MUITO ALÉM DA DOR FÍSICA!

 


“E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz: Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mateus 27:46). “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que te alongas do meu auxílio e das palavras do meu bramido? (Salmo 22:1).

 

Todas as palavras escritas na Bíblia possuem um significado profundo e, para compreendê-las corretamente, precisamos lê-las dentro do texto e do contexto. Quando isolamos apenas uma palavra, corremos o risco de limitar sua verdadeira aplicação.

 

Tomemos como exemplo o verbo “amar”. Ele expressa afeição, fidelidade, compromisso e aliança. Contudo, para que cumpra plenamente seu papel, precisa ser vivido e conjugado, especialmente na primeira pessoa do singular: “eu amo”.

 

Da mesma forma, encontramos na Bíblia o verbo “desamparar”, aplicado em uma das situações mais marcantes da história: a morte de Jesus Cristo na cruz. Em meio ao sofrimento, Jesus clama: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”

 

Jesus não estava se referindo ao medo dos açoites, da coroa de espinhos ou da própria morte. Certamente, sua dor ia muito além do sofrimento físico. A maior dor enfrentada por Jesus na cruz não foi apenas carregar o peso dos pecados da humanidade, mas experimentar a ausência da presença do Pai.

 

Essa passagem nos traz uma profunda reflexão: jamais devemos desejar viver longe da presença de Deus, pois o pecado faz separação entre o homem e Deus. Que essa verdade permaneça viva em nosso coração, levando-nos a buscar diariamente comunhão, fidelidade e intimidade com o Senhor.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

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[Peço que você se una a mim para compartilhar esta mensagem com outras pessoas. Se desejar, pode até retirar os créditos, pois toda honra e toda glória pertencem a Jesus Cristo.]

 

Qual foi a maior dor de Jesus Cristo na cruz?

a)            O sofrimento físico

b)            O peso dos pecados da humanidade

c)            A rejeição dos homens

d)            A ausência da presença do Pai

 O DIA QUE NINGUÉM PODE EVITAR!

 


“Por isso, estai vós apercebidos também, porque o Filho do Homem há de vir à hora em que não penseis” (Mateus 24:44).

 

Hoje contamos com os serviços meteorológicos, que nos alertam sobre as condições do tempo a curto e médio prazo. Esses recursos oferecem à população a oportunidade de se prevenir e evitar ser pega de surpresa, principalmente em relação às mudanças de temperatura. Além disso, por meio da ciência, somos avisados sobre grandes furacões e tempestades que podem devastar regiões inteiras, causando prejuízos materiais e, infelizmente, muitas mortes.

 

E na área espiritual, existe algum recurso que nos alerta sobre os acontecimentos futuros? Sim, com toda certeza. Entre tantos alertas presentes na Palavra de Deus, destaca-se a volta de Jesus Cristo, um acontecimento inevitável. Nada e ninguém, por mais avançado que seja o conhecimento científico, pode antecipar ou retardar esse dia.

 

Para os cristãos, esse será um momento de alegria e esperança, pois algo extraordinário acontecerá. Porém, para aqueles que desprezaram os alertas e as profecias bíblicas, será um tempo de medo, decepção e sofrimento inevitáveis.

 

Hoje, Jesus deseja transformar o destino da sua vida, para que nada nem ninguém roube aquilo que Deus o quer oferecer gratuitamente: Jesus Cristo, o Salvador e Senhor.

 

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Qual é a principal mensagem final do texto?

A) A humanidade precisa abandonar completamente a ciência.
B) O medo deve ser o principal motivo para seguir a Cristo.
C) Jesus deseja transformar a vida das pessoas e oferecer gratuitamente a salvação.
D) Somente pessoas religiosas conseguem compreender os acontecimentos futuros.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 CONVERSÃO SEM ARREPENDIMENTO NÃO SALVA!

 


“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e para que venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor” (Atos 3:19).

 

Nos ensinos da Palavra de Deus, o verbo “arrepender-se” vem antes de “converter-se”, e isso não é casualidade, mas um princípio espiritual indispensável na nova vida em Cristo Jesus. Antes de existir verdadeira mudança exterior, precisa haver transformação interior.

 

Imaginemos uma pessoa que, após cometer um grave delito, foge em alta velocidade por uma estrada rumo ao norte. Em determinado momento, avista logo à frente uma patrulha policial. Dominado pelo medo das consequências, gira bruscamente o volante, faz uma conversão de 180º e muda sua direção. Mas perguntamos: aquela conversão mudou o caráter daquele motorista? Evidentemente não! Ele apenas tentou escapar da punição.

 

Assim também acontece com muitos que vivem correndo pelas estradas do pecado. Seguem acelerando em seus próprios desejos, ignorando os perigos da alma, até que, de repente, se deparam com Jesus Cristo. Nesse momento, existem duas possibilidades: apenas mudar de direção por medo do juízo, ou quebrantar-se verdadeiramente diante da presença do Senhor.

 

O verdadeiro encontro com Cristo produz lágrimas sinceras, coração contrito e profundo arrependimento. Então, como consequência natural, vem a conversão, a decisão de abandonar os velhos caminhos e voltar-se para Deus. É nesse lugar de rendição que os pecados são apagados e os tempos de refrigério inundam a alma pela presença do Senhor.

 

Conversão sem arrependimento é apenas uma tentativa religiosa de fugir das consequências. Mas Deus não se impressiona com aparências. Ele vê o coração. Quem apenas muda de caminho pode até enganar pessoas, mas jamais enganará ao Senhor. Contudo, aquele que se arrepende de verdade experimenta algo glorioso: não apenas uma mudança de direção, mas uma transformação completa de vida.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 

Qual é a principal mensagem transmitida no texto “A Conversão que Nasce do Arrependimento”?

A) Deus aceita qualquer mudança exterior.
B) O homem pode esconder seus pecados de Deus.
C) A conversão verdadeira começa com um coração quebrantado.
D) O temor das consequências já é suficiente para salvar alguém.

 

 

 QUEM OLHA PARA TRÁS PERDE O FOCO!

 


“E Jesus lhe disse: Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus” (Lucas 9:62).

 

Imaginemos alguém equilibrado que, com muito esforço, começou a organizar sua vida financeira: economizou, quitou dívidas e conseguiu formar uma pequena reserva. Mesmo avançando lentamente, estava no caminho certo.

 

Porém, em vez de permanecer firme e perseverante, passou a olhar constantemente para o retrovisor, permitindo que antigos hábitos nocivos voltassem a dominar sua vida. Voltou às compras impulsivas, assumiu novas dívidas e engavetou o planejamento que antes estava trazendo resultados. Nesse caso, não apenas ficou estagnado, mas retrocedeu, perdendo parte, ou até mesmo a totalidade, do progresso conquistado.

 

Assim também acontece na vida espiritual. É necessário fazermos balanços constantes para avaliarmos nossos avanços, nossas conquistas, nosso crescimento em Deus e os desafios que já vencemos pela graça de Jesus. O problema surge quando o cristão coloca a mão no arado e insiste em olhar para trás. Os sulcos, a valeta aberta pelo arado para o plantio, ficam desalinhados, comprometendo a direção e a qualidade do trabalho.

 

Da mesma forma, quem vive preso ao passado perde o foco daquilo que Deus está realizando no presente e preparando para o futuro. Por isso, devemos ser cautelosos, perseverantes e diligentes sempre que recebermos uma direção do Senhor. Caminhar para frente com propósito é o ideal; olhar para trás é perigoso; parar é perda de tempo; mas caminhar para trás jamais!

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Qual é a principal lição espiritual do texto?

A) O passado deve controlar nossas decisões
B) Devemos permanecer focados no propósito de Deus
C) O importante é começar, mesmo sem perseverar
D) Parar no caminho é sempre a melhor escolha

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 FÉ VIVA, FÉ EM MOVIMENTO!

 


“Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta” (Tiago 2:26).

 

Existem coisas indispensáveis à vida. Isso não significa que outras tenham menos valor, mas que todas, juntas, formam um conjunto de atitudes, experiências e decisões capazes de nos tirar da inércia e nos tornar pessoas verdadeiramente valorosas, não apenas dentro da igreja, mas principalmente fora dela.

 

Podemos ilustrar isso da seguinte forma: de que adianta possuir um excelente veículo se ele permanece fechado em uma garagem confortável, até mesmo equipada com ar-condicionado? Sua utilidade só se revela quando é colocado em movimento. Da mesma maneira, nós, cristãos, pouco faremos se nossa fé permanecer limitada às quatro paredes de um templo aconchegante.

 

Jesus Cristo, o Supremo Mestre e Pregador por excelência, possuidor de uma fé incomparável, não apenas ensinou aos seus discípulos a importância de “ir”, em vez de simplesmente “ficar”, como também deu o maior exemplo ao anunciar o Evangelho além das sinagogas. Ele percorreu cidades, aldeias e caminhos, levando esperança, cura e salvação às pessoas. E os resultados foram extraordinários, pois vidas eram transformadas por onde Ele passava.

 

O cristianismo, em sua essência, é sustentado pela fé. Mas como saber se realmente a possuímos? A fé não é um diploma entregue ao novo convertido para ser emoldurado e pendurado na parede. Ela é viva, prática e perceptível através de uma vida transformada.

 

Bíblia Sagrada nos ensina que, se tivermos fé do tamanho de um grão de mostarda, grandes coisas poderão acontecer. O segredo não está no tamanho da semente, mas na sua existência e na essência que ela carrega. Isso nos faz lembrar dos pequenos frascos de perfume: embora sejam minúsculos, trazem em seu interior uma essência preciosa, cujo valor muitas vezes supera grandes recipientes. Assim também é a fé, seu valor está na qualidade, e não na “quantidade”.

 

Mesmo pequena, a semente de mostarda, quando alimentada pela essência de Cristo, cresce, desenvolve-se e alcança uma altura admirável, tornando-se visível a todos ao redor. A fé verdadeira: começa pequena, mas produz frutos grandiosos quando cultivada no coração. O cristianismo pressupõe uma aliança com Deus por meio da fé, pois, sem ela, é impossível agradá-Lo. Portanto, olhe para a sua sementeira, chamada coração, e examine se nela existe o “grão de mostarda”. Porque, quando essa pequena semente é cultivada, Deus faz dela algo grande, forte e frutífero.

 

A verdadeira medida da fé se revela na confiança em Deus, mesmo em tempos difíceis; na obediência, ainda que nem tudo seja compreendido; na perseverança diante das lutas; no amor que transforma vidas; e na coragem de continuar acreditando, sem permitir que as circunstâncias abalem essa convicção. A fé genuína não oscila ao sabor das emoções, ela permanece firme.

 

A fé não é apenas sentir; é permanecer. Não é apenas declarar; é viver. Por isso, a Palavra de Deus afirma: “A fé sem obras é morta.”

 

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A comparação entre o frasco de perfume e a fé ensina que:

A) O exterior é mais importante que o conteúdo.
B) Pequenas coisas podem possuir grande valor.
C) A fé deve permanecer escondida.
D) Somente grandes manifestações revelam a presença de Deus.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 QUE CARTA JESUS ESCREVERIA A VOCÊ?   Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e pusest...