AMAR E ADORAR: ENTENDENDO A DIFERENÇA ESSENCIAL

 


‘Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo” (1 João 2:15,16).

 

É fundamental termos consciência de que os verbos “amar” e “adorar” possuem significados distintos, embora, na prática, muitas vezes sejam tratados como se fossem iguais.

 

Adorar significa curvar-se, prestar culto e reverência, um ato que deve ser direcionado exclusivamente a Deus, o único e verdadeiro Criador dos céus e da terra.

 

Por outro lado, o verbo amar abrange um campo muito mais amplo, envolvendo diferentes pessoas e situações. Nos mandamentos, somos ensinados a amar a todos, inclusive os nossos inimigos. No entanto, isso não significa concordar com suas atitudes ou compactuar com seus erros, mas sim exercer compaixão e desejar que eles também sejam alcançados pela salvação em Cristo Jesus.

 

Quando a Bíblia fala sobre “amar o mundo”, como escreve João, refere-se a um sistema corrompido, criado pelo próprio homem pecador, cheio de iniquidades. Nesse sentido, aquele que ama esse tipo de mundo demonstra que o amor do Pai não está nele.

 

Diante disso, é necessário refletirmos: onde temos colocado os nossos pés? E, mais profundamente, para onde o nosso coração está direcionando o nosso amor?

 

Plínio cavalheiro – capelão.

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