A GRANDE EXPECTATIVA DO CRISTÃO: A VOLTA DE CRISTO!

 


“E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos” (Mateus 24:3-5).

 

A grande expectativa do cristão, o ponto culminante de sua fé, é a volta de Jesus Cristo. Desde o início do cristianismo, essa esperança tem acompanhado o coração dos que creem.

 

Há mais de dois mil anos, os seguidores mais próximos de Jesus viveram na expectativa de que Ele poderia voltar em breve. O apóstolo Paulo de Tarso, por exemplo, escreveu aos cristãos de Tessalônica como se alguns ainda estivessem vivos no momento da volta do Senhor: “Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens...” (Primeira Epístola aos Tessalonicenses 4:17).

 

Note que Paulo utiliza a expressão “nós”, indicando que existia, entre os primeiros cristãos, a possibilidade de que a volta de Cristo ocorresse ainda em seus dias. Essa expectativa atravessou os séculos e permanece viva até hoje, chegando também a nós, que vivemos no século XXI.

 

Entretanto, mais importante do que saber o dia ou a hora é estar preparado. Clamar “Maranata”, expressão que significa “Ora vem, Senhor!”, sem a certeza da salvação é uma grande incoerência. Mas aqueles que já experimentaram a graça da salvação por meio de Cristo aguardam esse dia com alegria e esperança, desejando ardentemente a sua chegada.

 

Enquanto esse dia não vem, é prudente observar os acontecimentos do mundo. As Escrituras ensinam que haveria sinais que antecederiam esse grande evento. O mundo, de muitas maneiras, parece emitir alertas de que a história caminha para o seu cumprimento.

 

Diante disso, fica uma pergunta que cada pessoa precisa responder no íntimo do coração: Você está preparado?

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 O FIM DE UMA CARREIRA GLORIOSA!

 


“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.” (2 Timóteo 4:7,8).

 

Quando percebe que seus dias na terra estão terminando, o apóstolo Paulo de Tarso decide escrever sua última carta e enviá-la ao seu discípulo Timóteo. Nela, ele resume aquilo que foi seu ministério ao longo dos anos, depois de seu encontro verdadeiro com Jesus Cristo.

 

Antes, Paulo perseguia os cristãos sem imaginar que um dia sua vida seria completamente transformada. Após encontrar-se com Cristo, mudou radicalmente de direção: tornou-se um seguidor fiel e passou a anunciar o evangelho por onde quer que fosse.

 

Sua vida foi marcada por lutas espirituais, perseverança e dedicação. Ele travou batalhas contra as forças espirituais do mal e percorreu uma carreira gloriosa no serviço a Deus. Por meio de suas cartas e ensinamentos, que até hoje edificam a igreja, muitos são evangelizados, exortados e fortalecidos na fé.

 

Com alegria e convicção, Paulo fala sobre o prêmio que o aguardava: “a coroa da justiça”. Ele afirma que essa recompensa não é apenas um privilégio seu, mas também de todos aqueles que amam e aguardam a gloriosa vinda de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.

 

Diante disso, surge uma pergunta importante para cada um de nós: Você está preparado para a maravilhosa volta de Jesus?

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 CHAMADOS PARA VIVER DIFERENTE!

 


“E não sejais conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2).

 

Na realidade, Deus espera que todos os cristãos tenham um mesmo padrão espiritual, moldado pela Sua vontade. Contudo, o apóstolo Paulo adverte os cristãos de Roma para que não se deixem influenciar pelos padrões e formatos deste mundo. Esses modelos mundanos não possuem a santidade que Deus requer; ao contrário, tudo o que se ajusta a eles acaba sendo contaminado por suas impurezas.

 

Por isso, o mesmo versículo nos chama a viver uma vida transformada. Essa transformação começa em nossa mente, que, no momento da salvação, passa por uma renovação espiritual. Com esse novo entendimento, o cristão passa a discernir e a experimentar aquilo que é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

 

Diante disso, o chamado é claro: afaste-se de tudo aquilo que pertence aos padrões deste mundo. Não permita que sua vida seja moldada por aquilo que desagrada a Deus. Pelo contrário, busque viver em santidade, sendo santo e irrepreensível diante do Senhor.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

SALVAÇÃO É GRAÇA DE DEUS!

 


“E eis que alguém, aproximando-se, lhe perguntou: Mestre, que farei eu de bom, para alcançar a vida eterna?” (Mateus 19:16).

 

Fazer para alcançar ou alcançar para fazer? Muitos ainda pensam que a salvação é como um troféu aguardando no final de uma maratona, entregue apenas àquele que mais se esforçou, que suou, que lutou até subir ao pódio e, com orgulho, levantar o prêmio como resultado exclusivo de seu próprio esforço. Enquanto isso, outros que também correram permanecem apenas com aplausos ou reconhecimento humano.

 

Mas a salvação não é um troféu para enfeitar uma estante nem um símbolo para alimentar o ego de quem acredita tê-la conquistado por mérito próprio.

A salvação vai muito além disso.

 

Ela começa quando o ser humano decide despir-se do velho homem, renunciando a tudo aquilo que o separa de Deus. Significa abandonar os ídolos que muitas vezes ocupam o interior do coração, entre eles o amor ao dinheiro, o orgulho, a vaidade e a autossuficiência.

Nascer de novo é permitir que Deus transforme completamente a vida. É vestir vestes brancas, lavadas e purificadas pelo sangue de Jesus Cristo derramado na cruz. Salvação é graça de Deus: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” Efésios 2:8–9).

 

Diante disso, surge uma pergunta que ecoa no coração de cada um de nós: Qual é a cor das suas vestes hoje?

 

Plínio Cavalheiro – capelão.


 QUANDO O PAI LEVANTA O RAMO!

 


“Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o viticultor. Toda vara em mim que não dá fruto, ele a corta; e toda vara que dá fruto, ele a limpa, para que dê mais fruto” (João 15:1,2).

 

Ao lermos a expressão: “Toda vara em mim que não dá fruto, ele a corta”, alguns intérpretes entendem que Jesus estaria afirmando que o crente pode perder a salvação, pois o ramo estava ligado à videira (Cristo) e, por não produzir fruto, seria cortado.

 

Contudo, essa interpretação não se sustenta à luz do ensino bíblico mais amplo. A salvação concedida por Deus é eterna e não pode ser perdida por aqueles que verdadeiramente foram salvos. Certa vez perguntaram ao saudoso pastor e teólogo Russell Shedd: “O crente pode perder a salvação?” Ele respondeu com sabedoria: “Depende de quem te salvou.”

 

Se a salvação fosse obra humana, certamente poderia ser perdida. Mas sendo obra de Deus, ela é perfeita e definitiva. Assim, uma vez que o nome está escrito no Livro da Vida, não há possibilidade de perdê-la. A salvação concedida por Deus é eterna.

 

No entanto, ao examinarmos o texto no idioma original do Novo Testamento, encontramos um detalhe importante que muitas vezes passa despercebido. A palavra traduzida como “corta” vem do termo grego aireiρει), derivado do verbo airō, que pode significar levantar ou erguer.

 

Esse significado abre uma compreensão interessante dentro da metáfora da videira. No cuidado com a plantação, quando um ramo cai ao chão, o viticultor não o descarta imediatamente. Ele levanta o ramo, limpa-o e o amarra novamente ao suporte, permitindo que receba luz e ar adequados para voltar a frutificar.

 

Assim, a declaração de Jesus pode ser entendida não como um ato de descarte imediato, mas como uma ação de cuidado e restauração. O viticultor levanta o ramo que caiu para que ele volte a produzir fruto.

 

Espiritualmente, isso reflete o que Deus faz conosco. Muitas vezes tropeçamos, caímos em fraquezas ou somos enredados pelo pecado. Contudo, temos um Pai que age como o verdadeiro viticultor: Ele nos levanta, nos limpa e nos restaura, para que possamos continuar ligados a Cristo e frutificar.

 

Diante dessa verdade, surge uma pergunta pessoal e profunda: Você é um ramo ligado à videira? Está caído precisando ser levantado, ou está frutificando para a glória de Deus?

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 QUE CARTA JESUS ESCREVERIA A VOCÊ?   Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e pusest...