FORTALECE-TE NA GRAÇA DE CRISTO!

 


“Tu, pois, meu filho, fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus. E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros” (2 Timóteo 2:1,2).

 

Vivemos em uma época em que muitas pessoas se preocupam intensamente com o porte físico. Dedicam-se a esportes, academias e, muitas vezes, recorrem até a “remédios” para o desenvolvimento muscular sem acompanhamento médico ou prescrição adequada, adquirindo-os até mesmo no mercado clandestino.

 

Entretanto, enquanto há grande investimento no fortalecimento do corpo, frequentemente se negligencia aquilo que deveria ser prioridade: a musculatura espiritual. Todo aquele que se identifica como discípulo de Jesus precisa dedicar-se, antes de tudo, ao fortalecimento da sua vida espiritual.

 

Por essa razão, o apóstolo Paulo exorta Timóteo, seu discípulo, a fortificar-se na graça que há em Cristo Jesus (2Tm 2:1-2). Quando deixamos de buscar esse fortalecimento espiritual, corremos sérios riscos de sucumbir à fraqueza, e as consequências podem trazer grandes prejuízos para nossa vida e caminhada com Deus.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 COMBATENDO OS MICRÓBIOS DA ALMA!

 


“Mortificai, pois, os vossos membros, que estão sobre a terra: a fornicação, a impureza, a afeição desordenada, a vil concupiscência, e a avareza, que é idolatria; pelas quais coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência;” (Colossenses 3:5,6).

 

Quando uma pessoa adquire uma infecção, a ciência, por meio dos profissionais de saúde, avalia através de exames de sangue que tipo de bactéria está provocando aquela enfermidade, a qual, se não tratada, pode até ser fatal para a vida do paciente.

 

Assim também acontece na vida espiritual. Com a sabedoria que vem de Deus, podemos identificar de onde vêm os “micróbios espirituais” que estão presentes em nós. Se não forem eliminados, podem nos levar à perdição eterna.

 

É sobre isso que o texto bíblico nos alerta: “Mortificai, pois, os vossos membros, que estão sobre a terra.” Ou seja, devemos combater e eliminar tudo aquilo que alimenta o pecado em nossa vida.

 

Quem decide viver em obediência a Deus encontra verdadeira saúde espiritual. Seja, portanto, um filho da obediência e viva com saúde diante de Deus.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 SEGUIR A JESUS EXIGE RENÚNCIA”

 


“E quando Jesus ouviu isto, disse-lhe: Ainda te falta uma coisa; vende tudo quanto tens, reparte-o pelos pobres, e terás um tesouro no céu; vem, e segue-me” (Lucas18:22).

 

De que adianta ser caridoso, religioso, frequentar a igreja assiduamente, ocupar cargos de liderança, pregar, evangelizar e ser dizimista, se Deus não ocupa o primeiro lugar na vida? Quando isso acontece, algo está ocupando o lugar do principal: um ídolo.

 

Para muitos, o dinheiro tem se tornado esse deus. Porém, o Deus verdadeiro não divide Sua glória nem disputa espaço com outros deuses. Por isso Jesus disse ao homem: “Ainda te falta uma coisa… vende tudo quanto tens, reparte-o pelos pobres… e segue-me”.

 

Seguir a Jesus exige renúncia daquilo que afasta o homem de Deus. O verdadeiro tesouro não está na terra, mas deve ser acumulado no céu.

 

A pergunta que fica é: quem tem sido o seu Deus?

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 O PODER QUE SE ALINHA À VONTADE DE DEUS!

 


"Tudo posso naquele que me fortalece" (Filipenses 4:13).

 

É errado abrir a Bíblia e ler apenas um versículo? Claro que não. Entretanto, o mais recomendável é ler o texto dentro do seu devido contexto, para que compreendamos plenamente a mensagem que Deus deseja nos transmitir.

 

De que adiantaria, se eu estivesse com muita fome, entrar em um belo restaurante, contemplar uma mesa farta e repleta de pratos saborosos, e escolher apenas um pequeno pedaço de carne antes de ir embora? Seria um desperdício, pois um simples fragmento não satisfaz a fome de ninguém.

 

Assim também acontece com a Bíblia, a Palavra de Deus. Ela é alimento sólido, rico e abundante. Não foi escrita para que desfrutemos apenas de versículos isolados, mas para que nos nutramos de toda a sua revelação.

 

O que o apóstolo Paulo declarou em Filipenses 4:13 não nos dá licença para satisfazer indiscriminadamente todos os desejos e ambições humanas. No contexto, ele afirma que aprendeu a contentar-se em toda e qualquer situação, porque Deus o fortalecia para enfrentar e vencer as adversidades do dia a dia (vs. 11,12).

 

“Tudo posso” não significa que o cristão pode realizar qualquer coisa que imagine ou deseje, mas que pode enfrentar e vencer todas as circunstâncias que estejam alinhadas à perfeita vontade de Deus.

 

O homem comprometido com o Evangelho não pode tudo o que quer, pode, sim, tudo aquilo que Deus quer. A força que vem de Cristo não nos autoriza a satisfazer caprichos pessoais, mas nos capacita a permanecer firmes, fiéis e vitoriosos nas batalhas que o próprio Senhor nos permite enfrentar. Ele nos concede vitória nas guerras que são autorizadas por Ele e nos sustenta em cada desafio que faz parte de Seus propósitos para nossa vida.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 ORANDO COM PROPÓSITO E DEPENDÊNCIA!

 


“Porque Jabez invocou o Deus de Israel, dizendo: Se me abençoares muitíssimo, e meus termos ampliares, e a tua mão for comigo, e fizeres que do mal não seja afligido! E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido” (1 Crônicas 4:10).

 

Assim como seguimos naturalmente uma ordem ao desfrutar de uma refeição, entrada, prato principal, sobremesa e, por fim, o tradicional cafezinho, também podemos estabelecer uma sequência edificante para nossa vida de oração.

 

Diante de Deus, é sábio começar pelo louvor, reconhecendo quem Ele é; avançar para a adoração, exaltando Sua majestade; prosseguir com o agradecimento, lembrando-nos de Seus incontáveis benefícios; e incluir a intercessão, apresentando as necessidades de outros. Somente depois disso devemos colocar diante do Senhor os pedidos que dizem respeito a nós mesmos.

 

Essa “receita espiritual” para concluir a oração encontra um belo e inspirador exemplo na oração de Jabes: “Se me abençoares muitíssimo, e meus termos ampliares, e a tua mão for comigo, e fizeres que do mal não seja afligido!” Nessa breve súplica, Jabes expressa sua total dependência de Deus: ele pede bênção, crescimento, presença constante e livramento do mal. Não há arrogância, mas confiança; não há egoísmo, mas reconhecimento de que toda expansão verdadeira vem das mãos do Senhor.

 

E a Escritura declara algo extraordinário: Deus lhe concedeu o que lhe havia pedido. Assim, aprendemos que, quando colocamos nossos pedidos pessoais no lugar certo, após o louvor, a adoração, o agradecimento e a intercessão, e os apresentamos com fé sincera, o Senhor, em Sua soberania e bondade, responde segundo a Sua perfeita vontade.

 

Quando aprendemos a organizar nossa oração dessa maneira, nosso coração é alinhado à vontade divina, e nossos pedidos passam a refletir mais confiança do que ansiedade.

E você, consegue identificar ao menos uma bênção concreta de Deus em sua vida hoje?

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 É DE GRAÇA...OU É PELA GRAÇA?   “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé...” (Efésios 2:8).   É importante distinguir as express...