POLENTA É FEITO DE FUBÁ!



Para cada projeto exige-se matéria prima apropriada para efetivação. Do nada, nada se faz como é citado um provérbio. Somente Deus por adquirir o atributo da Onipotência consegue do nada transformar em qualquer coisa que lhe apraz.

Para exaltar o poder de Deus, dizemos em concordância com a Bíblia que Deus criou o mundo e isto é diferente de fabricou o mundo. Nada havendo, tudo começou a existir a partir da Palavra proferida pela boca de Deus. Assim está escrito: “No princípio criou Deus o céu e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas” – (Gênesis 1:1,2). Deus fantasticamente disse diante do grande vazio: “Haja luz; e houve luz” – (Gênesis 1:3).

De forma alguma o homem, parte da criação, por mais sábio que seja consegue esta proeza. O ser humano fabrica coisas magníficas a partir de matérias primas já existente no planeta e mesmo assim a habilidade para fazê-lo vem de Deus. A não ser que, acontecimentos “sobrenaturais” sejam evidenciados por intermédio do homem, mesmo assim o crédito é de Deus. Jesus disse: “Em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível” – (Mateus 17:20b).


No reino espiritual tudo é constituído através de Jesus. Almejar fazer algo dispensando Jesus é o mesmo que querer fazer polenta sem usar fubá. Jesus mesmo disse: "Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma” – (João 15:5).

Pense nisto e valorize as bênçãos de Deus sobre sua vida. “Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém” – (Romanos 11:36).


________________Plínio Cavalheiro.

PHNJ – “Plano Habitacional Nova Jerusalém”



A Palavra de Deus não é privativa. Ela é semelhante a uma grande árvore cujos ramos se alastram para oferecer asilo a todos os pássaros. Disse Jesus: “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar” – (João 14:2).

No livro de Apocalipse capítulo três, João descreve sobre este lugar deslumbrante que vale a pena conferir. Ele diz: “E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.

O fato de se ter a promessa de Jesus em subir para preparar lugar não significa que todos indistintamente têm suas moradias garantidas. A garantia está em que se têm uma quantidade grande de moradias e que ninguém absolutamente ninguém, após as primeiras coisas passarem, poderá alegar que ficou “debaixo da ponte” por falta de lugar. É só se inscrever no PHNJ - “Plano Habitacional Nova Jerusalém” e pronto, tudo se resolvem com perfeição e garantia.

Entretanto, semelhante aos acordos firmados neste planeta chamado Terra, para se adquirir uma casa edificada na Nova Jerusalém, cada pretendente precisa tomar ciência do regulamento elaborado por aquele que governa Terra e céus, e o item que se encontra em evidência por assim dizer está impresso em João 1:12,13.

Somente os filhos de Deus têm o direito de gozar deste privilégio. Deus não faz acepção de pessoas. Por sua vontade, todos seriam seus filhos (João 3:16). Contudo, este título de “filho” só é legitimado quando o ser humano de livre e espontânea vontade decide ter sua identidade alterada. É assim que está escrito: “Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus” – (João 1:12,13).

Para galgar esta posição não há como burlar o estatuto de Deus que é perfeito e justo. O meio é Jesus Cristo. Está assim escrito: Respondeu Jesus: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim” – (João 14:6).  Desprezar Jesus é o mesmo que abrir mão da maior herança jamais calculada por qualquer matemático, e aí sim, o destino é “debaixo da ponte”. Em todas as Bíblias se encontra esta palavra: “Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigênito de Deus” – (João 3:18).

Por isso é que se diz: "Se hoje vocês ouvirem a sua voz, (ou seja, a voz de Deus), não endureçam o coração" - (Hebreus 3:15). Deus através de seu Filho Jesus Cristo cumpriu todos os protocolos para que você usufruísse da maior bênção que se chama SALVAÇÃO. Sendo assim, só falta você fazer sua parte – aceitar ou rejeitar. Pense nisto! 

______________________Plínio Cavalheiro.



DEPENDÊNCIA OU MORTE!




Neste dia, 7 de setembro, o Brasil comemora a independência de Portugal, declarada por Dom Pedro I, as margens do rio Ipiranga, quando deu ênfase a tão conhecida frase – “Independência ou Morte”. Este acontecimento em 1822 ficou conhecido como “Grito do Ipiranga”.

Lendo este texto, você deve estar a perguntar o porquê do título – “Dependência ou Morte”. Por que a proposta correta é a dependência?


Como Capelão Hospitalar, assim sendo, por experiência própria, posso garantir que a grande maioria das pessoas, para não dizer todas, não querem morrer. Seus esforços estão concentrados em prolongar o máximo possível de tempo de vida neste planeta.


Assim tem sido durante a história da existência do ser humano. A Bíblia cita um caso onde Deus envia seu profeta Isaías para dar uma notícia desagradável a um certo rei. Confira em sua Bíblia: “Naqueles dias adoeceu Ezequias mortalmente; e o profeta Isaías, filho de Amós, veio a ele e lhe disse: Assim diz o Senhor: Põe em ordem a tua casa, porque morrerás, e não viverás” - (II Reis 20:1).


Entretanto, o rei não se conformou com as palavras de Deus através de Isaías. “Então virou o rosto para a parede, e orou ao Senhor, dizendo: Ah, Senhor! Suplico-te lembrar de que andei diante de ti em verdade, com o coração perfeito, e fiz o que era bom aos teus olhos. E chorou Ezequias muitíssimo. Sucedeu, pois, que, não havendo Isaías ainda saído do meio do pátio, veio a ele a palavra do Senhor dizendo: Volta, e dize a Ezequias, capitão do meu povo: Assim diz o Senhor, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração, e vi as tuas lágrimas; eis que eu te sararei; ao terceiro dia subirás à casa do Senhor. E acrescentarei aos teus dias quinze anos, e das mãos do rei da Assíria te livrarei, a ti e a esta cidade; e ampararei esta cidade por amor de mim, e por amor de Davi, meu servo” – (II Reis 20:2-6).


Ezequias pela oração e súplica conseguiu dissuadir Deus do plano de morte e angariou mais 15 anos de vida. Apesar disso, os quinze anos passaram naturalmente e ele inevitavelmente teve que enfrentar a abominável morte.

“Dependência ou Morte” é apenas um trocadilho para explicar a exemplo de Dom Pedro I no Vale do Ipiranga para beneficiar uma nação, o que Jesus Cristo fez no calvário para beneficiar o mundo, salvaguardando as devidas proporções, claro.


A independência do Brasil, com toda certeza é matéria questionada no dia-a-dia. Ela é relativa e não absoluta. Ela é temporária e não definitiva. Daí, a inevitável pergunta de muitos brasileiros: “Somos de fato e de direito independentes?”.


Jesus não estava sentado em um belo cavalo e nem precisou desembainhar uma espada e bradar em alta voz para intimidar o grande auditório enfurecido do calvário. Seu gesto humilde, porém, grandioso ecoou nos quatro cantos do Universo, inclusive e principalmente no inferno que teve que engolir a seco sua derrota definitiva. Sua frase em meio ao sofrimento, sangue e humilhação foi – “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” – (Lucas 23:34).


Jesus Cristo cumpriu na cruz a promessa de Deus direcionada à serpente ( o diabo) no Éden: “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” – (Gênesis 3:15).  Da mesma forma foi a consumação de João 3:16: ”Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.


Dependência ou Morte. Depender de quem? De Jesus Cristo, o caminho a verdade e a vida – (João 14:6). Ele é o antídoto eficaz para combater o veneno da morte e promover vida eterna. “Quem tem o Filho (Jesus) tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida. Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus” - (I João 5:12,13).


Pense nisto neste feriado de 7 de setembro e não seja um independente de Jesus. Depender de Jesus é o único caminho para não experimentar a segunda morte. Jesus venceu a morte e ressuscitou ao terceiro dia. Creia nesta verdade, abra seu coração e deixe o Salvador entrar e reinar em você e por você. Amém? – “Dependência ou Morte”.




_________________________Plínio Cavalheiro.

CORRENTES QUE DEUS PODE QUEBRAR!   "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres." (João 8:36).   Que trist...