“Orai pela paz de Jerusalém; prosperem aqueles que te amam. Haja paz dentro de teus muros, e prosperidade dentro dos teus palácios” – (Salmo 122:6,7).
.“Ele [JESUS], porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus” – (Mateus 4:4). Jó conviveu com este princípio mesmo antes de Jesus ensina-lo: “Não me afastei dos mandamentos dos seus lábios; dei mais valor às palavras de sua boca do que ao meu pão de cada dia” – (Jó 23:12).
Jerusalém
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Sou empresário há 30 anos, nascido e criado em Campinas/SP, junto com minha esposa CLAUDETE CAIOLA CAVALHEIRO. Ela é natural de CAFELÂNDIA, interior do estado de São Paulo e Deus nos uniu em Campinas quando seus Pais, HENRIQUE CAIOLA e RITA ZAFALÃO CAIOLA (em memória) vieram trabalhar na minha cidade. Completamos 44 anos de Casamento, com a graça de Deus e não canso de agradecer por sua preciosa vida e o tanto que ela me ajudou e ajuda. Temos três filhas, duas netas e um neto. AMO MINHA FAMÍLIA e não poderia ter uma melhor. Frequentamos a Igreja Batista Vida Nova, que para minha alegria nasceu na sala de minha casa há 54 anos, onde meu Pai JOÃO CAVALHEIRO FILHO (em memória) e eu, ainda criança, estávamos presentes, e hoje, eu sou o único membro fundador da mesma com muito ORGULHO! Minha esposa também frequenta a mesma igreja há 44 anos. Sou Capelão há 10 anos levando a Palavra de Deus aos enfermos. Sou Piloto Civil, já participei de vários Projetos: “ASAS DE SOCORRO” é um deles onde se chega a lugares somente através de aeronaves para levar remédios, alimentos e sobre tudo a Palavra de Deus que cura a alma e o corpo.
Filho fujão!
O FILHO PRÓDIGO
Lamentavelmente, ao contatar o ser humano encontramos um número não pequeno de pessoas que quando indagadas sobre sua religião confessam de certa forma envergonhados que estão afastados do evangelho. Ou seja, longe dos caminhos do Senhor em atitudes que contrariam a vontade de Deus.
A tendência destes afastados é narrar como forma de justificar-se: “Eu estou distante da igreja, mas não estou afastado de Deus”. Como se isto fosse possível! Manter-se alongado da igreja é sintoma de que o mal do afastamento de Deus já está impregnado no físico da pessoa que um dia se identificou como cristão. Tenha certeza disso: Quando você se permite dar o primeiro passo se distanciando de Deus, este passo vai pedir o segundo e o segundo vai pedir o terceiro e quando você menos espera você vai estar muito distante do Senhor vivendo de forma dissoluta com plena indiferença para com as coisas santas que agradam o coração de Deus.
O capítulo 15 do Evangelho segundo Lucas apresenta a “Parábola do Filho Pródigo”, onde se desenvolve sobre vários aspectos que são caracterizados pela rebeldia, ingratidão, sofrimento, arrependimento e sobre tudo amor e perdão.
O personagem – “Filho Pródigo” – é um alegorismo do cristão infiel que tem uma seqüência progressiva de falhas que entristece a Deus, ou seja: a soberba, que afronta o Pai; o desamor que abandona a casa paterna e opta por viver uma vida desvairada que o mundo proporciona.
O filho pródigo. Dos dois filhos o mais moço, o inexperiente, exige a sua parte na herança. Em sua irreflexão, fascinado pelos prazeres do mundo, ajunta tudo e parte para longe. Em terra distante, esbanja seus bens numa vida depravada entre meretrizes.
Na tentativa de buscar a motivação que impulsionou o filho a tomar tal decisão e sair de casa, poderíamos presumir que a motivação não foi outra senão pelos atrativos do mundo. Infelizmente o filho de Deus pode imaginar-se cerceado em sua liberdade quando no serviço do Pai, privado dos “prazeres” intensos e oprimidos por um jugo insuportável. Assim sendo, rebela-se, afasta-se de Deus e atrai sobre si miséria e sofrimento.
Os bens que levara o rapaz chegaram ao fim em um tempo que não conhecemos. Despojado deles, perdeu os amigos de orgia. Sua falência financeira foi constatada por conta de seu novo emprego. Opresso pelas necessidades foi apascentar porcos, os animais imundos abominado pelos judeus. A escassez de alimento o levou a desejar se alimentar da ração destinada aos porcos.
Neste execrável trabalho, ao cair em si, constatara o retrato de sua vida atual e a tristeza em seu coração. O cristão ao pecar contra Deus, também perde a exultação da salvação e padece as conseqüências de seu ato desvairado. A Bíblia diz: “Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho...porque, que filho há a quem o pai não corrija?” – (Hebreu 12:6,7).
Com efeito, o moço, fustigado pela provação, caiu em si. Sua fome o induziu lembrar-se da abastança da casa paterna. A disciplina abre sua mente para recordá-lo do pai e o motiva adotar uma atitude tocado pelo arrependimento. “Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai” – (Lucas 15:19a).
Arrependimento seguido de ação. Estas atitudes fizeram toda diferença na vida do moço rebelde, ingrato, maltrapilho, malcheiroso e esfomeado. Em sua mente, como filme, passavam cenas da casa onde ele via seu pai honrando os funcionários. Ninguém passava fome onde ele nasceu e viveu por um período de sua vida. No entanto, ele se via numa circunstância de constrangimento, desventura e fome. Na seqüência ele volta exatamente para o ponto onde caiu. Ensaia um lindo discurso verdadeiro nascido no mais profundo de seu coração para enfrentar a situação. Estas foram as palavras impregnadas em sua mente: “Pai, pequei contra o céu e perante ti. Já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus jornaleiros” – (Lucas 15:19b).
“E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou. E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho. Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa; e vesti-lho, e ponde-lhe um anel na mão, e alparcas nos pés; E trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e alegremo-nos; Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se” – (Lucas 15:20-24).
Amor e perdão. Foram estas as atitudes do Pai que esperançoso aguardava o retorno de seu filho ao lar. O pai tinha todos os motivos para exortar o filho fujão com um extenso sermão de acusações. Contudo, não o fez! Abdicou-se do direito de colocar o dedo no rosto do ingrato, para dar lugar ao perdão e ao júbilo por ver seu filho de volta ao convívio da família.
Não conheço sua situação hoje. Não sei como este texto foi parar em suas mãos. Assim sendo, gostaria de formular uma pergunta a você: Onde você se encontra neste exato momento? Onde você se enquadra nesta parábola?. Você permanece na casa ou está distante do Pai? Se você vacilou em responder ou se julga um filho pródigo, opte por tomar a mesma decisão do moço – volte para o Pai e cheio de arrependimento reassuma seu lugar de filho legítimo. Lugar de filho de Deus não é no “curral cuidando de porcos”. O Pai está na bela fazenda com os braços abertos para te perdoar e te receber! Jesus disse: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça” – (Mateus 11:15). Amém?
_________________________________Capelão - Plínio Cavalheiro.
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Sou empresário há 30 anos, nascido e criado em Campinas/SP, junto com minha esposa CLAUDETE CAIOLA CAVALHEIRO. Ela é natural de CAFELÂNDIA, interior do estado de São Paulo e Deus nos uniu em Campinas quando seus Pais, HENRIQUE CAIOLA e RITA ZAFALÃO CAIOLA (em memória) vieram trabalhar na minha cidade. Completamos 44 anos de Casamento, com a graça de Deus e não canso de agradecer por sua preciosa vida e o tanto que ela me ajudou e ajuda. Temos três filhas, duas netas e um neto. AMO MINHA FAMÍLIA e não poderia ter uma melhor. Frequentamos a Igreja Batista Vida Nova, que para minha alegria nasceu na sala de minha casa há 54 anos, onde meu Pai JOÃO CAVALHEIRO FILHO (em memória) e eu, ainda criança, estávamos presentes, e hoje, eu sou o único membro fundador da mesma com muito ORGULHO! Minha esposa também frequenta a mesma igreja há 44 anos. Sou Capelão há 10 anos levando a Palavra de Deus aos enfermos. Sou Piloto Civil, já participei de vários Projetos: “ASAS DE SOCORRO” é um deles onde se chega a lugares somente através de aeronaves para levar remédios, alimentos e sobre tudo a Palavra de Deus que cura a alma e o corpo.
Leite derramado!
O que fazer após o leite derramado?
À luz dessa expressão popular, somos tentados a cruzar os braços e assumir passivamente as conseqüências de uma situação que suplantou o limite de controle, sem ao menos ter o direito de chorar. O ditado popular indica que não adianta chorar pelo leite derramado pelo fato de não ser possível reverter a situação e reaproveitá-lo. Neste caso, resta somente assumir o prejuízo e limpar a sujeira causada sobre o fogão.
É óbvio que o derramamento do leite se dá por uma questão de fração de segundo. É só se descuidar e pronto, o leite sobe e acaba se transbordando da panela. Quem nunca viveu ou presenciou essa situação desagradável?
No entanto o que fazer quando descuidamos de nossa postura íntegra diante de Deus e caímos em tentação? Existe reversão? Adianta chorar? Sim, graças a Deus, há remédio e cura para esta situação de caldo entornado espiritual.
O apóstolo Pedro certa ocasião vivenciou esta experiência de “leite derramado”. Pedro se distanciou um pouco de Jesus e foi buscar abrigo em um pátio onde existia uma fogueira para aquecê-lo do frio. Em dado momento uma criada chega perto dele e diz: Tu também estava com Jesus, o Galileu. Mas ele negou diante de todos, dizendo: Não sei o que dizes. E, saindo para o vestíbulo, outra criada o viu, e disse aos que ali estavam: Este também estava com Jesus, o Nazareno. E ele negou outra vez com juramento: Não conheço tal homem. E, daí a pouco, aproximando-se os que ali estavam, disseram a Pedro: Verdadeiramente também tu és deles, pois a tua fala te denuncia. Então começou ele a praguejar e a jurar, dizendo: Não conheço esse homem. E imediatamente o galo cantou” – (Mateus 26:69-74).
Com toda certeza a temperatura física em Pedro teve um aumento gradual neste episódio que se deu logo após a prisão de Jesus, culminando inevitavelmente em “derramamento do leite”.
O que fez Pedro após perceber que o caldo tinha entornado? Vamos ao texto: “E lembrou-se Pedro das palavras de Jesus, que lhe dissera: Antes que o galo cante, três vezes me negarás. E, saindo dali, chorou amargamente” – (Mateus 26:75).
Lucas acrescenta a este acontecimento algo de suma importância. Ele diz: E Pedro disse: Homem, não sei o que dizes. E logo, estando ele ainda a falar, cantou o galo. E, virando-se o Senhor, olhou para Pedro, e Pedro lembrou-se da palavra do Senhor, como lhe havia dito: Antes que o galo cante hoje, me negarás três vezes. E, saindo Pedro para fora, chorou amargamente” – (Lucas 22:60-62).
Pedro chorou o choro do arrependimento diante do olhar de compaixão de Jesus. Jesus não ralhou com Pedro. Jesus não usou a vara sobre Pedro. Jesus somente usou seus olhos de comiseração e isto Fez toda diferença na vida de alguém que estava envergonhado. O choro de Pedro adiantou em muito na situação que ele passou próximo de Jesus. Contudo, só para recapitular sobre o “Leite derramada”, foi só Pedro se descuidar um pouquinho e dar as costas à Jesus, o “seu leite derramou”.
Não sei como você está. Não sei se o seu “leite” está no lugar que deve estar, se vai derramar, ou já derramou. Refiro-me a pecado que tão de perto rodeia o cristão. A Bíblia cita: “Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta” - Hebreus 12:1.
João escreveu: “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo!” – I João 2:1,2).
É óbvio que o melhor é não pecar como ensina João, entretanto, se você deixar o seu “leite derramar” não se envergonhe de chorar amargamente diante do olhar de compaixão de Jesus Cristo que assumiu todos os nossos pecados na cruz do calvário. A Bíblia diz: “E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados” - Apocalipse 1:5.
Lembre-se, não deixe de chorar sobre seu leite derramado. Assim fazendo, você readquire a comunhão com Deus Pai através de Jesus Cristo o Filho únigênito Senhor e Salvador, assim como aconteceu com Pedro. Amém?
_______________________________Capelão - Plínio Cavalheiro.
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Sou empresário há 30 anos, nascido e criado em Campinas/SP, junto com minha esposa CLAUDETE CAIOLA CAVALHEIRO. Ela é natural de CAFELÂNDIA, interior do estado de São Paulo e Deus nos uniu em Campinas quando seus Pais, HENRIQUE CAIOLA e RITA ZAFALÃO CAIOLA (em memória) vieram trabalhar na minha cidade. Completamos 44 anos de Casamento, com a graça de Deus e não canso de agradecer por sua preciosa vida e o tanto que ela me ajudou e ajuda. Temos três filhas, duas netas e um neto. AMO MINHA FAMÍLIA e não poderia ter uma melhor. Frequentamos a Igreja Batista Vida Nova, que para minha alegria nasceu na sala de minha casa há 54 anos, onde meu Pai JOÃO CAVALHEIRO FILHO (em memória) e eu, ainda criança, estávamos presentes, e hoje, eu sou o único membro fundador da mesma com muito ORGULHO! Minha esposa também frequenta a mesma igreja há 44 anos. Sou Capelão há 10 anos levando a Palavra de Deus aos enfermos. Sou Piloto Civil, já participei de vários Projetos: “ASAS DE SOCORRO” é um deles onde se chega a lugares somente através de aeronaves para levar remédios, alimentos e sobre tudo a Palavra de Deus que cura a alma e o corpo.
Lembranças!!!
RECORDAR É VIVER!
A mente humana, mais especificamente a área da memória permite ao homem guardar dentro dela bilhões de informações durante o trajeto que se chama período de vida. Por conta deste maravilhoso recurso somos capacitados para tomar decisões rápidas e elaborar projetos que visam o bem estar próprio, familiar e da sociedade em geral.
A grandeza de informações alojadas dentro do cérebro, segundo os estudiosos, equivale a um número imensurável de livros acomodados em seus devidos lugares (arquivos), prontos para serem usados no momento (imediato) de cada situação vivida pelo ser pensante. Não é sem sentido que a Palavra de Deus nos exorta a ensinar a criança no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele (Pv 22:6). O princípio deste ensinamento é preencher o número máximo possível de arquivos na mente da criança com ensinos hábeis, principalmente os bíblicos, dando a elas condições para manuseá-los enquanto viver. A ênfase “não se desviará dele” não significa necessariamente que ela nunca fará o contrário daquilo que aprendeu e sim que “nunca vai se esquecer do que aprendeu”. Entre outras coisas, o livre-arbítrio oferece “direito” ao homem de ignorar o arquivo bom e lançar mão do arquivo corrompido para tomar certas decisões na vida.
Hipoteticamente, vamos imaginar o homem tendo que ir à escola de primeiro grau cada vez que alguém pedisse a ele para falar ou mais difícil ainda, escrever seu nome. No entanto, aprendemos falar, andar e tomar decisões na infância que servirão para nos nortear até o resto de nossas vidas. Afinal, onde quero chegar com esta introdução? Seria eu um defensor do apego ao passado, ou seja, um saudosista nato? Não, claro que não. Pretendo meditar nas palavras do apóstolo Paulo. Ele escreveu: “Não julgo que tenha alcançado a perfeição, mas uma coisa faço, esquecendo-me daquilo que fica para trás e avançando para as coisas que estão adiante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação celestial.” (Fp 3.13,14).
Paulo afirma: “esquecendo-me daquilo que fica para trás”. O que na verdade Paulo quis passar quando fez esta afirmação? Muitos pensam, aceitam e praticam que o homem, principalmente o cristão deve assumir uma postura radical de viver de tal forma que o passado seja literalmente “esquecido”, incluindo no exercício de amnésia as coisas boas e as coisas desagradáveis. Contudo, Paulo não teve a intenção de recomendar esta atitude. Paulo foi o que foi por causa dos ensinamentos que recebera no passado de um excelente mestre. Ele escreveu com muita autoridade e cheio do Espírito Santo: “Irmãos e pais, ouvi a minha defesa, que agora faço perante vós. (...)Eu sou judeu, nascido em Tarso da Cilícia, mas criado nesta cidade, instruído aos pés de Gamaliel, conforme a precisão da lei de nossos pais, sendo zeloso para com Deus, assim como o sois todos vós no dia de hoje. E persegui este Caminho até a morte...” (Atos 22:1-4).
“Esquecendo-me daquilo que fica para trás”! Se fosse possível cumprir literalmente esta recomendação, teríamos que nos submeter a um transplante de cérebro, recebendo outro onde não houvesse espaço algum para armazenar memórias. Contudo, não foi assim que Deus criou o homem.
Com toda certeza, Paulo ao afirmar que se esquecia do passado e avançava para as coisas que estavam diante dele, sua intenção era testemunhar de sua capacidade de filtrar os pensamentos. Uma coisa é se esquecer e outra é habilitação para filtrar determinados registros e não permitir que eles brotem para produzir frutos envenenados que provocam morte e destruição. O próprio Paulo escreveu: “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”– (Fp 4:8).
Recordar é viver? Sim e não. Como já dissemos, vai depender daquilo que se relembra. É esta a lição que extraímos do apóstolo Paulo. No texto acima ele termina enfatizando – “isso praticai”. Com certeza Paulo procurava se “esquecer” do tempo de “Saulo” por conta das atitudes desvairadas que tomara contra os cristãos. Na era de Saulo suas atitudes redundavam em morte e isto certamente não trazia a ele nenhum benefício ou orgulho dos velhos tempos. Paulo avançava para as necessidades que estavam diante dele. Ele tinha uma meta. Seus olhos estavam fixados em um alvo. Paulo buscava a vitória que redundaria em prêmio e é por conta disso que ele não se dava ao luxo de perder tempo com coisas do passado que não contribuíam para sua vocação celestial e vitória em Cristo.
Recordar é viver? Sim, vamos nos lembrar de detalhes bons e passá-los adiante, sobretudo do extraordinário acontecimento na cruz do calvário envolvendo a morte e ressurreição de Jesus Cristo para salvar o pecador da morte eterna.
______________________________ Capelão - Plínio Cavalheiro.
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Sou empresário há 30 anos, nascido e criado em Campinas/SP, junto com minha esposa CLAUDETE CAIOLA CAVALHEIRO. Ela é natural de CAFELÂNDIA, interior do estado de São Paulo e Deus nos uniu em Campinas quando seus Pais, HENRIQUE CAIOLA e RITA ZAFALÃO CAIOLA (em memória) vieram trabalhar na minha cidade. Completamos 44 anos de Casamento, com a graça de Deus e não canso de agradecer por sua preciosa vida e o tanto que ela me ajudou e ajuda. Temos três filhas, duas netas e um neto. AMO MINHA FAMÍLIA e não poderia ter uma melhor. Frequentamos a Igreja Batista Vida Nova, que para minha alegria nasceu na sala de minha casa há 54 anos, onde meu Pai JOÃO CAVALHEIRO FILHO (em memória) e eu, ainda criança, estávamos presentes, e hoje, eu sou o único membro fundador da mesma com muito ORGULHO! Minha esposa também frequenta a mesma igreja há 44 anos. Sou Capelão há 10 anos levando a Palavra de Deus aos enfermos. Sou Piloto Civil, já participei de vários Projetos: “ASAS DE SOCORRO” é um deles onde se chega a lugares somente através de aeronaves para levar remédios, alimentos e sobre tudo a Palavra de Deus que cura a alma e o corpo.
Desvio de conduta!
CONFIO NO MEU TACO!
[Texto: Salmo 54:4]
Existe uma frase popular que diz: “A vida é uma sinuca... Mas EU confio no meu taco”. Significando que o discursante acredita ser capaz de resolver suas adversidades usando unicamente sua competência física, emocional e intelectual.
A Bíblia cita um caso interessante de um homem presunçoso que pensava deter em suas mãos a capacidade de fazer por onde seu futuro estivesse seguro por conta de sua capacidade financeira. Ele disse: “Farei isto: Derrubarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens; E direi a minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga” – (Lucas 12:18,19).
Perceba que o personagem citado no texto não encontra nenhuma dificuldade de exercitar em suas argumentações a primeira pessoa do singular por diversas vezes – farei, derrubarei, edificarei, recolherei e direi. Louco! Foi desta forma que Deus se digiu a ele. “Esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?” – (Lucas 12:20).
Ser chamado de louco por pessoas que cruzam por nosso caminho já não é bom. Quantas vezes agimos imprudentemente, principalmente no trânsito e por conta disso, somos obrigados a ouvir – “seu louco”, “seu irresponsável” e outros adjetivos inconvenientes. Entretanto, esta mesma palavra vindo da boca de Deus, deveria ter um peso infinitamente maior.
O escritor aos Hebreus e o apóstolo Tiago ensinam como o homem deve se portar no dia-a-dia. Veja seus registros: “E isto faremos, se Deus o permitir” – (Hebreus 6:3). Eia agora vós, que dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos; Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece. Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo” – (Tiago 4:13-15).
Aprenda com o rei Davi. Ele declarou: “Eis que Deus é o meu ajudador, o Senhor é quem me sustenta a vida” – (Salmo 54:4). Priorize Deus em sua preciosa vida. Você já conversou com Ele hoje dizendo que você depende dEle para todas a coisas? Espero que sim!
__________________________________Capelão - Plínio Cavalheiro.
A Bíblia cita um caso interessante de um homem presunçoso que pensava deter em suas mãos a capacidade de fazer por onde seu futuro estivesse seguro por conta de sua capacidade financeira. Ele disse: “Farei isto: Derrubarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens; E direi a minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga” – (Lucas 12:18,19).
Perceba que o personagem citado no texto não encontra nenhuma dificuldade de exercitar em suas argumentações a primeira pessoa do singular por diversas vezes – farei, derrubarei, edificarei, recolherei e direi. Louco! Foi desta forma que Deus se digiu a ele. “Esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?” – (Lucas 12:20).
Ser chamado de louco por pessoas que cruzam por nosso caminho já não é bom. Quantas vezes agimos imprudentemente, principalmente no trânsito e por conta disso, somos obrigados a ouvir – “seu louco”, “seu irresponsável” e outros adjetivos inconvenientes. Entretanto, esta mesma palavra vindo da boca de Deus, deveria ter um peso infinitamente maior.
O escritor aos Hebreus e o apóstolo Tiago ensinam como o homem deve se portar no dia-a-dia. Veja seus registros: “E isto faremos, se Deus o permitir” – (Hebreus 6:3). Eia agora vós, que dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos; Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece. Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo” – (Tiago 4:13-15).
Aprenda com o rei Davi. Ele declarou: “Eis que Deus é o meu ajudador, o Senhor é quem me sustenta a vida” – (Salmo 54:4). Priorize Deus em sua preciosa vida. Você já conversou com Ele hoje dizendo que você depende dEle para todas a coisas? Espero que sim!
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Sou empresário há 30 anos, nascido e criado em Campinas/SP, junto com minha esposa CLAUDETE CAIOLA CAVALHEIRO. Ela é natural de CAFELÂNDIA, interior do estado de São Paulo e Deus nos uniu em Campinas quando seus Pais, HENRIQUE CAIOLA e RITA ZAFALÃO CAIOLA (em memória) vieram trabalhar na minha cidade. Completamos 44 anos de Casamento, com a graça de Deus e não canso de agradecer por sua preciosa vida e o tanto que ela me ajudou e ajuda. Temos três filhas, duas netas e um neto. AMO MINHA FAMÍLIA e não poderia ter uma melhor. Frequentamos a Igreja Batista Vida Nova, que para minha alegria nasceu na sala de minha casa há 54 anos, onde meu Pai JOÃO CAVALHEIRO FILHO (em memória) e eu, ainda criança, estávamos presentes, e hoje, eu sou o único membro fundador da mesma com muito ORGULHO! Minha esposa também frequenta a mesma igreja há 44 anos. Sou Capelão há 10 anos levando a Palavra de Deus aos enfermos. Sou Piloto Civil, já participei de vários Projetos: “ASAS DE SOCORRO” é um deles onde se chega a lugares somente através de aeronaves para levar remédios, alimentos e sobre tudo a Palavra de Deus que cura a alma e o corpo.
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