A SEDUÇÃO DO FALSO E O PODER DA VERDADE!

 


“O Espírito afirma claramente que, nos últimos tempos, alguns se desviarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios, propagadas por homens hipócritas e mentirosos, cuja consciência está cauterizada” (1 Timóteo 4:1–2).

 

É desafiador lidar com pessoas que não possuem uma identidade espiritual sólida, enraizada e firmemente estabelecida sobre a verdade. Sem essa base, tornam-se vulneráveis a ensinamentos heréticos, enganosos e falsos, que facilmente as desviam para fundamentos inseguros, conduzindo-as à ruína espiritual.

 

O falsário, inimigo da verdade e das almas, é habilidoso em criar aparências sedutoras, verdadeiras vitrines brilhantes que encantam e capturam o olhar daqueles que estão afastados de Cristo. Assim, muitos são levados a agir de forma enganosa, acreditando sinceramente que estão no caminho certo.

 

Não foi assim com Saulo de Tarso? Convicto de que fazia o que era justo, ele perseguiu os seguidores de Cristo, certo de estar cumprindo um propósito legítimo. No entanto, estava profundamente equivocado. Até que, ao ter seus olhos abertos para a verdade, tudo mudou. A partir desse encontro transformador, nunca mais voltou à cegueira espiritual. Desde então, o mundo perdeu seu poder de sedução sobre ele. Suas promessas já não o fascinavam, pois agora sua vida estava firmemente alicerçada na verdade.

 

Jesus nos ensina que devemos edificar nossa vida, nossa mente, caráter e integridade, sobre a rocha. Isso nos mostra a importância de guardar nossos pensamentos e cultivar uma fé firme, capaz de resistir aos enganadores, hipócritas e mentirosos.

 

Só alcançamos essa estabilidade quando conhecemos e valorizamos a verdade, que é nossa referência absoluta, Jesus Cristo. Assim permanecemos firmes, sem nos desviar da fé. Uma fé instável, que oscila como uma gangorra, não é fé madura. A verdadeira fé busca crescimento constante, elevando-se acima do engano e permanecendo inabalável diante das adversidades.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 FÉ: ESSENCIAL, VIVA E EM AÇÃO!

 


“Assim também a fé, se não tiver obras, por si só está morta” Tiago 2:17).

 

Imagine alguém que se esforça muito para comprar um carro zero quilômetro, completo, bonito, impecável… e depois o deixa guardado na garagem, sem nunca o usar. Pior ainda: continua andando a pé ou utilizando transporte coletivo no dia a dia. Que sentido haveria nisso?

 

Assim também acontece com a fé. Muitos cristãos desejam ter fé e se empenham para alcançá-la, uma fé “perfeita”, preciosa, sem falhas. No entanto, acabam guardando-a como algo escondido, quase secreto. De vez em quando, lembram-se dela, “tiram a poeira”, mas não a colocam em prática.

 

Deus concede fé àqueles que O buscam, mas espera que ela não seja escondida, e sim vivida. A fé não foi feita para ficar guardada, como um objeto na garagem, mas para habitar dentro de nós e se manifestar em nossa vida diária.

 

Ela deve ser visível não por meio de palavras ou aparências, como um crachá no peito, mas por meio das nossas atitudes. Porque fé não é apenas acreditar, é confiar de forma firme, mesmo sem enxergar, e viver de acordo com essa confiança.

 

A fé não é uma opção para o cristão; é essencial. Como está escrito na Epístola de Tiago: “Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta.” (2:26)”, e na Epístola aos Hebreus: “Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que é galardoador dos que o buscam.” (11:6).

 

Até mesmo os apóstolos reconheceram a necessidade de uma fé maior, ao pedirem a Jesus, conforme o Evangelho de Lucas: “Aumenta-nos a fé.” (17:5). Portanto, a verdadeira fé é viva, ativa e perceptível, não pelo que dizemos, mas pelo que praticamos no dia a dia.

 

E você, se pudesse dar uma nota para a sua fé, de 1 a 10, qual seria? Não precisa responder para mim… converse com Deus.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 ESVAZIE A LIXEIRA DA ALMA!

 


“E vos despojeis do velho homem… e vos revistais do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão” (Efésios 4:22-24).

 

Não é preciso ser um grande especialista em tecnologia para entender algo simples: todo computador possui um recurso para excluir arquivos que já não servem mais. Ainda assim, aquilo que “apagamos” não desaparece de imediato, vai para a lixeira, onde permanece guardado, ocupando espaço e podendo ser restaurado a qualquer momento.

 

Assim também é a nossa alma. Carregamos dentro de nós memórias, sentimentos e marcas de situações difíceis que, muitas vezes, fomos nós mesmos que alimentamos ao longo do tempo. Pensamos que basta “deletar”, esquecer, ignorar, mas não é tão simples. O que não é verdadeiramente tratado apenas muda de lugar, continua ali, escondido, pronto para voltar e nos afetar outra vez.

 

Por isso, não basta apagar. É preciso esvaziar a lixeira. É necessário um ato consciente, profundo, de limpeza interior, renunciar àquilo que pesa, perdoar o que feriu, soltar o que aprisiona. Só assim criamos espaço para o novo, para a paz, para aquilo que realmente edifica.

 

Porque uma alma leve não é aquela que nunca se feriu, mas aquela que aprendeu a não guardar lixo dentro de si. Faça essa oração: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova em mim um espírito reto” (Salmos 51:10).

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

CRESCIMENTO ESPIRITUAL: ESCOLHA, DIREÇÃO E FRUTO!

 


“Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio” (Epístola aos Gálatas 5:22–23).

 

Existe um grupo de pessoas cuja doutrina utiliza a frase: “Vejo em você uma espiritualidade que precisa se desenvolver”. Essa afirmação transmite a ideia de que a evolução espiritual está no próprio ser humano, como se bastasse sua vontade e esforço para que o espírito que há nele cresça ou se manifeste com mais liberdade.

 

Dentro dessa perspectiva, alguns líderes desse grupo demonstram o que chamam de “sensibilidade espiritual” ou até mesmo mediunidade a ser desenvolvida. Isso pode causar estranhamento em muitos cristãos, como se tal realidade fosse algo incomum ou incompatível com a fé. No entanto, é verdade que todos nós nascemos com um espírito dado por Deus.

 

O que realmente faz a diferença é a decisão individual: em que direção cada pessoa escolhe crescer e a quem decide se submeter espiritualmente. Os cristãos buscam crescer no Espírito e viver em plena comunhão com o Espírito Santo. Quando essa comunhão se torna real, o homem passa a ouvir a voz de Deus e a ser guiado por Ele. Assim como um médico ausculta o coração físico, podemos entender, de forma simbólica, que o Espírito Santo ausculta o coração espiritual do homem e reportam a Deus sua condição.

 

Não são apenas as obras exteriores que aproximam o homem de Deus. Embora boas ações sejam importantes e alegrem o coração divino, o verdadeiro sinal de uma vida transformada é a produção do fruto do Espírito: amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio, conforme registrado em Gálatas 5:22-23.

 

Essas qualidades representam o caráter de quem vive segundo o Espírito Santo e evidenciam uma transformação genuína, que vai além de atitudes externas e alcança o interior do ser humano.

 

Plínio – capelão.


 A VITÓRIA QUE O INFERNO NÃO SUPORTA VER!

 


“Para isto se manifestou o Filho de Deus: para desfazer as obras do diabo.” (Primeira Epístola de João 3:8).

 

Ao refletirmos sobre essa verdade, entendemos que Jesus, sendo participante da natureza divina, como Ele mesmo afirmou: “quem vê a mim vê o Pai”, possui todo poder. No entanto, dentro do propósito de Deus para a humanidade, tanto no presente quanto no futuro, não está incluída a extinção do diabo e de seus anjos, (demônios).

 

Deus os criou como seres espirituais, dotados de existência contínua. Ainda assim, para aqueles que creem no poder de Jesus, o ponto central não está na destruição do diabo em si, mas na anulação de suas obras, e isso está longe de ser algo pequeno.

 

Que seria de nós, cristãos, se não tivéssemos a certeza de que o Todo-Poderoso envia seus anjos para nos guardar das ações do maligno? Essa convicção fortalece nossa fé e sustenta nossa esperança.

Cristo veio precisamente para desfazer tudo aquilo que afasta o ser humano de Deus: o pecado, a mentira e a separação espiritual. Nele, encontramos não apenas livramento, mas também restauração e reconexão com o Pai.

 

Assim, a vitória de Jesus não se manifesta na eliminação imediata do inimigo, mas na restauração do ser humano e na derrota real de tudo aquilo que o diabo produz. Em Cristo, somos capacitados a viver essa vitória, pois aqueles que foram salvos recebem autoridade espiritual para resistir às investidas do mal, não por mérito próprio, mas pelo poder do nome de Jesus Cristo, diante do qual nenhuma força maligna prevalece.

 

Como está escrito: “Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Epístola aos Romanos 8:37). A própria Palavra também nos orienta a resistir ao diabo, com a promessa de que ele fugirá. Essa resistência não se baseia apenas em palavras ou declarações, mas em uma vida alinhada com a perfeita e boa vontade de Deus. A verdadeira vitória se revela em atitudes transformadas, coerentes com a nova vida em Cristo. O inimigo não suporta ver alguém renovado, refletindo em sua vida o caráter de Jesus.

 

Você leva em sua face o brilho de Jesus?

 

Plínio – capelão.

  EIS-ME AQUI, ENVIA-ME A MIM!   “Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então, disse eu...