diabo foi e sempre será inimigo da criação de Deus, principalmente do homem, por ter recebido as características do criador. (Confira as palavras de Deus quando criou o homem: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra” – (Gênesis 1:26).

Por outro lado, existe o consolo por saber que o Senhor está atento ao clamor de seus filhos indistintamente. O Senhor diz: “Invoca-me, e te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes” – (Jeremias 33:3).

Davi se auto-denomina pobre, se referindo a sua posição humana diante da riqueza de Deus. Contudo, ele afirma: “Clamou este aflito, e o Senhor o ouviu e o livrou de todas as suas tribulações”.

Davi não omite as tribulações vividas por vezes em vários períodos de sua vida. Entretanto, ele faz questão de testemunhar sobre os livramentos de Deus quando experimentou os sofrimentos.

A tendência, em alguns casos, quando o cristão está passando por aflição intensa é aceitar os “conselhos” mentirosos oferecidos pelo inimigo e seus agentes: “Deus se esqueceu de você”, “Não há solução para o seu problema”, “Pode esquecer, desista”, “Você é um caso perdido”, etc.

Se você está vivenciando algo semelhante, aprenda com o rei Davi e clame ao Senhor Deus e peça a Ele que o livre das tribulações. Não existe caso insolúvel para Deus. Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem agravado o seu ouvido, para não poder ouvir” – (Isaías 59:1).



________________________Capelão - Plínio Cavalheiro.

FIXANDO OS OLHOS EM DEUS

FIXANDO OS OLHOS EM DEUS
(Aprendendo com o rei Davi)


“Contemplai-o e sereis iluminados, e o vosso rosto jamais sofrerá vexame”
[Salmo 34:5]


Quando desceu Moisés do monte Sinai, depois de ter contemplado o Senhor, tendo nas mãos as duas tábuas do Testemunho, sem que ele soubesse, seu rosto resplandecia, depois de haver Deus falado com ele.

Nos dias de Moisés, somente ele pode admirar e desfrutar da presença de Deus. O povo, por causa da culpa do pecado, era incapaz de contemplar o Senhor, ou de ver o resplendor da face de Moisés. Entretanto, hoje o homem que tem um encontro com Jesus e reconhece que Ele levou seus pecados no madeiro, pode perfeitamente contemplar a glória de Deus na face de Cristo. Não temos que cobrir nosso rosto e sim permitir que a luz de Cristo dentro de nós seja visível e contagiante nas vidas que estão caminhando em trevas. Somos diferentes de Moisés no fato que a glória de Moisés desvaneceu, e a nossa deve intensificar de glória em glória até o dia final.

O sinônimo de contemplar é “olhar demoradamente” para algo, sem sentir vontade de voltar sua visão para outro foco. Assim fez Moisés, permaneceu no monte por quarenta dias e quarenta noites. E durante este tempo, não comeu pão, e nem bebeu água - (Dt 34:28).

Quando o homem encontra o Senhor Deus e visualiza sua glória, seu rosto passa por uma metamorfose sobrenatural, impossível de não ser notado. Aqueles que contemplam a presença de Deus são semelhantes às estrelas que brilham durante o período da noite. Elas, em si mesmas não poderiam irradiar a beleza da luz, sem a existência do sol. Por conseguinte, o cristão também não brilha sem a fonte que se chama – Jesus Cristo.

Os vossos rostos jamais experimentarão o vexame, assim termina o verso cinco. Entendemos que o melhor significado para esta palavra está voltado para o comportamento de Deus. Como assim? Eu explico: Deus nunca foi e nunca será “estático”. Ao contrário, Deus é “dinâmico”. Jesus disse: “Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também” – (João 5:17). O profeta Isaías escreveu em seu livro: “Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa, nem se fatiga? Não se pode esquadrinhar o seu entendimento” – (Isaías 4:28).

Vamos imaginar uma criança Isenta de malícia diante do comportamento de seu pai. Para ele, o pai é um herói, “onipotente”, “onisciente” e “infalível”. Contudo, quando cresce um pouco mais as coisas mudam. Ela não deposita mais a mesma confiança em seu pai. Ele já não sabe tanto das coisas e comete muitos erros. Sente vergonha de estar e sair com o pai. Prefere que o pai não estacione na porta do colégio, e de preferência, que não beije na frente dos amigos.

Diante disso, não estou querendo insinuar que o filho nunca deveria sentir vergonha por conta de algo errado praticado por seu pai. A má índole do pai deve provocar vergonha no filho, e vice versa. Não obstante, é impossível um filho de Deus se envergonhar de qualquer comportamento do Pai. O seu rosto jamais sofrerá humilhação.

Pare e olhe demoradamente para Deus. Faça como Moisés e o rei Davi. Não seja frenético. O verdadeiro cristão se agrada de refletir a glória de Jesus em seu caráter diário em qualquer ambiente. “Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo” – (II Coríntios 2:15ª). “Contemplai-o e sereis iluminados, e o vosso rosto jamais sofrerá vexame”.


___________________Capelão - Plínio Cavalheiro.

DESTINO DOS TÍMIDOS!

DESTINO DOS TÍMIDOS!



"Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicários, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte" – (Apocalipse 21:8).


Ao ler a Bíblia encontramos situações que nos deixam com algumas dúvidas, principalmente quando não temos muita intimidade com ela. É bom lembrar que a Bíblia é uma enciclopédia riquíssima de ensinamentos que norteiam o homem para que ele tenha uma vida abençoada por Aquele que a escreveu. Mas, apesar de parecer um tanto quanto complicado alguns textos, a Bíblia foi escrita para todos.

Um dos textos que despertam preocupações nos leitores é o citado acima. Nele, o escritor faz referência que o lugar dos “tímidos” será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.

Como entender esta drástica sentença, se, ao analisarmos o sentido da palavra segundo o dicionário português ela não sugere o exercício de um pecado como as outras práticas mencionadas no mesmo texto?

Vamos ao significado, segundo o discionário: “Significado de Timidez” = Caráter de quem é tímido; falta de coragem; Insegurança; acanhamento; inibição. Perceba que a falta de coragem é sinônimo de timidez. Ou seja, o medo está relacionado com a timidez.

É exatamente neste ponto que a palavra escrita nas Escrituras Sagradas entra em concordância e necessita de uma hermenêutica mais cuidadosa. Poderíamos fazer a conversão sem receio de adulterar a palavra colocando da seguinte forma: "Mas, quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicários, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte".

Digamos que neste caso, com a mudança, o texto passou a impactar menos. Entretanto, ainda resta uma dose de preocupação por condenar as pessoas que sentem medo. Afinal, medo de quê? Afinal, quem por acaso jamais sentiu medo por algo?

Complicado? Nem tanto. Neste caso há de se buscar a motivação de cada medo. Para exemplificar, vejamos alguns medos: Medo de dirigir; medo de altura; medo de avião; medo de elevador, medo de trovão; medo de barata; medo de falar em público, etc.

Teria Deus uma sentença de morte para todas as pessoas que passam por estes problemas, igualando-as àqueles que são incrédulos, abomináveis, homicidas, fornicários, feiticeiros, idólatras e mentirosos? A resposta é NÃO, graças a Deus.

Deus é justo e sabe que o ser humano é frágil em seus sentimentos. O próprio Moisés quando requisitado por Deus para uma tarefa importantíssima “tremeu nas bases”. Ele disse (com medo): “Quem sou eu, para que vá a Faraó e tire do Egito os filhos de Israel? Ah, Senhor! eu não sou eloquente, nem o fui dantes, nem ainda depois que falaste ao teu servo; porque sou pesado de boca e pesado de língua”.

Em outra oportunidade os próprios discípulos estando ao lado de Jesus dentro de um barco não disfarçaram seus medos. Vamos ao texto: “E eles, deixando a multidão, o levaram consigo, assim como estava, no barco; e havia com ele também outros barcos. E se levantou grande tempestade de vento, e as ondas batiam dentro do barco, de modo que já se enchia. Ele, porém, estava na popa dormindo sobre a almofada; e despertaram-no, e lhe perguntaram: Mestre, não se te dá que pereçamos? E ele, levantando-se, repreendeu o vento, e disse ao mar: Cala-te, aquieta-te. E cessou o vento, e fez-se grande bonança. Então lhes perguntou: Por que sois assim tímidos [medrosos]? Ainda não tendes fé? Encheram-se de grande temor, e diziam uns aos outros: Quem, porventura, é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?” – (Marcos 4:36-41). (grifo meu).

Notamos que os temores fazem parte da natureza humana, ainda que em alguns casos em pequenas e insignificantes proporções. Não obstante, qual é o tipo de medo que determina o futuro eterno do homem? Vamos a ele:

O medo que sentencia o destino da criatura humana é àquele que faz com que o homem negue o Senhor Jesus. Os candidatos ao lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte não consegue manter-se fiel diante de uma perseguição e quando questionado sobre sua fé, seu comportamento não é outro senão ao de um medroso covarde.

O apóstolo Pedro passou por uma situação semelhante quando confrontado após a prisão de Jesus. Vamos ao texto: “Então Pedro disse: — Juro que não conheço esse homem! Que Deus me castigue se não estou dizendo a verdade! Naquele instante o galo cantou, e Pedro lembrou que Jesus lhe tinha dito: “Antes que o galo cante, você dirá três vezes que não me conhece.” Então Pedro saiu dali e chorou amargamente” – (Mateus 26:74,75).

Pedro naquele momento foi tímido e ficou com medo que as autoridades o prendessem também como acontecera com o Senhor Jesus. Felizmente para ele, sua consciência o incomodou para o arrependimento que o livrou da sentença de Apocalipse 21:8.

A postura do cristão tem que ser corajosa e transparente custe o que custar. Caso contrário, inevitavelmente terá que ouvir palavras duras do Senhor Jesus. Ele disse e vale para os nossos dias: “Mas, se uma pessoa disser publicamente que não pertence a mim, eu também, no Dia do Juízo, direi diante do meu Pai, que está no céu, que ela não pertence a mim – (Mateus 10:33) e a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte" – (Apocalipse 21:8).


_______________Capelão – Plínio Cavalheiro.
 


LIBERTANDO-SE DO MEDO

LIBERTANDO-SE DO MEDO
(Aprendendo com o rei Davi)

“Busquei o Senhor, e ele me respondeu; livrou-me de todos os meus temores”
[Salmo 34:4]

O verso faz referência a quatro verbos: Buscar, responder, livrar e temer:

Primeiro buscar. As pessoas andam inquietas dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? Elas buscam pão, água e roupa (desesperadamente, além do normal), e também correm desordenadamente em busca de coisas efêmeras. Em Mateus 6:33 Jesus diz: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”.

Davi retrata alguém interessado em buscar o Senhor em qualquer situação, inclusive quando estava sentindo medo. Existe um ditado popular que diz: “Quem procura acha”. Neste ditado só há 100% de verdade quando aplicado no Reino de Deus. Neste mundo, no qual estamos inseridos, ainda que por tempo limitado, nem sempre conseguimos achar todas as coisas que perdemos, e sendo assim, as buscas se tornam cansativas e inúteis. Entretanto, em se tratando das coisas de Deus é totalmente diferente – “Quem busca Deus sempre o encontra”.

O profeta Jeremias repassa uma dica valorosa do próprio Senhor àqueles que estão querendo encontrá-lo: “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” – (Jeremias 29:13). Assim sendo, não se deixe enganar pelo inimigo mentiroso. O profeta diz: “de todo o vosso coração”. Não adianta querer um pouco de Deus. Ou tem Deus ou não tem Deus, ou tem salvação ou não tem salvação, ou encontra Deus por inteiro, ou não encontra Deus. Deus é um Deus de Plenitude.

Segundo responder. Nem todas as respostas atendem as nossas expectativas. Quantas vezes ouvimos pessoas dizendo: “Pode deixar comigo, eu vou resolver o seu caso”, “pode contar comigo”, “deixa que eu faça”, etc., apesar disso, fica somente no discurso e no esquecimento. Contudo, a palavra assentada por Davi - “e Ele me respondeu”, oferece um significado de atendimento. Deus afirmou pelo profeta Jeremias: “Invoca-me, e te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes” – (Jr 33:3).

Terceiro livrar. Mais uma vez quero citar uma frase trivial – “Deus me livre”. Esta expressão tem saído dos lábios das pessoas (muitas vezes), sem que haja ponderação. A esta manifestação deveria ser adicionado – “por quê” e “para que”. “Por que Deus deveria se importar de me livrar de alguma coisa?” Ou: “Para que Deus me concederia o livramento?”.

O livramento do Senhor está condicionado, conforme diz neste Salmo no verso sete: “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem e os livra”. Em vista disso, Davi alcançava os favores de Deus.

Quarto temer. Uma das armas mais usadas por Satanás se chama “medo”. Veja o que disse o homem a Deus após pecar pela primeira vez: “Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo, e me escondi” – (Gn 3:10).

O pecado do homem no Éden, se analisado minuciosamente, não oferece base legal (humanamente falando), para se “justificar” o medo instalado dentro da alma de Adão e sua esposa Eva. Todavia, os fatos nos revelam que por conta da desobediência a Deus, imediatamente o diabo lançou o medo dentro da alma do ser humano.

Todo “prato” que se chama pecado é inevitavelmente acompanhado de uma “sobremesa” surpresa que se chama “medo”. O diabo não “conhece o termo perdão. Por conseguinte, ele não deixa passar as oportunidades concedida a ele, que se chama - “legalidade”.

O diabo veio para roubar, matar e destruir. Todavia, ele se contenta com o “pouco”, ou seja, “pecadinho”, “mentirinha”, “mais ou menos cristão”, “quase salvo”, “medinho”, etc.

Davi buscou o livramento para todos os seus temores. É importante saber e conhecer os projetos do maligno, no sentido de rejeitar todas as propostas indecentes e saber que: “Jesus veio para dar vida e vida em abundância”. O Senhor responde, livra e tira os nossos medos por completo. Davi afirmou: “Busquei o Senhor, e ele me respondeu; livrou-me de todos os meus temores”.

Qual é o seu medo hoje? Medo de ficar doente, de envelhecer, de morrer, do desemprego, de andar só, do escuro e tantas outras fobias existentes no meio da população! Não espere mais, busque o Senhor neste momento e liberte-se deste mal em nome de Jesus!


_______________________Capelão - Plínio Cavalheiro.

VOLTE ENQUANTO HÁ TEMPO!   "Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai" (Lucas 15:18).   A frase "Sempre há um caminho de v...