Translate

18 de agosto de 2012

DE QUE SERVE A SOBERBA?

De que serve a soberba se ela causa repugnância nas pessoas que estão por perto e desaprovação de Deus? As Escrituras não deixam dúvidas sobre este assunto. Seu intelecto, seu saldo bancário, seu emprego, sua casa, seu belo carro e bela casa não são seus.
                                           
Confira em sua Bíblia alguns textos: “Eis que os céus e os céus dos céus são do SENHOR teu Deus, a terra e tudo o que nela há” – (Deuteronômio 10:14). “Tua é, SENHOR, a magnificência, e o poder, e a honra, e a vitória, e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu é, SENHOR, o reino, e tu te exaltaste por cabeça sobre todos. E riquezas e glória vêm de diante de ti, e tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder; e na tua mão está o engrandecer e o dar força a tudo” – (1 Crônicas 29:11-12). “Minha é a prata, e meu é o ouro, disse o SENHOR dos Exércitos” – (Ageu 2:8).

 De que serve a soberba? Serve para derrota daqueles que a acolhem em sua alma! Soberba foi o pontapé inicial de um grande e decisivo declínio de Lúcifer e mais um terço de anjos que se rebelaram contra o Senhor. Isaías narra: “E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte. Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. E, contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo” – (Isaías 14:13-15).

 Soberba é arma forjada no inferno para afastar a criatura do Criador.  O diabo sabe o quando Deus abomina este sentimento. Na verdade o desejo de Deus é que os homens sejam humildes. Jesus ensinou no sermão do monte: “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” – (Mateus 5:3).

Não libere espaço em sua alma para a soberba e seja bem-aventurado e amado pelas pessoas que te rodeiam. “A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda” – (Provérbios 16:18). Você pode dizer amém?


______________Plínio Cavalheiro.

Nenhum comentário: