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  PROVÉRBIOS - ACENANDO COMO OS OLHOS!   “O que acena com os olhos causa dores, e o tolo de lábios ficará transtornado” (Provérbios 10:10).   Os olhos, são indiscutivelmente considerados um dos meios de comunicação. Olho no olho ou olhar nos olhos é uma ação de grande significado provocando efeitos que abrangem os sentimentos das pessoas e em alguns casos arrancando lágrimas daquele que está sendo fitado.   O verso em Provérbios 10:10, em outra tradução diz, “o que pisca com os olhos causa tristeza”, ou seja, aquele que o faz maliciosamente. No mesmo Livro, capítulo seis, versículo treze relata: “O homem mau, o homem iníquo tem a boca pervertida. Acena com os olhos, fala com os pés e faz sinais com os dedos” (Provérbios 6:12,13).   Portanto, estejamos atentos para que absolutamente todos os nossos gestos e palavras sejam ponderados de maneira que não venham causar aflições em ninguém que está em nosso entorno.   Capelão, Plínio Cavalheiro...
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  PROVÉRBIOS – SINCERIDADE!   “Quem anda em sinceridade, anda seguro; mas o que perverte os seus caminhos ficará conhecido” (Provérbios 10:9).   Em pesquisas encontraremos a origem da palavra “sincero”. Vindo do latim “sincerus”, vem de hábito em Roma, quando alguns escultores menos qualificados usavam cera para disfarçar imperfeições nas esculturas. Ao que o Senado Romano editou um decreto que regulamentava que todas as esculturas produzidas em Roma deveriam ser “sine cera”, ou seja, sem cera e sem disfarces, de forma honesta. É o que conta a chamada etimologia popular. Pois o texto sugere que nossos passos necessitam ser fidedignos e seguros, sem “cera”, ou seja, para não arriscarmos sermos rotulados como pervertedores.   Capelão, Plínio Cavalheiro.
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  PROVÉRBIOS – RECOMPENSA DO JUSTO!   “Sobre a cabeça do justo há bênçãos, mas na boca dos ímpios mora a violência. A memória do justo é abençoada, mas o nome dos ímpios irá apodrecer” (Provérbios 10:6,7).   Absolutamente nada tem a perder o homem que anda em caminhos justos. Ao contrário, ele contará com os benefícios oferecidos por Deus que se agrada de pessoas que se apartam do mal.   No entanto, os incrédulos e desobedientes que têm suas bocas pervertidas terão seus nomes desgastados, apodrecidos e não terão sobre suas cabeças as bênçãos de Deus.   Portanto, que seja essa nossa oração diária: “Sejam agradáveis as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, Senhor, Rocha minha e Redentor meu!” (Salmo 19:14).   Capelão, Plínio Cavalheiro.  
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                                             PROVÉRBIOS – PREGUIÇA!   “O que ajunta no verão é filho sábio, mas o que dorme no tempo da colheita é filho que envergonha” (Provérbios 10:5).   Ainda no mesmo livro de Provérbios está narrado: “Vai ter com a formiga, ó, preguiçoso; olha para os seus caminhos, e sê sábio. Pois ela, não tendo chefe, nem guarda, nem dominador, prepara no verão o seu pão; na sega ajunta o seu mantimento. Ó, preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono? Um pouco a dormir, um pouco a tosquenejar; um pouco a repousar de braços cruzados; assim, sobrevirá a tua pobreza como o meliante, e a tua necessidade como um homem armado” (Pv. 6:6-11).   O texto é uma narrativa e um convite para sermos sábios, esforçados e evitemos que a preguiça tome espaço em nós, sendo que ela não somente prejudica a nós direta...
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  PROVÉRBIOS – MÃO DISPLICENTE!   “O que trabalha com mão displicente empobrece, mas a mão dos diligentes enriquece” (Provérbios 10:4).   Todo trabalho feito com falta de empenho tem todos os motivos para não dar certo, trazendo sobre aquele que o faz de maneira Inadequada, sem motivação e sem alegria a falta de recurso para sua sobrevivência.   A Bíblia diz: “E, tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor e não aos homens, sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis” (Colossenses 3:23,24). “O lavrador que trabalha deve ser o primeiro a gozar dos frutos” ( 2 Timóteo 2:6).   Portanto, não devemos nos esquecer que, “A bênção do Senhor traz riqueza, e não inclui dor alguma” (Provérbios 10:22).   Capelão, Plínio Cavalheiro.