A ESPERANÇA QUE FAZ VOAR ALTO!

 


“Mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam bem alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam” (Isaías 40:31).

 

Confiar em alguém ou em algo pressupõe que ambos sejam dignos de confiança, pois já demonstraram, na prática, merecer credibilidade. Afinal, ninguém deposita sua confiança naquilo que nunca foi experimentado ou testado.

 

Quando compramos uma cadeira, por exemplo, ela traz especificações sobre o peso que suporta. Da mesma forma, um caminhão possui limites máximos de carga determinados para seu funcionamento seguro. Assim acontece com inúmeros equipamentos e objetos que utilizamos diariamente: não podemos esperar que suportem além daquilo para o qual foram preparados.

 

Também nos relacionamentos humanos a confiança é construída dessa maneira. Não concedemos facilmente um voto de confiança a alguém que já demonstrou ser indigno dela. A confiança nasce da experiência, da fidelidade e da constância.

 

Entretanto, o texto bíblico nos conduz a uma dimensão ainda mais profunda. Ele afirma que aqueles que esperam no Senhor recebem d’Ele forças renovadas. Deus se revela como a verdadeira fonte de restauração, capaz de revigorar a alma e fortalecer o coração cansado.

 

Enquanto o ser humano busca incessantemente meios de preservar sua juventude e vigor, o Senhor oferece renovação interior, esperança e ânimo para prosseguir. Esperar e confiar em Deus vale a pena. Ele fortalece nossos “músculos espirituais”, renova nossas energias e nos faz “voar como águias”, simbolizando liberdade, superação e elevação acima das dificuldades. Com Ele, podemos correr sem nos exaurirmos e caminhar sem desanimar, pois Sua força sustenta aqueles que n’Ele confiam.

 

End.

 

 QUEM É JESUS E ONDE ELE ESTÁ?

 


“Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo” (1 Timóteo 2:5).

 

Tenho o privilégio de fazer parte de uma equipe de voluntários que realiza um trabalho de Capelania dentro do hospital. Essa missão é extremamente gratificante, pois nos permite levar esperança, conforto e a Palavra de Deus a pessoas que, muitas vezes, estão vivendo momentos difíceis.

 

Entretanto, em diversas ocasiões, ao perguntarmos a um paciente ou ao seu acompanhante: “Quem é Jesus para você?”, a resposta costuma ser imediata: “Ele é tudo para mim.” Mas, quando pedimos que expliquem melhor esse “tudo” ou destaquem qual atributo de Jesus mais toca suas vidas, muitos não conseguem responder. Isso nos leva a refletir sobre o quanto conhecemos verdadeiramente a Cristo.

 

À luz da Palavra de Deus, Jesus é apresentado de muitas maneiras: Filho de Deus, Messias (Cristo), Redentor, Rei dos reis, Cordeiro de Deus, Filho do Homem, Luz do mundo, Caminho, Verdade e Vida, Bom Pastor, Pão da Vida, Emanuel, “Deus conosco”, Mestre, Príncipe da Paz, entre tantos outros atributos gloriosos.

 

No entanto, se tivéssemos de destacar um dos maiores atributos de Jesus, poderíamos afirmar com convicção: Jesus Cristo é o Salvador, o único mediador entre o homem pecador e o Deus santo. O próprio Jesus declarou: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6).

 

Mesmo diante dessa verdade tão clara, infelizmente muitos continuam desorientados, caminhando por falsos caminhos, acreditando em inverdades e pensando já terem alcançado a salvação. Por isso, é necessário lembrar: quando se fala em salvação, não existem atalhos. Somente Cristo pode conduzir o homem à presença de Deus. Fora d’Ele não há verdadeiro caminho, nem vida eterna.

 

Pegando uma carona na postura do meu fiel parceiro de capelania, Pr. Cláudio Marchesi, que costuma perguntar aos pacientes, após uma oração de entrega a Jesus: “Onde está Jesus agora?”, e recebendo a linda resposta que esperamos: “Em meu coração”, eu também faço essa pergunta a você: Quem é Jesus para você? E mais do que isso: onde Ele está em sua vida hoje?

 

Jesus não deseja apenas ser conhecido de ouvir falar, mas vivido diariamente, presente em nosso coração, em nossas escolhas, em nossa fé e em nossa caminhada. Ele continua sendo o caminho, a verdade e a vida para todos aqueles que O recebem com sinceridade e amor.

 

Bom dia. Caso você já tenha entregado sua vida a Jesus e esteja firme na caminhada da fé, compartilhe esta mensagem com alguém que ainda tem dúvidas sobre a salvação ou que precisa conhecer o amor de Cristo. Uma simples atitude pode alcançar um coração aflito, renovar uma esperança perdida e transformar uma vida eternamente.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 CHAMADOS POR JESUS: SERVO, AMIGO E IRMÃO!

 


“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus...” (João 1:12).

 

Quero chamar sua atenção para três momentos marcantes no ministério de Jesus aqui na terra.

 

Primeiro, em determinado momento, Ele apresenta a relação do discípulo como a de um servo. Observe suas palavras: “Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos somente o que devíamos fazer” (Lucas 17:10).

 

Depois, já em um nível mais profundo de relacionamento, Jesus declara: “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos...” (João 15:15). E, após a sua ressurreição, Ele revela algo ainda mais elevado: “...vai para meus irmãos e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus” (João 20:17).

 

Perceba a progressão: de servos, para amigos, e finalmente, irmãos. Isso nos ensina que não basta apenas servir ou até mesmo ser chamado amigo de Jesus. O que realmente transforma tudo é sermos reconhecidos como seus irmãos, participantes da mesma família espiritual. Foi o sangue derramado na cruz que nos concedeu essa nova identidade, nos aproximando de Deus como Pai.

 

Agora, a pergunta é inevitável: Você já vive essa realidade? Já chegou ao “terceiro estágio”?

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

O LIMITE DO MAL E A AÇÃO DE DEUS

 


Peço sua paciência para ler este texto um pouco mais longo, pode ser?”

 

 “Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tiago 4:7).

 

É verdade que os espíritos, tanto o Espírito Santo quanto os malignos, podem agir no mundo espiritual e físico. No entanto, não se pode afirmar de forma absoluta que eles “necessitam” de um corpo humano para cumprir seus propósitos. A Bíblia mostra que ambos podem atuar tanto por meio de pessoas quanto fora delas.

 

O diabo, por exemplo, age no mundo sem necessariamente possuir alguém. A Escritura declara: “o diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge, buscando a quem possa tragar” (1 Pedro 5:8). Esse “tragar” não significa uma destruição imediata, mas um processo de influência, sedução e domínio. Muitas vezes, ele busca espaço na vida do ser humano para implantar seus intentos de destruição. Ainda assim, sua atuação não depende exclusivamente de possuir alguém.

 

A Bíblia também revela que ele pode influenciar pensamentos e decisões. Em João 13:2, lemos que o diabo “pôs no coração de Judas” o propósito de trair Jesus. Isso evidencia uma ação externa de influência, sem necessariamente indicar uma possessão naquele momento.

 

Há uma verdade importante que precisa ser compreendida, embora nem sempre seja abordada em muitas pregações: o inimigo busca acesso ao ser humano por meio das “entradas” do corpo, como os ouvidos, os olhos, a boca, o nariz, entre outras.

 

Quando abrimos nossos ouvidos para ouvir maledicências, palavras de baixo calão ou músicas cujas letras afrontam a santidade de Deus; quando permitimos que nossos olhos se detenham em conteúdos como a pornografia; quando usamos a boca de forma desordenada, seja no falar ou no consumir aquilo que prejudica o corpo; ou ainda quando nos expomos a estímulos que despertam desejos descontrolados, estamos, de certa forma, permitindo influências que nos afastam de uma vida espiritual saudável.

 

Por isso, é essencial vigiar e cuidar daquilo que permitimos entrar em nossa vida, preservando nossos sentidos e escolhas de modo que estejam alinhados com princípios que edificam e fortalecem a fé. Quando protegemos nossas entradas, impedimos que o mal encontre abrigo, permanecendo do lado de fora, sem acesso e sem domínio.

 

Entretanto, há limites claros para sua atuação, e isso é motivo de confiança. No livro de Jó capítulos 1 versículo 13), vemos que Satanás só pôde agir até onde Deus permitiu. Ele não possui poder ilimitado nem autonomia absoluta.

 

De maneira semelhante, o Espírito Santo também age neste mundo. Ele habita no cristão como selo da salvação e opera por meio dele, promovendo ações de graça, direção e transformação na vida de outros. Um exemplo edificante está em Atos 8, quando Filipe é guiado pelo Espírito ao encontro do eunuco, que precisava de entendimento das Escrituras.

 

Contudo, a atuação do Espírito Santo não se limita ao interior do homem. Ele também age externamente, convencendo o mundo do pecado, da justiça e do juízo, e conduzindo as pessoas ao pleno conhecimento da Verdade, que é Jesus Cristo.

 

A Bíblia também revela o cuidado de Deus sobre os seus: “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra” (Salmo 34:7). Assim, entendemos que Deus age tanto dentro quanto ao redor daqueles que o amam. Por fim, fica um princípio essencial: sem o Espírito Santo não há regeneração, nem acesso pleno ao Salvador. É Ele quem conduz o homem à vida em Cristo e o sela para a eternidade.

 

Plínio Cavalheiro – capelão. 

 SALVAÇÃO COMPLETA: OBRA DA TRINDADE!

 


Encontramos registrado na Bíblia a seguinte oração: “Venha o Teu Reino, seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu.” Diante disso, surge uma pergunta essencial: qual é a principal vontade de Deus?

 

A própria Escritura responde em Primeira Carta a Timóteo 2:4: “(Deus) quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade.” Se essa é a vontade do Pai, por que nem todos serão salvos?

 

É importante compreender que a vontade de Deus se manifesta plenamente na vida daquele que a reconhece e a aceita. Deus deseja salvar a todos, mas não impõe essa salvação, ela precisa ser recebida.

 

Nesse contexto, podemos refletir sobre a Trindade, que representa a perfeita unidade divina. Podemos compará-la a um tripé: sua estabilidade depende de três pontos firmes. Se um deles for retirado, toda a estrutura perde o equilíbrio. Da mesma forma, não se pode ignorar qualquer aspecto da revelação de Deus e ainda esperar permanecer firme espiritualmente.

 

Para ilustrar, imagine entrar em uma lanchonete e pedir um combo composto por três itens. Ao receber o pedido, você decide consumir apenas uma parte. Ainda assim, ao final, não poderá reclamar do valor total, pois o combo foi oferecido por completo, o fato de não usufruir de tudo foi uma escolha pessoal.

 

Assim também ocorre na vida espiritual. Deus oferece plenamente aquilo que é necessário para a salvação. No entanto, cabe a cada pessoa aceitar essa oferta de forma completa. No momento final, ninguém poderá alegar desconhecimento ou pedir “desconto” por aquilo que decidiu não receber.

 

A salvação é uma obra divina completa, que deve ser compreendida e recebida com seriedade e inteireza. Ela tem sua origem na Trindade, Deus Pai, Jesus Cristo, o Filho, e o Espírito Santo, que atuam em perfeita unidade para a redenção do ser humano.

 

Diante disso, fica a reflexão: você já experimentou esse “combo” maravilhoso da graça de Deus?

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

  TUDO VAI BEM!   "Vai tudo bem contigo?... Ela respondeu: 'Tudo vai bem” (2 Reis 4:26).   Você gosta de ouvir histórias? Eu,...