OBITUÁRIO
No Brasil, a comunicação
oficial do óbito é regulamentada por lei. Contudo, enquanto esse dia não chega
para cada um de nós, as estatísticas de sobrevivência jamais significam
garantia de vida sem interrupção.
Nada há contra a ciência e
seus avanços. Pelo contrário, devemos agradecer a Deus pelas pesquisas, pelos
tratamentos, pelos medicamentos e pelos modernos equipamentos que têm
contribuído para prolongar e melhorar a qualidade de vida das pessoas. Entretanto,
permanece uma realidade incontestável, confirmada pela experiência humana, pela
história e, principalmente, pela Palavra de Deus: o ser humano é finito.
A Bíblia afirma que nossa vida
é como um vapor que aparece por um instante e logo se dissipa (Tiago 4:14).
Nenhum medicamento, por mais eficaz que seja, poderá impedir que um dia a morte
física alcance todos os seres humanos.
Entretanto, existe uma notícia
extraordinária. Deus providenciou o único meio capaz de livrar o homem da morte
eterna. Esse meio não é um medicamento, mas uma Pessoa: Jesus Cristo.
Na cruz do Calvário, Cristo
ofereceu Seu próprio corpo e derramou Seu sangue para conceder perdão,
reconciliação com Deus e vida eterna a todos os que creem nEle. Quando Jesus
declarou que era necessário comer da Sua carne e beber do Seu sangue (João 6:53-56),
falava em sentido espiritual, convidando-nos a recebê-Lo pela fé,
apropriando-nos do sacrifício realizado em nosso favor.
Se você ainda não entregou sua
vida a Cristo, faça isso hoje. Não adie a decisão mais importante da sua
existência. Pela fé, aproxime-se da cruz, receba o perdão oferecido por Jesus e
seja imunizado, não contra a morte física, que alcança a todos, mas contra a
morte eterna, pois Ele mesmo prometeu: "Quem ouve a minha palavra e crê
naquele que me enviou tem a vida eterna; não entra em condenação, mas passou da
morte para a vida." (João 5:24)
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Qual destas verdades mais o
faz refletir?
a) ⬜
A vida é breve.
b) ⬜
A morte é inevitável.
c) ⬜
A ciência prolonga a vida, mas não vence a morte.
d) ⬜
Somente Cristo oferece a vida eterna.
Plínio Cavalheiro – capelão.

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