POR QUE DEUS REJEITOU A OFERTA DE CAIM?

 

“Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons; e, por meio dela, depois de morto, ainda fala” (Hebreus 11:4).

 

Quem dera o que aconteceu com Abel acontecesse também com você e comigo após nossa morte física. Segundo alguns pesquisadores que seguem cronologias bíblicas tradicionais, Abel viveu por volta de 3900 a 4000 a.C., época em que ocorreram os fatos mencionados no versículo acima. Mesmo assim, nos dias de Cristo ele foi citado como um homem justo; nós ainda falamos sobre ele hoje, e continuará sendo lembrado até a volta de Jesus Cristo.

 

Mais do que buscar curtidas em nossos meios de comunicação, deveríamos nos preocupar com a aprovação de Deus em relação às nossas atitudes e condutas. O texto também sugere uma pergunta que frequentemente fazemos: “Por que Deus rejeitou a oferta de Caim?”

 

Uma possível resposta é que Deus rejeitou a oferta de Caim porque ela refletia um coração inadequado diante dEle. Abel ofereceu com fé, obediência e devoção; Caim ofereceu algo a Deus, mas sem a mesma disposição espiritual. O problema não estava apenas na oferta, mas no ofertante.

 

Portanto, devemos analisar cuidadosamente as motivações que nos levam a ofertar. A Bíblia nos ensina que Deus observa não apenas aquilo que colocamos em Suas mãos, mas, principalmente, o coração com que o fazemos. Quando o coração é correto diante dEle, a oferta torna-se uma expressão sincera de fé, gratidão e amor.

 

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Por que Deus rejeitou a oferta de Caim?

A) Porque não era um sacrifício de sangue.
B) Porque Caim não ofereceu o melhor que possuía.
C) Porque seu coração não era reto diante de Deus.
D) Porque Deus queria favorecer Abel.

E) Outra opinião (comente). 

 UMA VEZ SALVO, SALVO PARA SEMPRE?

 


Um dos assuntos que, por vezes, causa dúvidas àqueles que gostam de se debruçar sobre a Bíblia Sagrada é: “Alguém salvo por Jesus Cristo pode perder a salvação?”

 

Entre os teólogos, existem duas vertentes. Uma defende a tese de que, de maneira alguma, se perde a salvação e se baseia em textos como: "E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão." (João 10:28); "Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora." (João 6:37); "Agora, pois, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus." (Romanos 8:1); "Porque estou certo de que nem a morte, nem a vida... nos poderão separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor." (Romanos 8:38-39).

 

Entretanto, a segunda interpretação é a de que há, sim, a possibilidade de perder a salvação: "E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até ao fim será salvo." (Mateus 24:12-13); "Eu sou a videira... Toda vara em mim que não dá fruto, a tira." (João 15:1-6), embora, para esse versículo (a vara e a videira), exista uma interpretação diferenciada; "Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados... e recaíram, sejam outra vez renovados para arrependimento." (Hebreus 6:4-6); "Porque, se pecarmos voluntariamente, depois de termos recebido o conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados." (Hebreus 10:26-27); "Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento." (2 Pedro 2:20-21).

 

Bem, não quero induzi-lo a escolher onde está a verdade absoluta, mas quero mostrar-lhe e incentivá-lo a ponderar seriamente sobre esse tema e, na dúvida, não correr riscos desnecessários. Nossa conduta como salvos necessita ter uma base sólida, e a solidez não nos deixa alternativa: somos salvos para servir enquanto vivermos.

 

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Na sua opinião, um cristão verdadeiro pode perder a salvação?

A) Sim, se abandonar a fé.

B) Não, uma vez salvo, salvo para sempre.

C) Tenho dúvidas sobre o assunto.

D) Ainda estou estudando o tema.

 

Plínio (servo do Senhor).

 AÍ DE VÓS!

 

“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas, interiormente, estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia” (Mateus 23:27).

 

Ao ler e escrever as palavras de Jesus, somos tentados, por conveniência, a pensar que Jesus está exortando outras pessoas. Dificilmente concluímos que as palavras que saíram de Sua boca e continuam ecoando hoje por meio da Bíblia Sagrada são para nós. Sim, quando lemos as Escrituras, o correto é orar a Deus e perguntar: “O que o Senhor tem para mim neste momento?”

 

Deus é absolutamente justo em Seu modo de proceder e Se alegra quando enxerga transparência na vida de Seus filhos. Andar com máscara no rosto é andar na contramão de Deus. As atitudes dos cristãos têm que caminhar juntas com aquilo que está dentro de seus corações. De que adianta receber um sorriso de alguém se, por dentro, existe um coração peludo? E Jesus vai além: “Hipócritas! Pois sois semelhantes aos sepulcros pintados e decorados por fora com valiosas pedras de mármore, mas, por dentro, repletos de podridão e mau cheiro”.

 

Dentro da caminhada cristã existem várias bases, e uma delas é a transparência, que abrange ambos os lados: o interior e o exterior.

 

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Ao ler uma exortação bíblica, qual deve ser nossa primeira reação?

A) Pensar em quem precisa ouvi-la.
B) Criticar quem não a pratica.
C) Perguntar a Deus o que Ele quer nos ensinar.
D) Ignorá-la por não se aplicar aos dias atuais.

 O ALTAR DO FUTEBOL!

 

“Filhinhos, guardai-vos dos ídolos.” (1 João 5:21).

 

Nós somos atletas de Cristo. Vivemos em um mundo onde muitas coisas boas podem acabar ocupando o lugar que pertence somente a Deus. Uma delas é o futebol.

 

Assim como o dinheiro, que por si só não é pecado, mas se torna um ídolo quando toma o lugar de Deus em nosso coração, o futebol também pode se transformar em objeto de idolatria. Enquanto milhões enfrentam necessidades básicas, vemos fortunas gigantescas sendo movimentadas em torno desse esporte.

 

Para termos uma ideia, o valor de mercado atual de Neymar é estimado em cerca de R$ 55 milhões. Isso significa que uma pessoa que ganhasse R$ 3.000 por mês e conseguisse guardar absolutamente todo o seu salário, sem gastar um centavo, precisaria trabalhar aproximadamente 18.333 meses, ou cerca de 1.528 anos, para acumular essa quantia.

 

E eu pergunto: quem enche esses cofres? Os próprios fanáticos, que muitas vezes dedicam tempo, recursos e paixão excessivos a algo passageiro. Não há problema em apreciar um esporte, torcer por um time ou acompanhar uma competição. O problema surge quando isso ocupa o primeiro lugar em nossa vida, roubando a atenção, o tempo e a devoção que pertencem a Cristo.

 

Que nós, como cristãos verdadeiros, saibamos dosar nossas preferências e manter nossas prioridades em ordem, colocando Jesus sempre acima de qualquer ídolo moderno.

“Filhinhos, guardai-vos dos ídolos.” (1 João 5:21).

 

Plínio.

 

 QUANDO ESCONDEMOS NOSSO CRACHÁ DE CRISTÃO

 


“E lembrou-se Pedro das palavras de Jesus, que lhe dissera: Antes que o galo cante, três vezes me negarás. E, saindo dali, chorou amargamente” (Mateus 26:75).

 

Podemos imaginar a cena como uma verdadeira peça ao ar livre. Era noite, fazia frio, havia um pátio, um átrio, algumas criadas, guardas e uma fogueira acesa para aquecer os que ali estavam. Tudo parecia transcorrer normalmente, até que Pedro, tomado pelo medo e pelo instinto de preservar a própria vida, negou conhecer Jesus. Não apenas uma vez, mas três vezes.

 

Essa atitude nos causa espanto, mas também nos leva a uma importante reflexão: omitir nossa identidade espiritual é, de certa forma, negar a Cristo. Quantas pessoas que se dizem discípulas de Jesus guardam o seu “crachá de cristão” no bolso quando estão fora da igreja? Trabalham anos em uma empresa, convivem diariamente com dezenas de pessoas e ninguém sequer sabe que são cristãs. Muitas vezes isso acontece por vergonha, receio de críticas ou medo de serem ridicularizadas.

 

Entretanto, a história de Pedro não termina na negação. Quando o galo cantou e o dia começou a amanhecer, ele se lembrou das palavras do Mestre. A consciência foi despertada, o arrependimento tomou conta do seu coração e ele chorou amargamente. Aquele choro não era apenas de tristeza, mas de profunda contrição diante de Deus. Pedro caiu, mas reconheceu seu erro. Seu arrependimento sincero abriu caminho para sua restauração.

 

Que possamos aprender com essa experiência. Não tenhamos vergonha de dizer quem somos e de testemunhar quem Jesus é para nós. O mundo precisa conhecer a esperança que encontramos em Cristo. E você? Hoje já falou de Jesus para alguém que está ao seu redor?

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Qual personagem da cena mais representa um perigo para a fé cristã hoje?

A.      Pedro (medo).

B.      As criadas (pressão social).

C.      Os guardas (oposição).

D.      A fogueira (comodismo e conforto).

 

Plínio.

  TUDO VAI BEM!   "Vai tudo bem contigo?... Ela respondeu: 'Tudo vai bem” (2 Reis 4:26).   Você gosta de ouvir histórias? Eu,...