VIDA: O ESPAÇO ENTRE DOIS EXTREMOS.

 


“Há tempo de nascer, e tempo de morrer...” (Eclesiastes 3:2a).

 

O rei Salomão, no livro de Eclesiastes, nos apresenta duas realidades inevitáveis da existência humana: o nascimento e a morte. São extremos pelos quais todos nós, querendo ou não, teremos de passar. Nenhum de nós pediu para nascer; tampouco sabemos com exatidão o momento em que a vida começou, a hora e o minuto em que fomos gerados. Da mesma forma, também não sabemos o dia nem a hora em que nossa jornada aqui terminará.

 

Entretanto, entre esses dois polos existe um intervalo precioso chamada “vida”. E é justamente nesse espaço que reside nossa responsabilidade. Se não temos controle sobre o nascer e o morrer, temos, sim, sobre como escolhemos viver. Podemos permitir que a vida seja marcada pela amargura, pela depressão, pelo rancor e pela prática da iniquidade. Ou podemos abraçar a vida que Cristo oferece, uma vida plena, significativa, transformada; como Ele mesmo declarou, vida em abundância.

 

A grande questão não está nos extremos que não controlamos, mas nas escolhas que fazemos todos os dias. Que tipo de vida você tem decidido viver?

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

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