OS DEZ MANDAMENTOS: “SEMELHANTES AO QUE ADORAMOS”

 


Segundo Mandamento: “Não farás para ti imagem de escultura, nem as adorarás” (Êxodo 20:4-6).

 

Embora o segundo mandamento esteja intimamente ligado ao primeiro, ele amplia e aprofunda o entendimento sobre a idolatria. Enquanto o primeiro mandamento proíbe a adoração a outros deuses, o segundo enfatiza a proibição de fabricar imagens, ídolos ou qualquer representação para lhes prestar culto, honra ou devoção.

 

Dessa forma, Deus não apenas condena a substituição dEle por outros deuses, mas também adverte contra a tentativa de representá-Lo por meio de objetos criados pelas mãos humanas ou de direcionar a adoração a qualquer coisa criada. O segundo mandamento nos chama a uma adoração genuína, baseada na fé, na verdade e em um relacionamento pessoal com o Deus vivo.

 

O salmista reforça essa verdade ao declarar: “Tornem-se semelhantes a eles os que os fazem e todos os que neles confiam” (Salmo 115:8). No contexto desse salmo, os ídolos possuem olhos, mas não veem; ouvidos, mas não ouvem; boca, mas não falam; pés, mas não andam. A mensagem é que aqueles que depositam sua confiança nos ídolos acabam se tornando espiritualmente semelhantes a eles: insensíveis à voz de Deus, cegos para a verdade e incapazes de experimentar a plenitude da vida que o Senhor oferece.

 

Contudo, a intenção de Deus não é condenar o pecador, mas resgatá-lo. Seu amor continua estendido a todos os que vivem presos à idolatria, convidando-os a encontrar em Cristo Jesus a verdadeira vida, a liberdade espiritual e a salvação. Deus deseja libertar o homem da confiança nas obras de suas próprias mãos para que ele coloque sua fé naquele que vive para sempre e que é o único digno de adoração.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

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O Segundo Mandamento nos ensina que:

A.      Deus não aceita concorrentes

B.      A adoração deve ser exclusiva a Deus

C.      Ídolos não podem salvar

D.      Todas as alternativas

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