UM ENCONTRO COM DEUS LOGO AO AMANHECER!

 


“Pela manhã, Senhor, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando” (Salmos 5:3).

 

Se realizássemos uma pesquisa sobre os hábitos das pessoas ao se levantarem, descobriríamos que a maioria segue uma rotina parecida: levantar-se devagar, espreguiçar-se, sentar-se por alguns minutos na cama, respirar fundo e, após uma higiene rápida do rosto e das mãos, dirigir-se à cozinha para saborear o gostoso desjejum matinal.
E isso é errado? Claro que não.

 

Entretanto, surge uma pergunta importante: em que momento reservamos um tempo para louvar a Deus? A resposta mais comum é: “Não sobra tempo.” Mas precisamos lembrar que Deus não é o Deus das sobras. Pelo contrário, Ele nos concede as primícias, o melhor da terra, e nos convida a retribuir da mesma forma. Quando deixamos Deus para “quando der”, corremos o risco de nunca encontrarmos esse momento.

 

Que tal, então, incluir em nossa agenda diária, e de preferência como prioridade, um tempo especial para estar a sós com Deus? Antes das tarefas, das preocupações e da correria, separar os primeiros minutos do dia para oração, louvor e gratidão.

 

Você topa esse desafio?

 

Plínio Cavalheiro – Capelão.

 

 JESUS, A VERDADE QUE NOS LIBERTA!

 


“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32).

 

Ninguém em pleno juízo se alegra por estar aprisionado, seja na mente, na alma ou no corpo. A prisão, em seus diversos sentidos, sempre representa limitação e sofrimento. De modo geral, podemos identificar três tipos de prisão: no sentido jurídico, trata-se da privação da liberdade de uma pessoa; no sentido físico ou material, refere-se ao ato de prender, segurar ou deter; e, no sentido figurado, diz respeito a qualquer condição que restrinja a liberdade do ser humano.

 

Diante disso, surge a pergunta: qual é o significado da prisão a que o evangelho de João se refere? A resposta é simples e profunda. Todos aqueles que ainda não conhecem verdadeiramente Jesus caminham aprisionados nas trevas espirituais, uma condição terrível, pois Jesus é a Luz do mundo. É por meio dessa luz que conseguimos enxergar o caminho, identificar os obstáculos e evitar os tropeços que nos conduzem ao sofrimento e à dor.

 

Conhecer a verdade, portanto, é conhecer a Cristo. E somente Ele tem o poder de libertar o ser humano das prisões invisíveis que o impedem de viver plenamente.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 OBEDIÊNCIA: O CAMINHO DA BÊNÇÃO!

 


“Se vocês estiverem dispostos a obedecer, comerão o melhor desta terra” (Isaías 1:19).

 

Desde o nascimento, o ser humano inicia sua jornada de aprendizado sob regras que orientam seu comportamento: hora de acordar, escovar os dentes, tomar café, pegar a mochila, ir para a escola… e assim por diante. As regras nunca cessam. Ninguém vive plenamente sem limites ou responsabilidades, fazendo apenas o que vem à mente.

 

À medida que crescemos, novas exigências surgem, e seguimos aprendendo a viver em sociedade até a velhice. Da mesma forma, Deus estabelece para cada um de nós princípios e direções a seguir. Quando os obedecemos, colhemos benefícios e proteção em nosso caminho.

 

Deus, o Criador, é imutável; nós, porém, como Suas criaturas, somos moldáveis. Ele nos forma por meio da obediência, para que não percamos o rumo nem soframos as consequências de escolhas impensadas. Ser obediente não é prisão, é sabedoria. É o caminho que conduz à bênção, à paz e a uma vida alinhada com a vontade de Deus.

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 O VALE É PASSAGEM, NÃO DESTINO!

 


"Quando você atravessar as águas, eu estarei com você; quando você atravessar os rios, eles não o encobrirão. Quando você andar pelo fogo, não se queimará; as chamas não o deixarão em brasas" Isaías 43:2).

 

A vida é difícil para todos; você não é exceção. O que realmente importa é o grau de inteligência e sabedoria de quem atravessa as adversidades. Veja bem: eu disse atravessa, e não se estabiliza nos próprios problemas.

 

O salmista declarou: “Ainda que eu passe pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum.” Ele não disse: “Ainda que eu permaneça no vale da sombra da morte”. Isso nos ensina que os vales não são moradia, são passagem.

 

Portanto, não seja conformista. Não se acostume com aquilo que faz você sofrer, achando que isso é o seu destino, que você nasceu para isso e que assim irá morrer.

 

Quando você entrar em sofrimento ou perturbação, lembre-se: há alguém muito maior do que qualquer dificuldade existente neste mundo. E é com Ele que você atravessa, e vence. Você saberia dizer, de quem estou falando?

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 

 PREGANDO NO NOSSO PRÓPRIO MUNDO

 


“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15).

 

Neste contexto, “mundo” também pode ser entendido como o mundo de cada um de nós. Cada pessoa possui o seu próprio mundo, composto por pessoas que influencia ou que a influenciam em seus modos de ser: amigos, parentes, vizinhos, colegas de trabalho, de escola e todos aqueles com quem convive.

 

Cada um de nós tem um alcance específico de pessoas. Esse é o nosso mundo, e ele está ao nosso alcance. Jesus não está nos dando uma missão impossível. Alcançar o mundo inteiro é algo que ninguém consegue individualmente, a não ser por meio dos meios de comunicação, e mesmo assim, poucos têm acesso a isso.

 

Portanto, se nos esforçarmos para pregar o evangelho dentro do nosso mundo, certamente cumpriremos o propósito de Cristo.

 

Você concorda com essa colocação ou tem outra?

 

Plínio Cavalheiro – capelão.

 É DE GRAÇA...OU É PELA GRAÇA?   “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé...” (Efésios 2:8).   É importante distinguir as express...