CRESCIMENTO ESPIRITUAL: ESCOLHA, DIREÇÃO E FRUTO!

 


“Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio” (Epístola aos Gálatas 5:22–23).

 

Existe um grupo de pessoas cuja doutrina utiliza a frase: “Vejo em você uma espiritualidade que precisa se desenvolver”. Essa afirmação transmite a ideia de que a evolução espiritual está no próprio ser humano, como se bastasse sua vontade e esforço para que o espírito que há nele cresça ou se manifeste com mais liberdade.

 

Dentro dessa perspectiva, alguns líderes desse grupo demonstram o que chamam de “sensibilidade espiritual” ou até mesmo mediunidade a ser desenvolvida. Isso pode causar estranhamento em muitos cristãos, como se tal realidade fosse algo incomum ou incompatível com a fé. No entanto, é verdade que todos nós nascemos com um espírito dado por Deus.

 

O que realmente faz a diferença é a decisão individual: em que direção cada pessoa escolhe crescer e a quem decide se submeter espiritualmente. Os cristãos buscam crescer no Espírito e viver em plena comunhão com o Espírito Santo. Quando essa comunhão se torna real, o homem passa a ouvir a voz de Deus e a ser guiado por Ele. Assim como um médico ausculta o coração físico, podemos entender, de forma simbólica, que o Espírito Santo ausculta o coração espiritual do homem e reportam a Deus sua condição.

 

Não são apenas as obras exteriores que aproximam o homem de Deus. Embora boas ações sejam importantes e alegrem o coração divino, o verdadeiro sinal de uma vida transformada é a produção do fruto do Espírito: amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio, conforme registrado em Gálatas 5:22-23.

 

Essas qualidades representam o caráter de quem vive segundo o Espírito Santo e evidenciam uma transformação genuína, que vai além de atitudes externas e alcança o interior do ser humano.

 

Plínio – capelão.


 A VITÓRIA QUE O INFERNO NÃO SUPORTA VER!

 


“Para isto se manifestou o Filho de Deus: para desfazer as obras do diabo.” (Primeira Epístola de João 3:8).

 

Ao refletirmos sobre essa verdade, entendemos que Jesus, sendo participante da natureza divina, como Ele mesmo afirmou: “quem vê a mim vê o Pai”, possui todo poder. No entanto, dentro do propósito de Deus para a humanidade, tanto no presente quanto no futuro, não está incluída a extinção do diabo e de seus anjos, (demônios).

 

Deus os criou como seres espirituais, dotados de existência contínua. Ainda assim, para aqueles que creem no poder de Jesus, o ponto central não está na destruição do diabo em si, mas na anulação de suas obras, e isso está longe de ser algo pequeno.

 

Que seria de nós, cristãos, se não tivéssemos a certeza de que o Todo-Poderoso envia seus anjos para nos guardar das ações do maligno? Essa convicção fortalece nossa fé e sustenta nossa esperança.

Cristo veio precisamente para desfazer tudo aquilo que afasta o ser humano de Deus: o pecado, a mentira e a separação espiritual. Nele, encontramos não apenas livramento, mas também restauração e reconexão com o Pai.

 

Assim, a vitória de Jesus não se manifesta na eliminação imediata do inimigo, mas na restauração do ser humano e na derrota real de tudo aquilo que o diabo produz. Em Cristo, somos capacitados a viver essa vitória, pois aqueles que foram salvos recebem autoridade espiritual para resistir às investidas do mal, não por mérito próprio, mas pelo poder do nome de Jesus Cristo, diante do qual nenhuma força maligna prevalece.

 

Como está escrito: “Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Epístola aos Romanos 8:37). A própria Palavra também nos orienta a resistir ao diabo, com a promessa de que ele fugirá. Essa resistência não se baseia apenas em palavras ou declarações, mas em uma vida alinhada com a perfeita e boa vontade de Deus. A verdadeira vitória se revela em atitudes transformadas, coerentes com a nova vida em Cristo. O inimigo não suporta ver alguém renovado, refletindo em sua vida o caráter de Jesus.

 

Você leva em sua face o brilho de Jesus?

 

Plínio – capelão.

 CONECTADOS OU APENAS PRESENTES?

 


“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” (Mateus 7:21).

 

É possível estar dentro de um templo, cantando, pregando e orando, e ainda assim estar afastado da Igreja, a noiva de Cristo? A própria Bíblia responde: “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim” (Mateus 15:8).

 

Isso revela que nem todo envolvimento externo reflete uma conexão verdadeira com Cristo. Há corações que participam das atividades religiosas, mas não estão, de fato, ligados a Ele. Pensar que está não é o mesmo que ter a certeza de estar. A aparência nunca valida a realidade espiritual.

 

Esse tipo de desconexão não se resolve com ajustes superficiais, mas com um novo nascimento. É a partir dessa transformação que cada membro passa a exercer sua função no Corpo de Cristo de forma ordenada, em unidade e sem espaço para inveja ou competição.

 

Assim como no corpo humano, uma parte não inveja a outra. Ambas cooperam em harmonia, caminhando sob uma única direção. Da mesma forma, na Igreja, somos chamados a viver em unidade, submetidos à direção de Cristo.

 

Diante disso, fica uma pergunta essencial: Você faz parte da Igreja, a noiva de Cristo?

 

Plínio – capelão.

 EXORCISMO OU LIBERTAÇÃO: ENTENDENDO AS DIFRENÇAS!

 


Então vai, e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele, e, entrando, habitam ali; e o último estado daquele homem torna-se pior do que o primeiro” (Mateus 12:45).

 

Os termos “exorcismo” e “libertação” podem parecer semelhantes à primeira vista, mas possuem diferenças importantes em seus resultados e implicações espirituais.

 

No exorcismo, há uma ordem direta para que o espírito maligno saia da pessoa. Contudo, nem sempre essa ação é bem-sucedida, especialmente quando não há autoridade espiritual envolvida. Um exemplo disso ocorre em Atos dos Apóstolos 19:13-15, quando alguns judeus itinerantes tentaram expulsar espíritos malignos invocando o nome de Jesus Cristo, a quem Paulo de Tarso pregava. O espírito respondeu: “Jesus eu conheço, e sei quem é Paulo; mas vocês, quem são?”. Nesse caso, o espírito maligno não apenas permaneceu, como também atacou aqueles homens, que fugiram feridos e envergonhados.

 

Além disso, mesmo quando o espírito sai, o exorcismo por si só não garante uma transformação duradoura. Conforme ensinado por Jesus Cristo em Evangelho de Mateus 12:43-45, se a pessoa não assume um compromisso espiritual firme, o espírito pode retornar, trazendo consigo outros ainda piores.

 

Já a libertação vai além do simples ato de expulsar o espírito maligno. Ela envolve uma mudança interior e espiritual profunda, na qual a pessoa passa a viver uma nova realidade, cheia da presença de Deus. Nesse entendimento, quando alguém é verdadeiramente liberto e se enche do Espírito Santo, não há espaço para que o mal retorne, pois há uma transformação contínua de vida.

 

Aquele que se propõe a ministrar libertação com autoridade precisa ter plena consciência de que é indispensável que a pessoa atendida seja devidamente evangelizada e compreenda o que está acontecendo com ela. Esse processo é essencial para despertá-la para o novo nascimento, conduzindo-a a uma transformação genuína e ao enchimento do Espírito Santo.

 

Caso contrário, a prática corre o risco de se reduzir a um ato meramente exorcista, sem profundidade espiritual, tornando-se apenas um espetáculo para aqueles que assistem, sem produzir mudança real na vida da pessoa ministrada.

 

Desta forma, enquanto o exorcismo pode ser um ato pontual, a libertação representa um processo completo de transformação e permanência na fé.

 

Plínio – capelão.

 A DIFERENÇA ENTRE SER CRIADO E SER FILHO DE DEUS!

 


“E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade” (Efésios 1:5).

 

Alguém seria capaz de dizer quantas estratégias o inferno possui em seu arsenal para tentar conquistar vidas e territórios? Provavelmente ninguém, pois são inúmeras. No entanto, quero destacar uma delas, extremamente poderosa: convencer o mundo de que todos são automaticamente filhos de Deus, independentemente de qualquer condição.

 

Esse pensamento carrega uma meia verdade. De fato, todos nós somos criaturas de Deus, pois fomos criados por Ele. Porém, tornar-se filho de Deus envolve um processo espiritual. A Bíblia nos ensina que essa filiação vem por meio de Jesus Cristo, através do novo nascimento, que nos concede uma nova identidade, na qual Deus passa a ser nosso Pai. Como está escrito: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome” (João 1:12).

 

Reconhecer a existência de Deus e admitir que Ele é o Criador de todas as coisas, por si só, não é suficiente. O essencial é desenvolver um relacionamento verdadeiro com Ele, a ponto de chamá-lo de “Aba, Pai”, como Jesus fez, expressando intimidade, confiança e submissão à sua vontade. Como está escrito: “E dizia: Aba, Pai, tudo te é possível; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres” (Marcos 14:36).

Mais do que saber quem Deus é, o que realmente importa é pertencer a Ele como filho e viver essa relação de amor, entrega e dependência.

 

O versículo de Efésios que fala sobre sermos predestinados para filhos revela, em seu contexto, a existência de um processo: a adoção. Assim como no mundo natural, onde a adoção envolve autorização e reconhecimento legal, no Reino espiritual também há um processo pelo qual precisamos passar. Essa adoção só é possível por meio de Jesus Cristo.

 

Diante disso, surge uma pergunta essencial: você é apenas criatura ou já se tornou filho de Deus?

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

  TUDO VAI BEM!   "Vai tudo bem contigo?... Ela respondeu: 'Tudo vai bem” (2 Reis 4:26).   Você gosta de ouvir histórias? Eu,...