CLAMAR: QUANDO A ALMA FALA COM DEUS!

 


“Clame a mim e eu responderei e direi a você coisas grandiosas e insondáveis que você não conhece” (Jeremias 33:3).

 

Qual é, afinal, a diferença entre “pedir” e “clamar”?

Embora possamos até substituir um verbo pelo outro em algumas situações, o ato de pedir costuma ser algo comum no nosso dia a dia. Pedimos com a mesma naturalidade com que dizemos “bom dia”, “boa tarde” ou “até logo”. Dizemos: “por favor, abra a porta”, “você pode me dar uma carona?”, “me dê um copo de água”. São expressões simples, rotineiras, quase automáticas.

 

No entanto, clamar é completamente diferente.

Clamar não é apenas falar, é envolver a alma. Não é um gesto superficial, mas um movimento profundo do coração. É quando a necessidade ultrapassa as palavras e alcança o interior do ser. Clamar é se colocar diante de Deus com intensidade, sinceridade e total dependência.

 

Quando clamamos, não usamos apenas a boca, usamos o espírito, a fé e a entrega. E é exatamente nesse lugar de profundidade que Deus responde. Ele revela coisas grandiosas, verdades ocultas e direções que, por nós mesmos, jamais alcançaríamos.

 

Diante disso, o convite é claro: curve-se diante de Deus e permita que a sua alma fale, não apenas as palavras habituais que estão em seus lábios.

Comentários