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 O MILAGRE QUE COMEÇA COM OBEDIÊNCIA!   “Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora. Sua mãe disse aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser” (João 2:4,5).   Aprouve a Deus que o primeiro milagre de Jesus acontecesse em uma festa de casamento. Não sabemos se Jesus escolheu aquela ocasião para exaltar o valor do relacionamento entre homem e mulher, mas sabemos que nada é por acaso. Um casamento representa o início de um lar, de uma história, de um futuro, e talvez por isso o Senhor tenha se revelado justamente ali: para ensinar que nenhum relacionamento permanece de pé se Ele não estiver presente. Porque todo casamento sem Jesus está sempre à beira de um fiasco, mas todo casamento com Jesus encontra graça até no que parece impossível. Naquele casamento em Caná, o vinho acabou. A alegria acabou. A festa estava prestes a se transformar em vergonha. Mas Maria sabia quem estava entre eles, e apenas disse: “Fazei tudo quanto...
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SOBRIEDADE E VIGILÂNCIA!   “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão bramando, buscando a quem possa tragar; (1 Pedro 5:8)”   Ninguém contrataria um vigilante se percebesse nele falta de sobriedade. Um profissional dessa área precisa ser escolhido com muito critério, pois seu comportamento e sua postura determinarão se está apto ou não para a função. Caso não apresente as qualidades necessárias, certamente será descartado.   O vigilante precisa permanecer acordado, atento, responsável, afinal, os ladrões e assaltantes agem justamente quando percebem descuido. Um simples vacilo pode abrir espaço para que entrem, roubem e até tirem vidas para cumprir seus propósitos.   Assim também nos alerta 1 Pedro 5:8: precisamos ser vigilantes e sóbrios, pois o inimigo está sempre à espreita, procurando qualquer brecha para atacar. A postura de um vigilante não é apenas uma profissão; é uma poderosa ilustração da atitude qu...
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  COMEÇO, MEIO E FIM! “ Aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao dia de Cristo Jesus.” (2. Filipenses 1:6). Existe um princípio que diz: o mais importante em todas as coisas é o fim. Na verdade, todo projeto carrega, como pano de fundo, o conceito de uma estrutura tripartite: começo, meio e fim. Ninguém alcança uma conclusão verdadeira, nem experimenta sucesso, sem enfrentar os degraus da vida, degraus que, muitas vezes, não são curtos nem suaves, e raramente se assemelham à facilidade de uma escada rolante. Por isso, começar é bom, perseverar no meio é ainda melhor, e finalizar com excelência é extraordinário. Mas isso só é possível quando cada etapa é vivida com responsabilidade, esforço e fidelidade ao propósito estabelecido desde o início. Esse princípio é válido tanto para as realizações materiais quanto para os planejamentos espirituais. Ao estudarmos a Palavra de Deus, percebemos que para cada bênção, cada “projeto” divino, existe um ônus, um preço a ser p...
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O CUIDADO COM APROXIMAÇÃO INTERESSADA!   “ Jesus respondeu-lhes, e disse: Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes” (João 6:26). Você já enfrentou uma situação em que alguém se aproxima com simpatia, elogios e sorrisos, mas, no fundo, o interesse real não é por você, e sim pelo que você pode oferecer? Pessoas que não se aproximam por afeto genuíno, mas porque esperam algum benefício, alguma vantagem, algum retorno? É assim que agem muitos homens em época de busca por votos: abraçam, sorriem, batem no seu ombro, fazem questão de estar por perto, não por consideração verdadeira, mas pelo interesse no que você pode proporcionar. Uma aproximação calculada, não sincera. Em João 6:26, Jesus toca exatamente nessa ferida humana. Ele diz: “Vocês estão me procurando não porque viram os sinais, mas porque comeram dos pães e se saciaram.” Em outras palavras: muitos o buscavam não por quem Ele é, mas pelo que Ele pod...
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A SEMENTE DA DESOBEDIÊNCIA DÁ FRUTO AMARGO!   “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também colherá” ( Gálatas 6:7).   Quando recebemos uma incumbência de alguém a quem somos subordinados, como um patrão ou chefe, buscamos executá-la com a máxima agilidade e responsabilidade. Caso isso não ocorra, corremos o risco de enfrentar consequências desagradáveis, como advertências, suspensões ou, em situações extremas, até a dispensa por justa causa. Tais desdobramentos são lamentáveis, tanto para nós, que somos provedores do lar, quanto para toda a nossa família, que também acaba sendo impactada.   Da mesma forma acontece em nossa relação com Deus. Quando Ele nos dá uma ordem, não o faz como um chefe distante, mas como Pai soberano, que tem autoridade absoluta sobre seus filhos, filhos que nos tornamos por meio de Jesus Cristo. Contudo, quando tratamos Seus mandamentos com negligência, as consequências inevitavelmente chegam. A ...